07:33
Mais uma noite boa de dormir coberto apenas com lençol. A temperatura vai dar uma aliviada ao longo do dia, que foi sinalizado pelos 13 e 16ºC às 6:44 e 6:46. Mas não caiu o suficiente para preocupar.
-
SEM SINAL
A situação da rede da Fepam, ao menos aqui na Irrigação, está na chegada de hoje igual à saída de ontem: sem resposta do servidor.
Então, tão perto quanto as lentes de contato para longe me permitem, e sem a perspectiva próxima de ter como enviar e-mail, em vez de rascunhar o post de hoje no Word, estou colocando no papel.
Há um monte de folhas de fax e outras, aqui, que guardei para quando chegasse a hora das mudanças no blog, porque minha intenção é escrever muito mais, e embora uma boa parte das pessoas acredite que eu seja bom escrevendo diretamente aos teclados dos micros, lamento desapontá-las, mas eu acredito que sou muito melhor quando primeiro escrevo da maneira antiga.
Para uma emergência como a atual, nada melhor do que justamente ter papel por perto. É bom até para eu me reencontrar com a minha letra.
E falando em colocar no papel, na noite passada, quando deitei para dormir, comecei a bolar um texto tri legal para postar, que ficaria muito bem numa categoria como “desvarios“, mas, como não anotei nada, já era.
(a rede retornou às 9:25)
-
QUANTA DIFERENÇA (VAI ENTENDER)
Por conta do problema com o acesso ao MSN no micro novo da sala de casa, algumas vezes fui acessá-lo no micro do quarto da filha. E aí me deparei com um outro pequeno problema.
Quando comprei o micro novo, primeira coisa que notei, ao instalar o aparelho, foi que não me adaptaria ao teclado. Acostumado com teclas mais “saltadas” do que rentes ao corpo do dispositivo, achei que seria melhor continuar com o teclado do micro da sala (que foi para o quarto da filha). Isso, para nem falar que algumas funções no novo teclado estavam em teclas de formato diferente das que eu estava acostumado, o que reforçou a ideia de que não me adaptaria àquela peça.
Bem.
O teclado do micro novo foi oferecido à filha, que o recusou, preferindo continuar usando o do micro antigo do quarto dela (que foi para o quarto do filho) e, ao final das mudanças, o teclado novo acabou indo para o quarto do filho, também.
Aconteceu, então, o problema com o micro novo, e ao tentar usar o MSN no do quarto da filha, percebi que o teclado que ela tinha preferido usar está com as teclas quase apagadas. Como ela escreve de noite, com uma luz fluorescente iluminando o quarto, me compadeci, decidindo passar o teclado do micro da sala para lá, e comprei uma peça nova, da Microsoft, para o meu micro.
Para começar, que coisa bem boa.
Provavelmente, vou escrever muito mais, com ele. Já a filha rejeitou o teclado da sala, alegando que prefere colar adesivos nas teclas do antigo teclado, para continuar a usá-lo.
Então tá.
-
Faltando: 591, 1862, 407, 899, 2450 dias para eu terminar de pagar a Concrisa, 1185, 612, 10 dias para o início do Brasileirão, 105, 247, 04, 35, 80 dias para o Grenal do centenário do Grenal, 46.
-
SE ILUDE QUEM QUER
Se contra todos os adversários o Grêmio conseguisse jogar o que jogou ontem no primeiro tempo contra o Boyacá Chicó, fazendo um placar de 3 x 0, seria uma maravilha.
O problema foi que na segunda etapa o time se acomodou, deu espaços aos colombianos e só não levou gol porque Caneo errou a segunda cobrança de pênalte, depois que o árbitro Larrionda mandou repetir.
No segundo tempo o time jogou muito menos do que podia, acredito que por acomodação. Mas o fato de nem Maxi López, nem Jonas, nem Alex Mineiro terem marcado gols preocupa pelo fato de que, sentado na arquibancada, assistindo à partida e esperando ser inscrito para as próximas fases da competição, estava o também colombiano Perea.
