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dezembro 6th, 2016 - 11:37 § in Complementos

Quase Quatro Horas

TARDE de SEGUNDA – 05.12.

No momento em que ficou acertado que o pessoal da Inject Car depois de instalar o antifurto moveria o carro para o box da Bianchini, onde seria colocada a película, e estando combinado que o pessoal de lá me ligaria quando o trabalho estivesse pronto, ficou bem claro que minha tarde seria toda passada dentro do BarraShopping, até porque eu decidi que não iria para casa.

O lado bom de se passar praticamente quatro horas dentro de um shopping (com trocas de lugar na praça de alimentação em função das forçosas idas ao banheiro) é que ninguém vem encher o saco para reclamar de estar ali ocupando espaço na maior parte do tempo sem consumir alguma coisa. Mas eu almocei no shopping.

Antes de vir para a praça de alimentação eu entrei na loja do Big e fiz o que desde muito tempo não tinha mais feito: comprei um caderno. Comprei mais um jogo de canetas Bic. Estou neste momento escrevendo um rascunho, num horário quase já o que ficou dito pelo amigo da Inject que estaria terminada a sua parte do serviço. Me amarrei para liquidar o conteúdo do cesto de batatas e linguiça fritos até depois de terminado o Sala de Redação.

Agora são 14:55 e a primeira parte do trabalho deve estar terminando, o que seria por volta das 15. Não estou com pressa, nem preocupado com isso. Numa segunda-feira à tarde tem muita mulher andando e/ou ocupando mesas, na praça de alimentação. Os colírios estão soltos por toda parte (ou quase, porque também tem muito homem circulando, alguns deles acompanhando os colírios). Eu estou numa área de pouco movimento, na parte nova da praça, e daqui a pouco terei que dar uma chegada no banheiro.

Há pouco uma mulher que ficou um tempão sentada atrás de mim esperando pelo pedido dela e depois enquanto comia me viu escrevendo, passou ao lado da mesa que ocupo, e três mesas depois parou. Fingiu ajeitar alguma coisa na bolsa e me olhou de frente. Talvez não esperasse que eu a estivesse observando, e saiu caminhando. Parou de novo à frente de uma coluna espelhada, deu-se uma olhada e saiu sem os óculos. Achei engraçado.

Estar sentado várias horas em um local como este acaba significando que em algum momento vou sentir vontade de consumir. Que é uma coisa que venho evitando com uma certa tranquilidade, até. Não tenho sentido nenhuma compulsão ao uso de cartões de crédito. Mesmo depois de ter visto a maravilha que é um novo tipo de aspirador de pó (que minha mãe tem em casa) e que já pesquisei na internet por estar decidido a comprar.

Para quem tem planos, como eu,  a paciência desenvolvida para esperar o prazo para comprar as coisas (no caso, o melhor dia para comprar com cartão e ganhar um prazo maior para começar a pagar) ajuda a saber distinguir o que importante do que é urgente. Acaba-se descobrindo que quase nada do que pensa comprar é urgente. Sempre se pode esperar alguns dias quando não se trata de emergências.

No caso mencionado acima, aspirador de pó em casa eu tenho. Que usa fio. Estendo uma extensão e cubro a casa toda. O único problema é o fio enroscando em si mesmo, ou ficando preso embaixo dos marcos das portas. O novo modelo de aspirador não tem fio. Tem uma bateria de carregamento elétrico e uma autonomia de 20 minutos. E ainda tem uma parte destacável que pode ser usada como aspirador automotivo. A compra vale cada centavo.

Desvantagem: complicado erguê-lo para aspiração nos cantos superiores (aqueles em que as pequenas aranhas costumam se enrolar e estabelecer moradia). É mais um motivo para esperar e pensar sobre a compra.

Ainda sobre o que vale cada centavo: valeu cada um deles a quitação antecipada do financiamento da Preta, em 22.11. (dia em que escrevi aqui que um primeiro passo havia sido dado para a realização de uma meta). Era uma coisa que já vinha há tempos sendo pensada, e por isso mesmo não causou surpresa nem a mim mesmo. apesar de ter sido executada praticamente num impulso. em pensava em fazer, mas não sabia quando. Foi de repente sem ser.

Quase uma semana depois, em 28.11. (quando escrevi que um segundo passo havia sido dado), valeu cada centavo o pagamento à vista da Marau, como complemento ao valor atribuído à Preta pela concessionária, e com isso fiz um bom negócio. Entrei na loja com um carro 2006 que havia financiado em 48x (que terminaria de pagar em maio/18) e saí com um 2013 quitado.

Os dois negócios foram feitos com recursos da minha poupança. Fiquei com pouco mais de 10% do que havia juntado até então, mas em nenhum momento me arrependi ou perdi o sono por ter feito negócio. Para falar a verdade, foi bom praticar o desapego. Ficou claro que o dinheiro guardado na poupança serviu como um meio para chegar a um fim, e não como um fim em si mesmo. São duas coisas que agora trabalham juntas: o fator desapego e o fato de eu ter um consórcio de veículo ainda rolando. Já está na 67ª assembleia. A contemplação pode sair a qualquer momento ou, na pior hipótese, em menos de três anos estará encerrado. E a Marau está paga.

Alguma dúvida sobre o que virá a seguir, em qualquer das alternativas?

ϖ

Três horas e meia dentro de um shopping não são nada na comparação com o que há para ver e fazer. Devo ter gastado uns R$ 40,00 entre almoço e o sorvete que comi depois de dar uma volta dentro do shopping. Agora são 16:56 e deve estar faltando pelo menos meia-hora até me ligarem para eu ir acertar as contas com os serviços do carro.

Babei diante de uma camisa do Grêmio na vitrine da Paquetá, mas se for o caso de comprar, só depois que tiver um título. Deixei de comprar mais um box de dvd de aventuras do Super-Homem com o ator Kirk Allyn (1948/50já tenho dois) porque fiquei na dúvida sobre os títulos dos episódios (mesmo que a figura na caixa fosse outra). Isso foi nas lojas Americana, onde também deixei para trás um box com cinco episódios do Incrível Hulk com Bill Bixby e Lou Ferrigno.

Fiquei dentro da Saraiva apenas o tempo suficiente para fazer o que devia ser feito. Já na Fnac a história foi bem diferente: ali eu revirei os balaios dos dvds e dos livros, saindo com a caixa do Apollo 13 e um livro do Gustavo Cerbasi que até acho que para mim não terá muita serventia, porque trata de aposentadoria. Focado mais para o cidadão ou cidadã que ainda não se aposentou. Mas acabei não resistindo.

Depois que acertar as contas com os serviços no carro sei que terei que entrar na loja do Big de novo, para comprar alguma coisa que me isente de pagar o estacionamento. Acho que vai ser um porre. A esta altura, fazer o tal pagamento até que não me parece má ideia. Vou ter que voltar a fazer uma meia maratona como a de hoje quando receber o kit da câmera de ré para instalar.

O que não comprei hoje vai continuar  no mesmo lugar quando chegar a hora.

P.S.: Sim, ainda há mais: por uma questão de ganho de tempo e agilidade, entrei na loja do Big antes de descer para ver como estavam os serviços na Marau. Eram 18 horas quando cheguei na Bianchini e sou e que ainda não haviam me ligado porque recém acabaram de terminar a colocação da película. O serviço atrasou, eu sou depois, em função da dificuldade de instalação do antifurto na Inject. O rapaz de lá me disse que a fiação está toda colocada, só faltando a peça que possibilitará o funcionamento do dispositivo com a porta fechada.

Agora, sim, terminou.


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