15:08
O dia amanheceu ensolarado, temperatura amena, mas não lembro de nada do que vi nos termômetros, se é que vi algum.
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Fazia muito tempo que eu não dormia tanto: apaguei a luz às 21:30 de ontem, e não só a luz. Acordei umas três vezes durante a noite, mas não pensei muito sobre se conseguiria ou não voltar a dormir, então sempre adormecia de novo. Às 8:30 da manhã de hoje, com muito sacrifício, saí da cama.
Primeira coisa verificar se a Zero-Hora de hoje estava do lado de fora da porta, e estava. Montei meu café, me sentei pensando em ler uma folha da ZH que estava sobre a mesa com uma coluna do Luis Fernando Veríssimo, que eu tinha deixado separada para ler, e li, antes que mudasse de idéia. Tomei o café, olhei a ZH de hoje, também, as notícias sobre o pedido de demissão do Secretário de Segurança (agora ex), José Francisco Malmann. Claro que o governo daquela senhora está se desmanchando, e eu espero que a população que vota tenha aprendido a lição.
Também li uma matéria da ZH de hoje que dava conta de que o atual prefeito de POA, José Fogaça, está na frente nas intenções de voto, tendo Maria do Rosário e Manuela D’Ávila empatadas em segundo. Oremos.
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Decidido a dar uma aspirada na casa, sentei à frente da Tv, às 9 horas, e assiti a um episódio do seriado Ghost Whisperer,(Sony, canal 49) que ainda não tinha visto. Enquanto o fazia, peguei um saco de lixo e fiquei separando um monte de ZHs antigas que estavam na estante, arrancando as páginas de palavras cruzadas, que queria juntar com outras tantas que já estavam há tempos guardadas na estante. Vi o filme, enchi o saco com jornais para colocar fora (mas a pilha na estante continuou enorme), e depois fiquei dobrando as folhas com as palavras cruzadas. A intenção é deixar uma pilha de folhas de palavras cruzadas para fazer em cima da mesa da sala.
Quando o filme terminou, primeira coisa, larguei tudo aquilo e fui pegar o aspirador. Depois disso, antes de tomar banho (porque aí já tinha decidido que viria, mesmo, para a casa dos pais), liguei o micro e tratei de deixar prontos os modelos de dados para preenchimento após os jogos da dupla Grenal no findi. Então tomei banho, me arrumei e saí.
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Apesar de tudo que o mecânico tinha dito sobre o carro não ter problema algum, a verdade é que o Santa continua não muito santo. Apagou no meio do caminho, quando eu estava no Carrefour, e apagou de novo quando eu estava manobrando para estacionar na frente da casa dos pais. Cheguei aqui na hora do almoço, minha mãe já estava preocupada, mas, quando viu as sacolas do Carrefour, logo sacou o motivo do atraso. Depois de almoçarmos, fui com ela ao Big da Sertório, e descobrimos que agora, assim como temos um Iguatemi e um Bourbon, um ao lado do outro, teremos um novo Carrefour ao lado do Big da Sertório. Santa concorrência.
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Contando: 252, 13, 868, 2115, 71, 684, 1176, 159, 2726, 05, 24, 16.
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Minha mãe queria comprar um chuveiro novo para a casa, o que ela efetivamente fez. E eu ganhei uma parafusadeira elétrica de presente, o que espero que resolva meu problema com os parafusos da mesa e e das cadeiras lá de cas. Tinha bastante gente no Big, e a mãe gostou mais de passar pelo caixa rápido do que pela caixa para idosos.
Depois que voltamos, uma das minhas tias chegou de visita, trazendo o convite de formatura da neta dela e minha prima segunda, a Sheila, mesma idade do Jeison, aliás, ela ainda vai completar 23 anos no mês que vem, e já está se formando em Direito. Fiquei sabendo que o mano dela, o Bruno, que está com 16, recém conseguiu terminar o ensino fundamenal, abaixo de supletivo, com muito sacrifício. Bem primo do primo terceiro dele que é meu filho, mesmo.
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Também, depois que chegamos do súper, a mãe ligou para meu irmão, que agora está aqui. Veio com a missão específica de instalar o chuveiro novo. Não adianta, por mais que eu diga que lá em casa quem troca chuveiro sou eu, para meus pais o eletricista da família é ele, então eu fico frio. Menos um trabalho para mim. Aproveitei, então, para vir aqui escrever, o que não tinha feito, ainda, hoje. Tinha pensado em postar ainda mais tarde, para ver como me sentia. Uma coisa é escrever no começo do dia, outra é no final, mas, em geral, da metade da tarde em diante, não tenho mais vontade de escrever. Por isso, adiantei um pouco a postagem. Não sei se teria paciência para ficar escrevendo depois do jogo do Inter, e nem sei se lembraria direito o que fiz durante o dia.
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Visitante Que Não Ganha e o Tamanho do Campo de Jogo
Não me surpreenderia a idéia de que só o torcedor do Ipatinga acreditasse que seu time poderia vencer o Inter, mesmo jogando no Ipatingão. No Brasil inteiro, só lá, em Ipatinga, alguém poderia acreditar nisso. Talvez a viagem de Curitiba até Ipatinga tenha sido menor que a do Inter de Porto Alegre até lá; talvez o jogo em que foi derrotado pelo Coritiba não tenha sido tão desgastante para o time do Ipatinga quanto a vítória do Colorado sobre o São Paulo. O fato é que o Inter manteve o retrospecto de não vencer fora de casa.
Na volta para o segundo tempo, os jogadores colorados reclamaram das dimensões do campo, vinculando o mau desempenho no primeiro tempo à viagem longa e às dimensões do estádio. A título de curiosidade, a metragem do Beira-Rio é de 108×72m; a do Ipatingão é de 110×75m. Na Matemática, 108 x 72 = 7.776m2; 110 x 75 = 8.250m2. 8.250 – 7.776 = 474m2. Esta é a diferença de tamanho, portanto, os jogadores do Inter até podiam ter alguma razão na reclamação, mas o campo era do mesmo tamanho para os dois times, que fizeram viagens cansativas e longas, da mesma maneira.
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“Evitai muita avareza, porque, ainda que tenhais muito, a vida não está nas posses.” (Lucas, 12,15)
Porto Alegre