10:33
Mais um dia de céu limpo, muito sol. O termômetro de parede assinalando 24ºC.
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PARA VARIAR, APERTADO
Mais uma vez espremido pelo tempo, não tenho como tentar consertar o problema que acabou surgindo na postagem anterior, da corrida de F-1. Aquela questão de ficar mais espaço ao final do texto só piora se eu tentar resolver pela simples eliminação do que sobrou. A cada atualização ele aumenta. Por que ocorre aquela situação ali? Simplesmente porque recortei e colei dois subtítulos, mudando-os de lugar.
Não dá para entender o WordPress, mas é assim que funciona.
Hoje tem churras de aniversário do meu primo Samuel, na hora do almoço, e além de estar atrasado aqui, ainda tenho que passar num súper para comprar um pedaço de carne. Teria que comprar mais coisas, mas preciso economizar tempo.
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Contando: 479, 2019, 284, 776, 2327, 1062, 489, 124, 367, 96 – dias.
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TUDO de BOM
Consegui ler toda a ZH de domingo em 2 horas, entre 7 e 9 horas. Mal e mal terminei e estava na hora da corrida.
Não vou poder comentar muita coisa do que li, pelo menos não hoje, mas amãnhã é outro dia. Mas dá para dizer que no caderno da TV há um comentário sobre o final da temporada do seriado Fringe, no qual Cássio Starling Carlos comenta a ideia de uma realidade alternativa como bom mote para a segunda temporada, que estréia em Setembro nos EUA; comenta sobre a participação de Leonard Nimoy no papel de William Bell, mas deixa de fora a minha cogitação sobre o fato de o Dr. Bishop ter visitado um túmulo que seria do filho Peter, o que deixa margem para a ideia de que o Peter que nós conhecemos tenha sido trazido da realidade alternativa.
Esta será a minha observação que quero ver comprovada ou desmentida quando a nova temporada chegar ao Brasil.
Também gostaria de comentar a minha pretensão de ter algum dia um barraco na praia, ou até mesmo morar em Torres, mais adiante, sendo que a aposentadoria prevista pelo Ministério da Previdência está para acontecer antes de 2019, quando fechará o período de 20 anos a que me propus realizar algumas coisas e a relação disso com a matéria publicada nas páginas 32 e 33 do jornal de domingo, sobre “a maré de atrações” que está levando muitas pessoas a ocuparem espaço nas praias do Litoral Norte do Estado, não como veranistas, mas como moradores e empreendedores, para nem falar em como admiradores do mar.
Vale a pena dar uma olhadinha na matéria. Particularmente me senti bastante animado com as perspectivas.
Mas é aquilo, o futuro não está escrito, nunca se sabe o dia de amanhã. Não temos como saber como e com quem estaremos. Pode-se ter uma vaga noção de tudo, mas só vai se saber na hora.
Porto Alegre