07:10
Noite quante, mas desta vez houve um drible no suadouro, o edredom ficou de lado. O dia será de sol e calor. Nos termômetros, 16 e 12ºC por volta de 6:40.
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SEM COMUNICAÇÃO
Um problema que envolve nossas preferências, necessidades e gostos pessoais e que dependem de outros para solução geralmente não acontece na segunda-feira. Na grande maioria das vezes, acontece ou no final de semana ou perto dele, o que dificulta muito uma solução de rápida execução.
E aconteceu que ontem, por volta das 17 horas, a linha de telefone lá de casa caiu, ficou totalmente muda. O fone ficou mudo, não dá linha, não recebe ligação; a internet caiu junto. Consegui contato com a OI, que verificou que não havia manutenção de circuito na região e abriu chamado para verificação de problema na central, com possibilidade de ida de técnico até em casa para conserto na instalação.
O prazo dado foi de até 24 horas para a solução. Até ainda há pouco, quando saí de casa, nada tinha se alterado. Oremos.
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Contando: 480 dias para a renovação da minha CNH, 2020 dias para a minha aposentadoria, 285, 777, 2328, 1063, 490 dias para o final do período do “jeito novo de governar“, 125, 368, 97.
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DOLORIDO
Foi uma mudança dolorida. Sofrida, cansativa.
Eu esperava que a filha tivesse mudado de ideia, mas não. Quando ela chegou em casa, trocou de roupa e veio com tudo. Tirar toda a tralha de dentro do quarto que antes o irmão dela ocupava; desmontar a cama dele para dar espaço na parede daquele lado. Tentar mover o guarda-roupa dela de um quarto para o outro foi demais, para ela e para mim: ao final, tivemos que fazer o que nenhum dos dois tinha intenção, que era desmontar todo, já que estava semidesmontado.
Ficamos até as 22hs pregando, ajeitando, e ela ainda ficou colocando coisas no lugar. Eu tomei um banho e fui dormir, arrebentado. E foi uma noite estranha, sonhei com violência em uma vila da cidade, onde havia crianças que eu aparentemente conhecia e bichos que falavam com a gente e pediam comida.
Acordei com o corpo todo dolorido.
Que tragédia.
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OUTRA FILHA
Até levei um susto, quando vi. Fazia já alguns dias que a filha vinha alimentando a ideia da escova progressiva, para acabar com os cachos. Eu estava me amarrando para liberar o cartão do banco, para ela pagar com Banricompras, e duvido muito que ela tenha desistido da ideia por causa disso.
Desistir que eu digo é da ideia de pagar com o meu cartão, porque da escova ela não abriu mão, e ontem eu vi a mudança. Tenho outra filha em casa, não é mais aquela que conheci por pouco mais de 21 anos. A de agora não para de alisar o cabelo com as mãos. Pior, além de o cabelo ter ficado mais bonito, ela ficou ainda mais bonita do que já era. Ficou bem.
A parte boa, não sei quem pagou, mas não fui eu. Para ela vai ser bom, uma briga de muitos e muitos anos chegou ao fim. Ao menos para ela. Eu vou continuar pagando os shampoos e condicionadores. O que ela vai fazer com os antigos cremes para pentear para cabelos cacheados que restaram, não sei.
Apesar de terem saído da minha conta, não é da minha conta saber o que ela vai fazer.
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DESCONCENTRADO
Definitivamente, não consigo me concentrar para a leitura da ZH de sábado aqui no trabalho. Saímos como grandes prejudicados nessa história. Em Setembro, vai sobrar para a de domingo, em pelo menos dois deles.
Porto Alegre
Há um ano atrá, fiz uma dessas escovas progressivas, bem ligth, mas foi um alivio para anos e anos de escova, chapinas, e realmente o cabelo fica legal, mais brilhante e sedoso. Voce não imagina a alegria!