Horário brasileiro de Verão
08:37
O dia amannheceu nublado, mas a tendência, pelo que se vê no céu, é que no decorrer do período ele passe a parcialmente nublado, podendo chegar a ensolarado no final da tarde. A temperatura segue o baile dos 25ºC.
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SEMANA da LEITURA
Conforme tinha escrito antes, esta semana será dedicada à leitura. Menos horas na frente do computador. O máximo possível de tempo sem pôr os pés fora de casa. Mas acabei de lembrar, enquanto chamava esta página, que terei que dar uma volta para fazer minha aposta semanal na Lotofacil, sem a qual eu simplesmente não vou conseguir me concentrar em nada.
Supondo que se trate de um vício, bem, o que posso dizer é que pelo menos metade da aposta está coberta pelos acertos que fiz em 4 dos 10 volantes com que concorri na semana anterior. Quando um vício meio que se paga, não vejo problema nenhum em seguir com ele.
Quem não arrisca não vai ao longe.
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Faltando: 401, 1941, 206, 698, 2249, 984, 411, 46, 18, 97 – dias. (62, 86, 166, 72, 258, 119, 321)
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EXERCITANDO a PACIÊNCIA
A parte da história contada que dá ciência de um contato com a tripulação de uma nave extraterrestre até seria plausível, desde que confirmada a absoluta idoneidade da testemunha.
Mesmo pessoas que como eu têm a mais firme convicção de que estamos sendo visitados por viajantes de diversas origens no espaço ao longo da História têm lá suas restrições, no momento de acreditar em relatos, a menos que eles sejam confirmados com fotografias ou pela experiência da hipnose regressiva.
Mas quando um indivíduo declara que o capitão de um disco-voador simplesmnete bateu na porta de sua casa vestindo terno e gravata, sentou-se no sofá da sala e começou a falar sobre os mistérios do Universo, incluindo Deus, matéria e energia, bom, aí há que se pensar que alguma coisa está errada. Uma afirmação dessas desabona até a parte crível da história.
Pensando nisso foi que, meses atrás, comecei e logo parei de ler o livro Contato Com Os Discos Voadores, de Dino Kraspedon. Das leituras de tantos e tantos outros livros sobre o tema já tinha tomado conhecimento das alegações sobre encontros por parte daquele cidadão, mas ao começar a ler o livro citado já pensei, na mesma hora, que não poderia ser.
Como o camarada já é falecido há vários anos, não dá para afirmar muita coisa porque ele não está aqui para se defender. Não posso afirmar que ele fosse doido varrido, mas que a história contada por ele tem ares de doideira, isso tem.
Por ser um sujeito democrata, decidi ler o livro na íntegra durante esta semana. A edição é de 1957, ou seja, de antes de eu nascer, as letras usadas são grandes, vai ser rápido, especialmente porque foi escrito no formato perguntas e respostas, quando é assim o jogo da leitura é rápido.
Aí me livro da encrenca. Logo em seguida, em edição da L&PM Pocket, bem fino, vou me debruçar sobre A Desobediência Civil, de Henry David Thoreau, porque não faz parte do meu perfil ser um seguidor fiel no rebanho.
Porto Alegre
Só agora consegui postar o seu texto no meu blog. Se puder, dê uma espiadinha!!