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Depois de escrever o post anterior fiquei pensando no que poderia fazer, já que não estava muito a fim de nada. Na real, não estava nem a fim de escrever no blog. Tem aquela pilha de páginas de palavras cruzadas, tiradas dos jornais de final de semana, para fazer. Quase foi o que acabei fazendo.
Ainda sem saber ao certo o que fezer, entrei no quarto do filho, dei uma olhadinha e saí. Vim na sala, peguei o martelo e tirei os pregos de todas as madeiras que eram lastro da cama. Recolhi todos os pregos tirados e os coloquei no lixo.
Depois, resolvi furungar na parte de baixo do guarda-roupa, onde não havia roupas. Só tinha porcaria, tipo lixo seco, que já deveria ter saído dali. Fui na sala e olhei para o baú da cama, imaginando-o vazio. Mas vi que estava cheio de roupas de cama, incluvide um edredom caindo aos pedaços. Separei as peças ruins junto com o material da cama. Tendo esvaziado a parte de baixo do guarda-roupa, levei para lá o que dava para acomodar. Esvaziei o baú.
Depois comecei a dar um jeito nas caixas que estavam na sala, ocupando espaço. Caixas de papelão, de vários tamanhos, vazias. Ah, enquanto isso, o feijão já estava no fogo. Peguei o rolo de sacos de lixo que uso para acomodar o lixo seco e comecei a dar um jeito nas caixas. Ao total, acabei juntando 10 sacos com papelão recortado, era muita coisa.
Depois liguei para o Mensageiro e consegui que eles mandassem um caminhão aqui hoje à tarde. Eles aceitam a cama mesmo sem os parafusos para a montagem. Vai a cama dupla, completa, com o baú, algumas cobertas velhas, dois colchões e até o antigo rádio de carro, que troquei no começo do ano.
Depois, fui fazer comida, conforme descrito no post do diário.
Tudo diferente do que eu tinha imaginado, apesar de toda a preguiça.
Porto Alegre