Nenhum gremista merece isso.
-
17:55
-
FAVORITO QUE NÃO QUER
Até a imprensa do Recife afirma que o Inter é o grande favorito para a partida de ida contra o Náutico, nos Aflitos, na noite de hoje. Pelo que vem jogando (ao menos, dentro do Beira-Rio), o Colorado está cotado para trazer vantagem para o segundo jogo. Lembrando que a diferença de dois ou mais gols, que eliminaria a necessidade de uma segunda partida, valia apenas para as duas primeiras fases, ou seja, valeu para os confrontos contra o União, de Rondonópolis, e o Guarani, de Campinas. A partir daí, até à final, não importa o escore, é obrigatória a realização do jogo de volta.
Tite e seus comandados fazem questão de deixar claro que não acreditam em favoritismo. Claro que jogos pela Copa do Brasil podem apresentar surpresas, mas não para máquinas bem azeitadas como a colorada.
Hoje à noite, a partir de 21:50, não haverá nenhuma surpresa.
NÁUTICO 0 x 3 INTER
Náutico: 18 faltas, 1 impedimento, 20 finalizações, 4 escanteios, Eduardo fez 10 defesas.
Lances: choque entre Carlinhos Bala (10) e Magrão (11) gera confusão entre os jogadores, aos 28.
Cartões: amarelos para Juliano (7), aos 9; para Carlinhos Bala, aos 29; para Gladstone (2), aos 30; segundo tempo: amarelod para Tiaguinho, aos 23; para Wagner (3), aos 29; Asprilla (4), aos 31, por falta violenta.
Trocas: segundo tempo: Kuki (13) no lugar de Adriano Magrão (9) na volta do intervalo; Juliano sai para a entrada de Tiaguinho (16), aos 9; Anderson Lessa (17) vem para o jogo no lugar de Wellington (6), aos 16.
Inter: 19 faltas, 13 finalizações, 7 escanteios, Lauro fez 6 defesas.
Cartões: amarelos para Bolívar (2), por reclamação, aos 29; para D’Alessandro (10), também por reclamação, aos 30; segundo tempo: amarelo para Magrão, aos 17.
Gols: Taison (7) lança Nilmar (9) na entrada da área, ele tira um zagueiro da jogada e bate forte, no meio do gol, sem chance de defesa para o goleiro, aos 33; segundo tempo: Magrão lança Taison na entrada da área, ele domina e bate cruzado, no canto inferior esquerdo do goleiro, aos 6; Alecsandro lança D’Alessandro dentro da área, pelo lado direito, ele dribla um zagueiro e cruza para trás, para a entrada de Marcelo Cordeiro, que manda para as redes, aos 39.
Trocas: segundo tempo: Marcelo Cordeiro (15) vem para o jogo no lugar de Taison, aos 32; Nilmar sai para a entrada de Alecsandro (18), aos 34; Andrezinho (17) entra no lugar de D’Alessandro, aos 42.
*
*Primeiro tempo ruim, onde o Inter jogou mais do que o Náutico e o árbitro perdeu parcialmente o controle da partida.
**No segundo tempo, os dois times se empenharam em jogar mais futebol e o árbitro não teve muito trabalho. Sendo assim, deu a lógica.
*
Arbitragem: Guilherme Cereta de Lima, auxiliado por Marcio Luiz Augusto e Vicente Romano Neto (trio de SP).
Público: pagante, 10.507; renda R$ 158.010,00.
Melhor do jogo: D’Alessandro.
Porto Alegre





Por favor, leia meu ultimo post, se possivel, comente, ou me mande um e mail. Não me venha com a história,” que que eu tenho com isso ” rsrs, gostaria de ter uma avaliação masculina da situação, e não uma avaliação de um homem qualquer, SUA avaliação.
Não podemos nos considerar amigos, sequer proximos, eu acho, mas eu preciso mesmo de voce nesse caso. Diga para as fãs não me interpretarem mal. è coisa de companheiro de blog, quem sabe amigos… bjs