Hora brasileira de Verão
10:55
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Amanhecer ensolarado, com 29ºC no termômetro de parede.
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A PROPÓSITO de HIPERTENSÃO
Dois dias atrás, quando cheguei em casa, tive o desprazer de verificar que o elevador não estava funcionando. Pelo pouco que pude ver, até desligado estava.
Sem pensar muito, subi até o oitavo andar, com o desconforto do calor muito forte, e com a mochila nas costas. Com o noticiário sobre os problemas de hipertensão do presidente Lula, no dia de ontem, e com a matéria a respeito da doença na ZH de hoje, fiquei pensando algumas coisas, e uma delas foi que eu não recordava mais da última vez que tinha feito algum esforço físico muito grande.
Então lembrei do elevador enguiçado dois dias atrás. Eu subi e entrei em casa com um único pensamento, largar a mochila e tirar a camiseta, para diminuir um pouco o efeito do calor. Não cheguei mal das pernas, não me faltou ar, não senti nenhum problema físico. Vou dizer de novo: exercícios regulares, como caminhada, só depois que me aposentar, porque aí vou fazer isso num horário que gosto, que é de manhã bem cedo.
Faz muito tempo que controlo o sal na comida, por minha própria conta. Faz anos, praticamente 10, que minha alimentação em casa é basicamente feita com produtos light, sendo que às vezes me excedo nos industrializados, mas sempre com os que têm a característica da redução de calorias e gorduras. Como nunca fumei, e o consumo de álcool diário é mínimo, resumido a um pouco de vinho misturado à Pepsi-Cola, por vários e vários atalhos a hipertensão é desviada do meu caminho.
Vou dizer de novo: ao passar a consumir produtos light, tantos anos atrás, minha intenção jamais foi estética, não me preocupa a minha barriguinha. Sempre tive intenção de me manter longe de problemas cardíacos, de circulação, e ainda mais hipertensão. Dentro daquilo a que me propus, estou convicto de que atingi os resultados. Se caminhasse com regularidade, estou certo de que também eliminaria a barriguinha.
Mas isso é uma outra história.
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Contando: 326, 1866, 131, 623, 2174, 909, 336, 22, 11, 91, 183, 44, 246, 152, 336 - dias.
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CRER PARA VER
Mais do que título de um dos livros do Dyer, a frase aí de cima é um elo de ligação entre um livro de autoajuda e o milagre de uma recuperação financeira pessoal.
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THAT’S THE QUESTION
Ainda sem ter tido nenhuma ideia mirabolante que me permitisse nem que fosse na intertet, escrever alguma coisa que me tornasse famoso, ou razoavelmente notório, acho que posso entender o falecido escritor J.D. Salinger, autor do cultuado “O Apanhador no Campo de Centeio“, que depois de ter ficado famoso virou um eremita, recluso sem dar entrevistas e evitando a todo custo as fotografias, até sua morte recente, aos 91 anos.
E o livro foi publicado em 1965.
Até cabe uma perguntinha, será que faria bem, ficar notório a esta altura da minha vida?
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QUASE FEITA A NOSSA VONTADE
Durante a tarde de ontem fez muito calor, em Porto Alegre. Muito, muito, muito calor. O céu tinha algumas nuvens, até estava na torcida para que fechasse o tempo, mas o céu insistia em manter-se aberto. De repente, comecei a escutar um barulho diferente. Parecia chuva. E eu olhava para a claridade da janela do sacadão e via sol. Mas o barulho era inconfundível.
Intrigado, me aproximei da janela e então vi que, com todo sol, chovia muito forte, e tinha até vento. Como não tenho propensão a Barão de Munchausen, aquele grande mentiroso, captei algumas imagens que dão testemunho do que aconteceu.
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GRANDE LUA
Olhando pela janela, na noite de ontem, vi que o céu parecia mais claro que o normal, para noites sem cobertura de nuvens. Achei legal a cor azulada da noite, e pensei que a Lua deveria estar cheia, muito brilhante. Mas nem me arvorei em tentar olhar para ela, porque o ângulo das minhas janelas não permitem observá-la em sua trajetória pelo firmamento.
Somente quando li a ZH de hoje foi que soube que a Lua estava em seu perigeu, que é o ponto mais próximo da Terra, o que acontece uma vez por ano, e que por isso parecia maior e mais brilhante. Pena que não daria para ver, mesmo que quisesse, a não ser descendo para a rua.
Porto Alegre


