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A Loucura da Polêmica

08:00

 

Mudou tudo, conforme a previsão de ontem: entre 7:05 e 7:12, passei por dois termômetros que marcavam 21º, um que marcava 18, dois que marcavam 20 e um marcando 22. Tinha saído de casa vestindo um colete por cima de uma camiseta, mas tive que tirar na metade do caminho até o ponto de ônibus. Muito calor.

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A nova legislação de trânsito, sobre a qual fiquei sabendo sem muitos detalhes apenas agora pela manhã, é um prêmio para quem não faz mistura entre álcool e direção, que é o meu caso. O contrário, de os justos que não bebem (ou não dirigem) morrerem pelas mãos e pés dos pecadores irresponsáveis ou inconseqüentes, era uma punição apenas para quem sofre pelos atos insanos daqueles que não se preocupam nem consigo mesmos. Se a nova lei se cria? Não sei. Mas que gostei, gostei, mesmo.

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RÓTULOS

ou

EXERCÍCIO DE FICÇÃO

ou

 DANDO PITACO NO QUE DESCONHEÇO

 

Piores do que rótulos que as pessoas nos pregam na testa, são aqueles que nós mesmos nos pregamos. A auto imposição de um modelo de comportamento pessoal é muito mais complicada de nos livrarmos.

Quando a rotulagem vem de fora ainda tudo bem, a gente dá um jeito de não prestar atenção, de não pensar, fazer de conta que não ouviu. Quando ela vem de dentro, fica martelando, nos aprisiona, não nos deixa pensar de maneira diferente. Como disse o Dyer, em Seus Pontos Fracos, chegamos a ter frases prontas para justificar o por quê de agirmos desta ou daquela maneira, sem sequer cogitarmos promover alguma mudança interna. Como ele também diz, e eu concordo plenamente, é imensamente mais fácil e mais seguro nos apegarmos ao que já é conhecido do que enfrentarmos o desafio do desconhecido que uma mudança pode provocar.

Não estou falando de gostos pessoais, mas de modelos de comportamento pessoal.

Por exemplo, quando eu era guri, adolescente, pessoas tentavam me convencer de que eu não deveria torcer pelo Grêmio porque, “sabia que de primeiro o Grêmio não admitia jogadores negros?“, como quem dizia que eu, por ser negro, tinha que obrigatoriamente ser colorado.

Mas eu não nasci naquela época de começo da história do Grêmio, sofri preconceitos de natureza racial, sim, mas nunca por ser gremista. Isto é um exemplo de gosto pessoal, mas também o é de comportamento. Há pessoas que acreditam que, por terem ascendência italiana têm que ter pavio curto. Há as que acreditam que, por serem negras, têm que gostar de vermelho, de samba, de pagode, têm que torcer para algum determinado time de futebol, e pior, acreditam que por causa da cor da pele têm que ser protegidas pelo Estado com cotas em universidades e um feriado por um dia de consciência negra, como se quem fosse negro, neste país, não tivesse plena consciência de sua condição.

O Estado já protege com leis contra o racismo, que são justas, mas o sistema de cotas e um feriado num determinado dia do ano são exemplos de racismo institucionalizado.

Bom, pensando em tudo isso, me veio a idéia de um exercício de ficção sobre um assunto do qual não entendo absolutamente nada, mas pensar, posso pensar em qualquer coisa (como diz o enunciado do seriado Quinta Dimensão, “podemos dar vida a qualquer coisa que sua mente conceba), mesmo em um tema sobre o qual eu não entendo nada. Misturando-o com outro do qual eu entendo um pouco, pode até ser que saia alguma coisa. (leia mais em Devaneios)

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 Contando:  311, 72, 927, 2174, 130 dias para o primeiro turno da eleição municipal de 2008, 764, 1235, 219, 13, 2785, 63.

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Ontem tentei colocar em prática uma idéia no blog, mas não deu certo, porque um dos recursos do painel de controle não funcionou. Vou batalhar para ver se consigo fazer o que tenho em mente, vai ser uma coisa bem legal, se der certo.

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O banner da Median foi colocado por meu primo ontem, no final da tarde, me pegou de surpresa, porque, até as 18 horas não estava lá. Quando voltei da gravação do Contratempos, a novidade. Achei bem legal, também.

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POUCA LOUCURA E NÃO SERIA EU

Estou de saco cheio de o micro lá de casa estar meio louquinho, não aceitando comandos básicos no Word, abrindo e fechando telas sem parar, e eu rodando três antivírus e nenhum dos três achando nada. Ontem, quase não consegui modificar as cores do texto do blog, o que, para mim, seria uma lástima, porque, apesar de gostar e até estimular uma certa bagunça pessoal, no blog quero perfeição. Já me dói ter que deixa-lo incompleto de manhã, por causa da rede da Fepam, dá uma coisa até eu chegar em casa e fazer todos os acertos. Daí, se eu chegar em casa e não puder acerta-lo, me dá uma crise.

Micro onde muita gente mexe tem sempre grandes problemas, e meu filho é um artista. Estou pensando seriamente em passar o micro da sala para ele, comprar mais uns metros de cabo e deixar o restante por conta dele, manutenção, tudo. Ele que se vire. E penso em aproveitar uma das muitas ofertas de equipamentos cada vez melhores e com preços cada vez menores que vejo nos jornais. Loucura, três micros em casa? Pode ser. Mas um só para mim acho que já virou uma necessidade. Quando eu não estiver usando ele fica parado, e era isso. Mantém dentro dele só o que me interessa, e só eu acesso. Acho que ficaria de bom tamanho.

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“Devemos agir como homens de pensamento; devemos pensar como homens de ação.” (Henri Bergson)


1 Comments Add Yours ↓

  1. Sergio #
    1

    Só pra te deixar na dúvida olha o lançamento do novo VOYAGE
    http://www.noticiasautomotivas.com.br/novo-voyage-sera-assim/



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