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Perdas e Ganhos

07:01

A chuva se estabeleceu durante a noite, no horário do jogo do Inter, e ficou fraca durante toda a madrugada, ao menos por onde eu moro. Antes do alvorecer, pelo menos um termômetro assinalava 13ºC às 6:38.

CAPACIDADES de REAÇÃO

Eu disse, ontem, para um colega, que tinha (e tenho) medo do Barueri.

Pois ontem, na Vila Belmiro, o time do interior paulista quase não tomou conhecimento do time do Santos, interinamente comandado por Serginho Chulapa (que, ao final do jogo, protagonizou uma cena dantesca, dando um safanão num repórter do SPORTV, jogando-o longe; logo depois as câmerar flagraram-no abraçando e acarinhando o repórtes, com um pedido de desculpas), chegando a estar vencendo por 3 x 1.

O Santos reagiu e conseguiu chegar ao empate. Mesmo assim, o Barueri segue na 5a. colocação, dois pontos à frente do Grêmio. Enquanto vencia, esteve na 3a., pelos critérios de desempate.

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Em Curitiba, o Coritiba saiu perdendo, mas não se complicou, nem alterou sua maneira de jogar: seguiu pressionando o Grêmio, dando sufoco na defesa, e como “a galinha de grão em grão tanto bate até que fura“, conseguiu o gol de empate nos acréscimos dos acréscimos do primeiro tempo, foi beneficiado pela expulsão intempestiva provocada por William Thiego no início do segundo e conseguiu a virada logo depois.

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No Beira-Rio, o Inter vencia por 2 x 0, permitiu o empate do Fluminense e com a entrada de Taison conseguiu fazer mais dois gols, garantindo a vitória e aliviando um pouco a pressão sobre o técnico Tite.

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No Mineirão, o Cruzeiro saiu na frente, na decisão da Libertadores, fazendo um gol sofrido, e logo depois sucumbiu à pressão do Estudiantes, que obteve a virada e se sagrou Campeão da América.

 Contando:  513, 1784, 329, 821, 2372, 1107, 534, 27, 169, 03, 412, 141 – dias.

INCAPACIDADES de REAÇÃO

Quando levou o segundo gol, o Cruzeiro ainda teve pelo menos duas oportunidades de empatar o jogo de novo e levar a decisão para a prorrogação. Mas por afobação ou incompetência, desperdiçou-as.

É complicado um time estar jogando em casa, conseguir um gol difícil e depois levar um empate. Jogando em casa, com a pressão da torcida, é impossível à equipe não se abater, mesmo tendo jogadores em nível de Seleção Brasileira.

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Precisando de uma vitória, no Maracanã o Flamengo não resistiu ao Palmeiras, esboçou alguma reação quando já estava 2 x 0, conseguiu um gol de pênalte, mas foi só.

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O Goiás, que é um time forte, que incomoda, jogando em casa, conseguiu a incrível proeza de levar 2 x 0 do Avaí, que até o início da rodada era o último colocado na tabela, canditatíssimo ao rebaixamento.

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O Atlético/PR, time que já foi campeão brasileiro, foi a Santo André e amargou uma derrota para o time da casa com gol contra de um dos seus atacantes.

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E o Grêmio foi aquilo que já se sabia: quando o técnico olha para o banco de reservas e tem Perea como recurso para o ataque, não tem muito o que fazer. É a grande diferença entre Autuori e Tite. Por menos que Alecsandro estivesse jogando, mas, mesmo assim, com ele e Nilmar no ataque, o time estava vencendo o jogo, a possibilidade de poder contar com a entrada de Taison faz uma diferença oceânica.

O gol de Marcelinho Paraíba deu um desalento ao time gremista, mas, mesmo assim, tivesse mantido o padrão do primeito tempo, não teria perdido o jogo. O destempero de William Thiego terminou de desestabilizar o time. A agressão de Douglas Silva foi na frente do bandeira, talvez um protesto veemente fosse o suficiente para resolver o problema e gerar a marcação de uma falta, mas o chute por trás foi desproporcional, merecia ter sido expulso.

E aí o Coritiba virou o jogo.

Um empate seria um bom resultado, já que o Barueri também permitiu o empate no seu jogo. E domingo tem Grenal. Menos mal que haverá baixas dos dois lados. 


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