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Carnaval, e Daí?

07:53

Às 3 da manhã estava chovendo pesado, mas até aí tudo bem, janelas abertas, parecia que ficaria só naquilo. Dali a pouco fomos surpreendidos com a chegada do vento, mas não foi qualquer ventinho, foi uma senhora ventania. De bater correria para fechar tudo, até a filha, que nunca levanta, saiu do quarto e foi recolher as roupas dela. Depois de muito relâmpago, raio e trovoada, diminuiu a fúria da Natureza, até que a chuva passou. O calor continua. Termômetros avistados entre 6:47 e 6:50 assinalavam 21ºC.

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PEQUENO DETALHE

 Depois do jogo do Inter em Rondonópolis eu estava escutando o rádio, sempre ouço o Balanço Final. Muitas e muitas vezes é ali, e não durante o jogo, que saem os números de público e renda. Às vezes é ali, também, que fico sabendo quem foi o melhor do jogo, porque me distraio por alguma razão, em especial quando tenho que postar os números finais da partida, aí acabo não escutando.

Não ouvi o que meu sobrinho Renan relata em seu comentário sobre a entrevista dada pelo jogador do Colorado que falou que levaram um gol de contra-ataque, mas este tipo de confusão cansa de acontecer, é engraçado, mesmo. O gol foi de escanteio, realmente. Talvez por terem perdido um jogo dado como fácil, o rapaz tenha ficado desnorteado, aliás, como aparantemente ficou toda a delegação colorada, naquela noite.

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NAS ONDAS

 Minha última participação em qualquer tipo de evento relacionado a Carnaval que não tenha a ver com aproveitar os feriados aconteceu em 1977. De lá para cá, não sei, não quero saber, não tenho raiva de quem sabe, mas quero distância desta “festa popular“. Não me interessa saber quais as escolas vencedoras, nem qual foi o tamanho da briga na hora das notas no Rio de Janeiro, não me importa saber quem são os jurados, muito menos me interessa saber por quais critérios eles são escolhidos para dar notas “impossíveis“, onde um décimo opode decidir tudo, e quem tem um olho ou ouvido tão bom, enquanto milhares de pessoas desfilam, para perceber um detalhe que acrescenta ou retira um décimo na nota final de uma escola de samba? Me poupem.

Gostaria de conseguir fazer isso com todas as outras notícias ao longo do ano, que abarrotam as páginas de jornais e revistas, que ilustram as imagens da televisão e navegam pelas ondas do rádio. Este último, aliás, de alguns anos para cá, tem sido o meu principal meio de acesso às informações do que se passa no mundo, depois da internet. Como o futebol não vai parar no final de semana do Carnaval, pelo menos no sábado e no domingo vou manter minha rotina compulsória de radionauta.

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 Contando:  43, 659, 1930 dias para a minha aposentadoria, 475, 967, 2518, 1253, 680 dias para o final do período do “jeito novo de governar, 72, 173, 37, 315, 72, 103, 148.

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EU Já SABIA 

No episódio de House levado ao ar na noite de ontem, às 23 horas, no Universal Channel, aconteceu o tão (por mim) esperado beijo entre o Dr. Foreman (Omar Epps) e a médica ”Thirteen” (Olívia Wilde), que também somente ontem, na segunda temporada de participação dela, ficamos sabendo que o primeiro nome da personagem é Remy.

Detalhe: Foreman é negro, ela é branca, morena clara, olhos verdes, sabidamente bissexual, porque já transou com mulheres em episódio anterior. Aparentemente sem indicação alguma ao longo dos episódios, eu achava que um clima estava surgindo entre os dois, antes mesmo de ele começar a tratá-la do Mal de Huntington, uma doença degenerativa de fundo nervoso. Na minha cabeça, romântico que sou, o que estava rolando sem alarde era tão evidente quanto a paixão explícita que rola entre o Dr. House (Hugh Laurie) e sua chefe, a Dra. Cuddy (Lisa Edelstein), a qual nenhum dos dois assume.

Thirteen e Foreman assumiram.

Para mim, não foi novidade.

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 LAVANDO a ALMA

Descobri esta semana, naquela brincadeira de ficar zapeando com o controle remoto, que o canal Space estava novamente liberado. Ele, o Hälmark, e acredito que outros também, tudo como estava há alguns meses, quando nos foi concedido um mês de acesso. Como não recebi nenhum aviso de prorrogação da promoção, deduzo que deva ter sido liberado logo depois, a varrer.

Com isso, estou novamente assistindo episódios de Nova York Contra o Crime, episódios das primeiras temporadas, quando uma (na época) desconhecida Gail O’Grady fazia o papel da secretária do 15o. Distrito, Donna Abandando.

Conheci a Gail como protagonista do seriado American Dreams, que teve apenas duas temporadas, alguns anos atrás. Depois vi outras participações dela em outros, como Monk, e esta semana ela interpretou uma psiquiatra no episódio de C.S.I. Miami. Os NYPD Blue que estou tendo o privilégio de assistir diariamente são dos anos de 1995/96, e eu nem lembro quando foi que comecei a acompanhar, acho que foi em 1999. Tem muita coisa para ver, ainda.


1 Comments Add Yours ↓

  1. 1

    To dizendo!!!
    Tu sempre acha q é pegadinha por causa daquela história do contador, mas depois do lance de mudar layout que na verdade não percebi nenhuma diferença, notei somente no teu estilo de escrever os textos, não sei bem o que mas que mudou algo mudou, que inclusive estou lendo as parte sobre futebol coisa q antes não me interessa.
    Parece que os topicos tem uma ligação que não deixa perceber a troca de assunto que antes era brusca!
    Falou! Abração!



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