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Para o Gasto

VENCEU, mas SEM BRILHO

O jogo tinha tudo para ser uma grande partida, e foi o que se viu ao longo de todo primeiro tempo. O Cruzeiro entrou fechadinho, para barrar as investidas do Grêmio, que tem predomínio das ações. Ao longo do primeiro tempo Fábio trabalhou mais do que Grohe, e mesmo assim foram apenas duas boas defesas. A maior prova de que o Cruzeiro não estava a fim de jogo foi a cera que o goleiro fez todas as vezes que tinha que bater um tiro de meta.

Como eu disse de manhã, para meu amigo, o Edilson é envaretado, já está brigando com o árbitro, sendo sério candidato a não terminar o jogo. Menos mal que no finalzinho do primeiro tempo o Grêmio conseguiu seu gol, o que vai forçar o Cruzeiro a sair um pouco mais na segunda etapa, a fim de tentar equilibrar o placar.

Mano manda o mesmo time de volta do intervalo, mas por alguma questão provavelmente física teve que fazer a substituição de um lateral logo no início do segundo tempo. De acordo com o esperado, o Cruzeiro está tentando atacar com maior intensidade.

O segundo tempo transcorre bastante tumultuado por conta da fraqueza técnica do árbitro. Na segunda metade do segundo tempo Mano Menezes saca Rafael Sóbis para colocar outro atacante. A lesão de Pedro Geromel obrigou Renato a queimar uma substituição na defesa, mas os dois jogadores de ataque que ele costuma usar entraram, o que fez com que Arthur ficasse em campo até o final da partida.

Assim como o primeiro tempo foi totalmente do Grêmio, o segundo foi basicamente do Cruzeiro, que foi quem teve mais posse de bola, levou mais perigo ao ataque, mas esbarrou no sólido sistema defensivo do Grêmio. Já o goleiro Fábio não trabalhou no segundo tempo, não teve que fazer nenhuma intervenção e muito menos defesa importante.

Ao Grêmio preocupa o estado de Pedro Geromel para o jogo da semana que vem, no Mineirão.


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