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Ganhando Espaço no Espaço

07:41

O dia amanheceu parcialmente nublado. Por conta de uma combinação com a filha para irmos ao Big, vim de carro até à Procergs, ocasião em que perdi o único termômetro que poderia verificar no trajeto, portanto não vi temperaturas. Vim de mangas curtas, nem trouxe blusão, porque a noite não foi nada fria.

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DEVIA TER VISTO ATÉ o FINAL

Quando eram 30 minutos do segundo tempo, olhando aquela ruindade dos dois times, mais a neblina baixando sobre o gramado, e caindo de sono, desliguei a televisão. Deixei o rádio ligado, para escutar alguma coisa sobre o jogo quando acordasse na madrugada. Mas acabei acordando com o grito de gol do Marco Antonio Pereira. Que sem graça.

Acho que se eu tivesse ficado secando até o final poderia ter sido diferente.

Mas mesmo que tivesse perdido o Colorado teria voltado vivo de Santiago, porque o time do Universidad é muito ruim. Não conseguiu derrotar os reservas do Inter em casa, imagina pegando os titulares no Beira-Rio. Que venha o Boca Juniors.

Em compensação, no domingo, caso perca ou empate com o Grêmio, não se poderá dizer que a viagem teve efeito sobre o time, porque os titulares, em sua grande maioria, não participaram da partida. Voltaram ontem mesmo, treinam hoje e estarão descansados para enfrentar o clássico.

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É um porre quando perco tudo que tinha escrito e preciso fazer de novo, nunca sai como o original.

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SEM NOÇÃO

Juro que quando olhei para a construção que está rolando quase na frente do meu prédio achei que fosse um bloco de dois dormitórios. Mas ontem fui surpreendido ao olhar as paredes já levantadas e verificar que é um de três. Até fotografei (e vou fotografar mais), para ver como devem ser pequenos os apartamentos de dois. E para ver como eu não tenho noção deste tipo de coisas.

 

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A VIAGEM

Leoninamente falando, gostei do anúncio de que a NASA vai mandar para o espaço uma placa com nomes de pessoas comuns, que ficará circulando pelo espaço. Tanto que, assim que li a notícia, entrei na página da entidade e preenchi um formulário. Já estou de posse do meu Certificado de Participação no ProjetoSend Your Name Around The Earth” que é parte integrante de um outro projeto, “Glory: “We Got Your Back, Earth“.

A Missão Glory pretende:

Medir a energia solar que penetra na atmosfera terrestre; coletar dados sobre gases produzidos pela Natureza e pela Humanidade na atmosfera terrestre.

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O UFÓLOGO ESTÁ de VOLTA

Infelizmente, parece que um dia sairei deste planeta sem que tenha sido desvendado o mistério dos discos-voadores. Quero dizer, para mim não existe mistério algum, eles são tão reais quanto a força criadora de todas as coisas a que chamamos de Deus. Só que Deus a gente não fotografa, não filma, não vislumbra.

Eu vi, em 1973, aquele círculo nebuloso, com fundo preto que encobriu a visão das estrelas, circulando pelo céu de Porto Alegre. Vi, em 1978, aqueles dois riscos flamejantes, de cor amarelada, paralelos, zumbindo pelo céu da cidade numa noite gelada, fazendo um ruído assustador. Eu vi, ninguém me contou.

Na minha adolescência, e até um pedaço da vida adulta, comprei muitos e muitos livros que tratavam do assunto, a maioria deles ainda tenho comigo. Depois andei me distanciando. Mas ao passar diversas vezes à frente de um sebo da Marechal Floriano, e por estar lendo vários dos livros que tenho em casa (por último o do Benitez, Os Visitantes), meu interesse pela ufologia reacendeu. Livros são um outro ralo pelo qual eu gostaria de ver meu dinheiro escapando.

