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8ªs de Final – 3 e 4

DOMINGO 01.07.

(1° de B x 2° de A)

Em MOSCOU (l) – (3)

11h

ESPANHA 1 x 1 RÚSSIA

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Primeiro tempo: começando com ligeiro predomínio russo no meio campo. A Espanha é boa na marcação, mas não está conseguindo atacar. Nos primeiros minutos a ação se passa muito mais no lado do campo espanhol. A iniciativa do jogo é da Rússia. Depois do gol a Espanha passou a jogar mais, ficando com mais posse de bola e fazendo jogo de toque, enquanto a Rússia meio que acusou o golpe, passando a atacar menos. A dinâmica do início de partida se inverteu em favor da Espanha. A Rússia volta a dominar o jogo nos minutos finais, na tentativa de chegar ao empate. Aos 38 numa bola alçada na área espanhola a bola bate na cabeça e depois no braço de Gerard Piqué, o árbitro holandês Bjorn Kuipers demora um pouco, mas assinala o pênalti. A Espanha exagerou na administração do jogo, deixando o adversário crescer. E depois de sofrer o empate a Espanha volta a sair para o jogo, e já ameaça novamente, quase desempatando.

A Rússia volta com uma alteração para o reinício de partida.

Segundo tempo: no começo mais uma vez a Espanha tomou a iniciativa, o que foi relativamente equilibrado depois de dez minutos, mas a iniciativa mais aguda continua sendo da Seleção Espanhola. Enquanto segue o equilíbrio da partida eu começo a achar que este jogo será o primeiro das oitavas que vai para prorrogação. Chute de Iniesta da entrada da área, que Akinfeev defende no canto inferior direito, aos 39. À medida em que se aproxima o final do tempo de jogo, ainda sem sabermos os acréscimos, a pressão é toda do time espanhol. O jogo vai, mesmo, para a prorrogação.

Gols: Marco Asensio bate falta de pé trocado na direita, bola alta que atravessa a área russa e cai do outro lado, onde Sergio Ramos e Serguei Ignashévich disputam o lance, a bola bate na panturrilha do zagueiro russo e encobre o goleiro Akinfeev, aos11; Artem Dzyuba cobrando pênalti, bola no canto inferior esquerdo do gol de De Gea, aos 41.

*

Não pude assistir a prorrogação por estar em trânsito. Terminou empatada e a decisão foi para os pênaltis. E nos pênaltis a Rússia foi mais competente, vencendo por 4 a 3. A Espanha foi desclassificada diante de 78.011 pessoas.

ЯЯ

Em NIJNI NOVGOROD – (4)

(1° de D x 2° de C)

15h

CROÁCIA 1 x 1 DINAMARCA

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Primeiro tempo: o jogo começa em ritmo frenético, com a Dinamarca saindo para cima do adversário e a Croácia reagindo logo em seguida. Depois dos dois gols nos minutos iniciais as duas seleções diminuíram o ritmo, embora a Croácia tenha jogado muito mais, com mais posse de bola e maiores oportunidades, porque pressionou o tempo todo. A Dinamarca até tenta atacar, mas parece que falta coragem a alguns jogadores para decidir. Subasic e Schmeichel, os dois goleiros, fizeram pelo menos uma boa defesa, mas foi o dinamarquês o que mais trabalhou. No final do tempo de jogo a pressão era total por parte da Croácia.

A Dinamarca  volta com uma alteração para o reinício de partida.

Segundo tempo: a Dinamarca começa a segunda etapa correndo e tentando jogar mais. Esta dinâmica se manteve o tempo todo durante a segunda etapa. As duas equipes procuraram atacar, embora a Dinamarca tenha feito grande pressão nos minutos finais, Os goleiros fizeram muitas pequenas defesas, mas a maioria delas em chutes fracos que não levaram nenhum grande perigo. Em alguns momentos a impressão era de que jogadores da Dinamarca, em especial, ficavam com receio de tomar a decisão de finalizar em gol. O final do tempo normal foi arrastado, chegou a dar sono. E enfim veio a prorrogação.

Gols: cruzamento na área croata, bola rasteira que ninguém tira, e na confusão Mathias Jorgensen bate cruzado, à queima-roupa, Subasic toca nela, que vai mansamente para as redes, a 1 minuto; jogada do ataque croata, a bola acaba dentro da área dinamarquesa, a zaga não tira e Mario Mandzukic faz um meio giro de primeira e empata, aos 3.

PRORROGAÇÃO

1º tempo: muita iniciativa por parte da Dinamarca, que passou quase todo tempo de jogo no campo da Croácia, mas sem grande efetividade. A Croácia deu uma pressionadinha os minutos finais, mas a verdade é que nenhuma das duas seleções arriscou correr riscos.

2º tempo: segue o equilíbrio, mas a Croácia teve a grande chance de passar à frente aos 8 minutos, quando Rebic, lançado em velocidade, ganhou na corrida da zaga, entrou na área, driblou o goleiro e no momento da conclusão foi derrubado por trás por Mathias Jorgensen. O árbitro Nestor Pitana não hesitou em assinalar o pênalti. Aos 10 Modric, cansado, extenuado, bateu um pênalti telegrafado, fraco, facilitando a defesa de Schmeichel. A partir disso a Dinamarca renasceu na partida e conseguiu levar para a decisão por pênaltis.

DECISÃO por TIROS LIVRES

A Dinamarca começa a sequência:

Eriksen bate e Subasic defende; Padeli bate e Schmeichel defende; Kjaer bate e converte (1); Kramaric bate e converte (1); KrohnDeli bate e converte (2); Modric bate e converte (2); Schöne bate e Subasic defende; Pivaric bate e Schmeichel defende; Nicolai Jorgensen bate e Subasic defende; Rakitic bate e converte (3).

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A Dinamarca é eliminada diante de 40.851 pessoas.


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