Hora brasileira de Verão
08:29
Madrugada quente, de dormir destapado. Fui pego de surpresa às 3:30 da manhã, com o ventão pela casa e os relâmpagos e trovoadas, apesar de que a previsão de ontem à tarde já anunciava a mudança. Mas a temperatura se manteve elevada, entre 6:53 e 7:03 vi termômetros marcando 19, 20 e 18ºC.
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QUASE FALTOU…
…a coragem necessária para vir trabalhar, por causa da chuva.
Quando acordei, na madrugada, havia uma tremenda ventania, e eu sabia que a janela da sacada tinha ficado aberta, então provavelmente deveria haver um redemoinho na sala. Levantei correndo, fui fechar tudo, a porta da área de serviço também estava aberta, e havia roupa pendurada, e com aquele vento a chuva molharia todas elas, então tive que recolher.
Coloquei o plástico que uso para cobrir a máquina de lavar em ocasiões como aquela. Tudo isso fez com que eu despertasse. Voltando para a cama, acompanhei o começo do temporal, dez minutos mais tarde. Choveu pra dedéu, tive que fechar bem os vidros da janela, e mesmo assim a água entrava pelos furos que servem para escoamento, nos frisos da esquadria, mas me recusei a baixar a persiana.
No fim, acabei dormindo, só que, quando rádio-relógio despertou, quase não consegui levantar. Pensei no homem das soluções de peso.
Saí da cama devagar e fiquei alguns segundos pensando se me arrumaria ou se voltaria para ela. A idéia que me passou pela cabeça foi, já que tenho que compensar o ponto facultativo do Dia do Funcionário Público, quem sabe também não compenso hoje e não vou?
Afastei a idéia, dando início ao ritual de sempre, mas com uma velocidade 50% menor.
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NO ÔNIBUS
Ao sair de casa tive sorte, porque não chovia.
Mas no meio do caminho desabou outro aguaceiro. Eu, sentadinho lá no fundo, olhando para fora e sentindo uma tremenda moleza no corpo, comecei a pensar: mas eu não preciso descer do ônibus quando chegar no Centro. Fico aqui, ele vai embora e eu volto para casa. Pensei que teria que me molhar para chegar em casa, pensei que provavelmente não deitaria de novo para dormir, pensei na costelinha que deixei descongelada para fazer hoje, e pensei, quer saber?, já que estou aqui, azar, molhado, molhado e meio.
Uma coisa me desmotivou de fazer a volta e retornar para casa: ter que compensar um dia a mais, depois. Se não tivesse saído de casa, até era de pensar, mas, já estando na rua, não valia a pena. Me molhar de volta para casa, quando sair do trabalho, é o de menos, estou voltando, mesmo. E não precisarei compensar o dia.
Tive sorte mais uma vez, porque só peguei chuva aqui embaixo, do Bradescão em diante.
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SURPRESA
Tenho uma amiga que é de Tenente Portela, cidade que dista 430 km de POA, aproximadamente. Um ônibus que saiu de lá às 22 horas de ontem chegou aqui às 5:40. Minha amiga estava nele. Ela veio pela segunda vez, para fazer mais uma prova de uma classificação para a UFRGS, e conforme forem os resultados, vem de muda para a Capital.
Quando cheguei na Fepam, ela estava lá embaixo, me esperando. Trouxe um livro que tinha comprado para mim (um dos três que ficaram com a Dra. Pet e que provavelmente nunca mais verei). Conversamos um pouco e depois ela se foi e eu me vim.
Do jeito que levantei hoje, com pré-disposição para não vir trabalhar, tivemos mais sorte do que juízo.
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AGORA FOI
Falando em livros que provavelmente não verei mais, no final de semana passado, junto com outras coisas que já tinham que ter ido fora há algum tempo, foi junto uma sacola que ainda estava lá em casa com pertences daquela pessoa.
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BARBADINHA na CHUVA
Tirando a parte de que em dois Grenais os titulares do Inter não venceram os reservas do Grêmio, a chuva de hoje pode ajudar o Colorado no jogo da noite, 22:05 (?) no Beira-Rio (com transmissão ao vivo pela RBSTV), contra os reservas do Boca Juniors, pela Sul Americana.
Time argentino é sempre muito rápido, tocador de bola, e um gramado molhado, pesado, vai favorecer os quebradores dela, como Edinho e alguns outros que andam pela Padre Cacique. Claro, vai prejudicar também o argentino D’Alessandro, mas ele é um só, do outro lado estarão 11 prejudicados.
Um jogo jogo para o Inter levar para a Bombonera uma vantagem considerável, quando certamente enfrentará Riquelme e Palacios.
