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Nova Petrópolis

SEGUNDA de CARNAVAL

Na volta da viagem, a filha e eu concordamos que, para ficar perfeita, precisaríamos de um carro com ar condicionado que funcionasse.

Fora isso, tudo mais foi muito bom.

Antes de sair já havíamos concordado que lá, em NP, trocaríamos de máquinas. Ela fotografaria com a minha, eu com a dela. Na estrada todas as fotos foram batidas por ela, com a máquina dela, portanto muitas imagens só vou poder relembrar quando o material chegar aqui pelo pen drive dela.

Quando chegamos fiz o que sempre faço: deixei o Santa no estacionamento coberto do súper da Piá. Sempre faço isso, porque, invariavelmente, acabo fazendo alguma compra na loja, ou, como no caso de ontem, o almoço é no restaurante do súper .

Havia muita gente em NP, como sempre . Ônibus com turistas são presença constante nos dois pontos principais, a praça do labirinto e o parque Aldeia do Imigrante .

Na praça do labirinto até tentamos transitar , mas acontece que demos tantas voltas no mesmo lugar  que depois de um certo tempo, já com a fome batendo, nosso medo começou a ser o de não conseguirmos sair, e então desistimos e não fizemos outras tentativas.

Depois do almoço e tendo a filha exercido uma parte do seu poder de compra, resolvemos entrar no parque, que eu ainda não conhecia. Depois de algumas voltas  acabamos chegando na parte onde há a reprodução de uma aldeia do tempo da colonização .  A temperatura anda na casa dos , mas a sensação com o tempo seco era de mais. E então nós chegamos num ponto onde se podia tirar fotos caracterizados como colonos. Quando a filha demonstrou interesse em ver como era, senti a maldade, mas, vamos lá.

Se eu achei ruim, num primeiro momento, a ideia de trocar de roupa, a opção era mais prática, mas ainda pior: teríamos que vestir a outra roupa por cima da que estávamos usando. A filha gostou, e eu tá, então vamos .

Depois, lá fora, eu tinha que fazer cara de sério, porque no tempo da colonização, pelo jeito, o homem não ria. E a mulher ficava de pé, atrás. A foto que vai ficar com aparência de antiga, do tempo da colonização, poderá ser baixada no site da empresa promotora da brincadeira, daqui a alguns dias. Mas enquanto isso a menina usou nossas duas câmeras para nos registrar a cores , e depois nós mesmo nos fotografamos .

 A uma certa altura, não se contendo, a guria perguntou o que nós éramos, e se surpreendeu ao saber que éramos pai e filha. Ela e a Dafne ainda trocaram impressões sobre hoje em dia ser muito normal caras mais velhos com namoradas bem jovens, e depois, na volta, a filha especulou que a guria não me achou tão velho, ou achou que ela era moça demais, já que ela passa seguramente por menos de 18.

Sei que eu, na hora, disse a ela que só uma filha para fazer o sujeito passar por todo aquele calor, para nem falar na situação. Que não tinha nem namorada, nem esposa, que me fizesse passar por aquilo.

Depois disso demos mais umas voltas, comemos sorvete num buffet  e fizemos uma compra no súper.

Dei umas voltas de carro por ruas fora da área central, para a filha conhecer mais um pouco da cidade, e largamos de lá pouco depois das 16 hs.

Fiquei feliz por a filha ter gostado do passeio, da cidade, e ela ainda disse que está justificado o desejo do pai dela de ter um imóvel por lá. 


1 Comments Add Yours ↓

  1. picida ribeiro #
    1

    Achei tudo otimo:lindo o lugar
    Lindas fotos, bacana a ideia da foto ,bacana vc ter topado,são lembranças eternas, assim que se cria historias.



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