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Contando: 190 dias para o centenário do glorioso Sport Club Internacional, que só em 2006 ficou internacional de verdade, 806, 2053, 09, 622, 1114, 97, 2664, 06, 1400 dias para a Olimpíada de Londres, em 2012, 23, 72, 02. (116, 142)

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 ÍNDICE da MALDADE

Programas levados ao ar pelo canal Discovery (e outros, como The History Channel, National Geographic, Animal Planet) não entram na lista de sinopses do Séries On Line do Terra pelo fato de que não são seriados, é bem simples. Mas alguns deles se parecem.

Os Arquivos do FBI e agora Índice da Maldade são dois do Discovery que são interessantíssimos. Neste último, um psiquiatra forense criou 22 categorias de índices de maldade para avaliação de criminosos. São apresentados casos de crimes que aconteceram por diversas razões, o médico analisa a psicologia dos assassinos e depois indica a quais categorias eles pertencem.

O que me colocou a pensar foi o quanto acontece de as pessoas não saberem lidar com a rejeição. Crimes passionais, na minha concepção, não são cometidos por pessoas que amam demais a alguma outra, colocando praticamente suas vidas nas mãos dela, mas por pessoas que têm baixo índice de amor-próprio.

A rejeição acontece a todo momento. Com praticamente todo mundo. A direfença está em como a gente recebe. No caso das celebridades, para cada uma pessoa que rejeita alguém famoso, existem milhões que são enlouquecidas pela pessoa, então passa batido. Mas no caso da pessoa comum, aí a figura já é bem outra. Uma pessoa comum, que tem a felicidade de conquistar o coração de outra pessoa comum, mas que por uma razão ou outra não consegue mantê-la perto de si, ou (o que é também muito freqüente) que não consegue atrair outra pessoa comum, é capaz de atos insanos, como matar a pessoa alvo de seu interesse, ou pior, matar inocentes para chamar a atenção da pessoa idolatrada. E hoje em dia vivemos num mundo onde é muito fácil rejeitar.

Ao assistir aquele programa, me dou conta de que tenho alto índice de amor-próprio não importa o que aconteça, não importa o nível de rejeição, não importa quem me rejeite. A simples idéia de cometer um crime, naquelas condições, ou em quaisquer outras, embrulha o meu estômago, não tem cabimento, o mundo está cheio de possibilidades, sendo que possibilidade nenhuma também é uma opção a ser considerada (e eu diria que altamente considerada).

Depois colocarei com certeza o horário e o dia em que o programa é apresentado, porque estou em dúvida sobre se é na 6a. ou no sábado.

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NOVIDADE

Neste final de semana será disputado o GP de Cingapura de F-1, o primeiro GP em pista noturna. Como é pista de rua, fiquei pensando em outros que também o são, e que são disputados a cada temporada. Um GP em pista de rua significa que várias e várias ruas e seus entornos têm que ficar com trânsito interrompido e desviado por, pelo menos, duas semanas antes da prova, e pelo menos uma depois. Montar qualquer coisa é complicado, desmontá-la é uma barbada.

Aí, fiquei pensando: já imaginou se uma corrida de rua fosse disputada no Brasil? Em Porto Alegre? Que viagem. Três semanas de dezenas de ruas menores e algumas principais avenidas interrompidas seriam um desastre, a cidade pararia. Ficaria completamente paralizada. Qualquer uma Capital ficaria assim.

Em compensação, um carro de F-1 a mais de 300 por hora levaria pouquíssimos minutos para cobrir a distância da 3a. Perimetral desde as proximidades do Salgado Filho até à rótula com a Av. Nonoai. Ida e volta daria algo em torno de 5 minutos, talvez. Se poderia construir arquibancadas em pouquíssimos trechos, como na subida e descida da Salvador França. Praticamente apenas um ponto de parada do corredor de ônibus poderia atrapalhar a visão das pessoas, nos dois lados da pista.

Amanhã acontecerá o treino oficial para o grid de largada da prova. Estou louco para ver. Será um domingo de F-1 de manhã e Grenal no início de noite. Que beleza.

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O CERTIFICADO da NASA

Ou, como disse a minha filha: que bobagem!


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