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Contando: 164, 780 dias para a renovação da minha CNH, 2027, 596, 1088, 71, 2640 dias para eu terminar de pagar a Concrisa, 1374, 46, 18, 04, 116. (91)
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HISTÓRIA DOS BEATLES (5)
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EXPLICAÇÃO PARA QUÊ?
Eu estava sentado no cantinho da direita, ao lado de uma mulher, no fundo do ônibus.
Lá pelas tantas, levantou uma outra mulher, de um banco mais à frente, que olhou para a que estava do meu lado e disse “não vai, hoje?“. A outra respondeu, “hoje não.” Pensei que a conversa tinha terminado por ali, mas ela continuou: “pedi licença, só na 6a.“
O diálogo foi bem normal, acontecem milhões iguais, todos os dias.
Imadiatamente liguei com o fato de que, em alguns seriados, quando alguém manifesta ter conhecimento sobre atores ou atrizes pornôs (fictícios, tendo a ver com o enredo das histórias), é visto como uma pessoa depravada, e se for um dos personagens principais, então, ele tem que explicar aos outros de onde vem o conhecimento, porque fica todo mundo olhando com uma cara de que parece que o outro não é deste planeta.
Liguei, também, com a babaquice que é uma policial (num outro filme) ter que explicar aos outros como é que sabe que uma determinada jóia encontrada junto de um cadáver custa a fortuna que custa, como se fosse a coisa mais estranha do mundo o fato de a pessoa ter um tal tipo de informação.
Qual é a necessidade que as pessoas têm de explicar aos outros o que fazem ou deixam de fazer, quando isso não interfere em nada nas vidas deles?
Voltando para a mulher que estava sentada ao meu lado: quando ela disse “hoje, não“, o assunto já estava encerrado. Se fosse eu, no lugar dela, a conversa morria ali.
Já aconteceu de eu cruzar com alguém em algum lugar e depois ser questionado sobre o que eu andava fazendo naquele local naquela hora e eu muito simplesmente dizer que estava cuidando da minha vida. A parte de “sugiro que faça o mesmo” fica implícita, não preciso falar.
Mas já percebi que parece que as pessoas se sentem compelidas a dar explicações sobre o que fazem ou deixam de fazer quando isso, na verdade, não influi e nada na vida da outra pessoa. Mas a explicação acontece porque a outra pessoa, em geral, espera por ela. Na maioria dos casos, se ela não vem, as pessoas têm a cara de pau de perguntar, elas querem algum tipo de justificativa para as coisas.
Acho engraçado, porque não sinto a menor queda para isso. Não só não me preocupo em explicar nada, como não fico esperando que as pessoas me expliquem, a menos que eu demonstre interesse, e este interesse será sempre com a intenção de ajudar. Nem que seja oferecendo um ombro.
Mas a parte de esperar explicação que justifique isto ou aquilo, nem passa pela minha cabeça.
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AS PALMEIRAS do SHOPPING
Todos os dias penso em escrever, mas nunca o faço, sobre as palmeiras que estão sendo plantadas em volta do Barra Shopping Sul. Também estão sendo colocadas em torno do Big, cujo estacionamento foi todo reformado, para ficar igual ao do novo empreendimento. Palmeiras na frente e principalmente na parte de trás, entre o shopping e o Hipódromo do Cristal.
Significa que haverá circulação de pessoas, na parte de trás. Provavelmente haverá uma parte do estacionamento superior que será ali, também. E foi aberto uma entrada de estacionamento bem embaixo do Big, imagino que o segundo sub-solo do estacionamento do súper terá ligação com o subterrâneo do shopping. O que não sei, não, se será uma coisa interessante, porque o estacionamento do supermercado nunca foi pago, e dificilmente o do shopping não o será, se bem que não há, em toda aquela área, nenhum tipo de comércio próximo, prédios de escritórios, nada. A zona residencial fica na lateral do Big, de onde as pessoas têm acesso sem precisarem de veículo, e na Icaraí, do outro lado da Diário de Notícias, que será a de entrada principal do Barra Sul.
A decoração externa está ficando bem bonita. Até eu já estou curioso pela inauguração do shopping, se bem que, no dia da abertura, vou levar meus pais, deixá-los lá e cair fora.
No primeiro dia de funcionamento nem pensar que vou entrar.
Porto Alegre
Buenas!
Mas que preguiça!!!
O que faz 1 hora a menos adicionado a idade… hehehehe
Bah! que maldade jogar fora a sacola da Dra, devia ter levado até lá e cobrado a tele-entrega.
Abraço
Realmente sempre achei estranho as pessoas insistirem em explicações sejam dadas ou recebidas, muitos assuntos podem ser resolvidos com o minimo de conversa!
Acho interessante qdo se leva algum equipamento para conserto, ou solicita algum serviço ou cancelamento, ter q explicar o prq!
Abração!
Vinicius