07:51
A chuva começou ontem, por volta de 13:30 e não parou mais. Chuva constante, alternando entre média e fraca, mas sem parar. A previsão é de mais frio e mais chuva. Nos termômetros, temperaturas entre 10 e 15º, entre 7:00 e 7:10.
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Antes de chegar na Procergs, ontem, dei uma passada no tudo fácil para pegar a minha nova CTPS. Já tinha telefonado antes para ter confirmação de que estava pronta. A minha surpresa ficou por conta de que não havia ninguém na minha frente, não precisei entrar em fila. Jogo rápido. E na hora que entro na DAT, todo mundo se lembra que tem fitas para converter, acho muito engraçado.
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Sport e Corinthians eliminaram Vasco e Botafogo nos pênaltes, na segunda partida de ambos pelas semi-finais da Copa do Brasil. À meia-noite, quando ainda não haviam começado as cobranças, fui dormir. Assisti o primeiro tempo do jogo do Sport, e depois fui ver o seriado Big Shots (Warner, 23 hrs, muito bom), Com os resultados, o Inter vai receber um Sport escalado com muitos reservas no Beira-Rio e o Grêmio enfrentará os titulares do Vasco em São Januário. Se bem que eu penso, time que tem o atual Edmundo no ataque não ganha de ninguém.
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A volta da chuva promove o reencontro com a jumentalha que adora usar guarda-chuva embaixo das marquises. É duro falar assim, mas essa gente não merece outra classificação (e já escrevi que não uso guarda-chuva também para não correr o risco de virar um jumento armado com uma peça daquelas). Deus me livre e guarda de agir igual a eles, não só em dia de chuva. Aliás, falando nisso, do meu lado, no ônuibus, também para variar, sentou do meu lado um sujeito com um cheiro de humildade insuportável. Esqueci que haveria este povo nas ruas, quando mudei meus planos e não vim de carro até a Procergs. Cheguei a pegar a chave, mas como a chuva não estava forte, lá embaixo desisti e vim a pé. Deveria ter mantido o plano original, porque, graças ao Minuano, desci com um dos meus casacos mais quentes, e, para variar, ao caminhar, passei calor. Sem touca nem boné na cabeça, o frio que pegava nos ouvidos compensava a sensação de inferno dentro do casaco. Alterei até mesmo a minha próprias expectativa de passar no Big na volta e fazer umas compras, estando de carro. Não vou mais fazer isso.
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Faltando: 310 dias para o centenário do glorioso Sport Club Internacional, que só em 2006 ficou ioternacional de verdade, 71, 926, 2173, 129, 763, 1234, 218, 12, 2784, 62.
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A entrada da transmissão em FM da Rádio Gaúcha me resolveu uma série de problemas, mas, como nada é perfeito, me revelou um outro que eu não esperava: a qualidade da recepção do MP3 e do radinho que comprei na semana passada não é nada boa. Pareceu até pior que a AM. Embora não pudesse ficar com o rádio na Amplitude Modulada perto do celular, por causa da interferência, eliminando este problema só ficava a questão de que dependendo do lado para que o ônibus virasse, ou região da cidade, havia queda de sinal. O sinal de Freqüência Modulada só cai dentro do Túnel da Conceição, mas, em compensação, tanto no mp3 quanto no radinho comum a chiadeira de fundo é enlouquecedora. E no rádio comum, ainda por cima, quando chegou na área do estádio Beira-Rio, ontem, ficou impossível escutar o Sala de Redação. Algo me diz que terei que continuar ouvindo em AM.
Hoje, para testar, estou usando o rádio do celular. Aliás, não estou usando, vou usar quando sair daqui. Aí quero ver como fica.
Falando na qualidade de som, nos dois principais receptores que utilizo em casa, o som do meu quarto e o rádio-gravador que fica na sala ao lado do micro (ambos da marca Phillips), a recepção estava maravilhosa.
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O Contratempos que gravei ontem não tinha sequer assistido ainda, para mim foi inédito. Agora só faltam 7 episódios para ter a coleção completa. O que vai estragar um pouco é que as gravações anteriores foram feitas em um vídeo cassete mono, portanto, há diferença na qualidade de som, mas nada que uma boa equalizada na hora de assistir não resolva.
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De última: o motorista médio (aquele que é bem comunsinho, mesmo) é o tal que, quando está manobrando o carro em cima da calçada, presta muita tenção ao fluxo de veículos que vêm em sua direção, mas esquece que, sobre a calçada, transitam pessoas nos dois sentidos. “Pessoas? Que pessoas?”, parece ser o pensamento dele, naquelas horas. Também é este mesmo indivíduo que troca de pista sem sinalizar (e me surpreendeu que outro dia a Zero Hora fez uma matéria falando sobre maneiras de agilizar o trânsito, e deu como uma das sugestões “sinalizar a troca de pista para evitar que o motorista que venha atrás tenha que frear bruscamente” e as longas tranças da minha careca caíram, porque sempre achei que sinalizar troca de pista era básico, e a matéria me deu a entender que não) e que quando a gente reclama que não deu pisca é capaz de nos olhar e dizer, com a maior inocência, “mas eu não dobrei para lado nenhum”.
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“Por que gritas, se tens razão? E, se não tens razão, por que gritas?” (provérbio Chinês)
Porto Alegre
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