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8ªs de Final – 7 e 8

TERÇA03.07.

(1° de F x 2° de E)

11h

Em SÃO PETESBURGO – (7)

SUÉCIA 1 x 0 SUÍÇA

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Primeiro tempo: o jogo começa com muita velocidade de lado a lado, com a Suécia tentado tocar a bola, mas a Suíça começa mais rápida e é quem 6tem as melhores oportunidades de ataque, nos primeiros minutos. As duas equipes têm grandes dificuldades para atacar, mas até o momento foi Yann Sommer quem mais trabalhou, fazendo defesa complicada em chute de Berg de dentro da área, aos 28. Olsen também fez uma boa defesa, em chute de Ricardo Rodríguez, aos 32. No final da primeira etapa a pressão era toda Suíça.

As equipes voltam sem alterações para o reinício de partida.

Segundo tempo: a volta do intervalo mais decidida a não deixar que o jogo se arraste para a prorrogação. Nos primeiros minutos pressiona muito, empurrando a Suécia para seu campo e jogando no campo do adversário. O gol sueco acontece num momento da partida em que a Suíça jogava mais. A Suécia não conseguia atacar, mas a marcação alta várias vezes se encarrega de provocar o erro dos suíços e recuperar a bola. Num desses erros aconteceu o lance do gol. A partir disso a Suíça passou a pressionar, e pressionou muito, mas sem qualquer organização e/ou qualidade. Alguns jogadores até demonstram falta de confiança, porque abre a chance de chutar em gol e não o fazem. A Suécia se encolhe e procura jogar nos contra-ataques. Se defende praticamente com os onze, quando a Suíça tem a bola. O jogo foi corrido e o árbitro deu apenas os três minutos protocolares de acréscimos. Cruzamento de Rodríguez da esquerda, bola alta na área sueca, onde Haris Seferovic cabeceia para defesa de Olsen, no chão, aos 46. No último lance importante da partida, aos 48. o árbitro Damir Skomina, da Eslovênia, assinala um pênalti e depois volta atrás, alertado pelo árbitro de vídeo.

Gols: segundo tempo: depois de muito errar, Forsberg recebe uma bola na entrada da área, bate forte em direção ao gol, e no meio do caminho Manuel Akanji mete o pé na bola, que desvia de Yann Sommer e entra no canto direito, aos 21.

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A Suécia passa para as quartas.

фф

(1° de H x 2° de G)

15h

Em MOSCOU (s) – (8)

COLÔMBIA 1 x 1 INGLATERRA

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Primeiro tempo:  o primeiro tempo teve muita correria, muito poucas chances de gol e muitos desentendimentos entre jogadores. O norteamericano Mark Geiger passou boa parte do tempo administrando discussões entre os atletas. Pelo lado inglês, Dele Alli, principal nome, não consegue jogar. Pelo lado colombiano, que não conta com James Rodríguez por conta de lesão, Radamel Garcia também não entrou no jogo. As duas defesas são fortes, marcam bastante, e os goleiros fizeram muito pouco além de intervenções. Não aconteceu nenhum grande lance que tivesse tido perigo de decidir alguma coisa. Muitos erros de passes e era isso, ao final do tempo de jogo. Não houve qualquer momento de eventual superioridade entre uma seleção e outra.

As equipes voltam sem alterações para o reinício de partida.

Segundo tempo: o início da segunda etapa foi de mesma dinâmica do final do primeiro. Aos 8 minutos aconteceu um pênalti de Carlos Sánchez sobre Harry Kane, em cobrança de escanteio. O zagueiro não só agarrou o atacante pela barriga como depois montou na cacunda, e o árbitro não hesitou em assinalar a penalidade, o que gerou nova discussão entre jogadores. Depois do gol sofrido a Colômbia se obriga a sair para o tudo ou nada. Chute fraco de Falcão Garcia que Pickford pega sem problemas no meio do gol, aos 41. Por conta das confusões do reinício de jogo, o árbitro deu cinco minutos de acréscimos. Chute de Uribe do meio da rua que Pickford defende no canto esquerdo, mandando para escanteio, o primeiro da Colômbia no jogo, aos 47.

Gols: segundo tempo: Kane batendo pênalti, Ospina pula para o lado direito, bola no meio do gol, aos12; cobrança de escanteio da direita, bola alta na área inglesa, onde Mina, pulando muito mais do que todo mundo, cabeceia para baixo, a bola quica e vai no canto superior direito, onde o lateral Krippier ainda tenta cortar de cabeça mas não consegue evitar o gol que  leva o jogo para a prorrogação, aos 48.

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Quando ninguém mais acreditava, a partida vai para uma decisão desgastante.

PRORROGAÇÃO

1° tempo: começando já com tumulto por conta de uma falta invertida, a 1 minuto. Muita confusão, pouco futebol e a Colômbia jogando o tempo todo no campo da Inglaterra, que não abdicou de seu jeito pragmático de jogar, tocando a bola e se defendendo.

2° tempo: .nesta etapa a Inglaterra tomou um pouco mais de iniciativa, mas não soube se aproveitar do fato de o zagueiro Mina estar lesionado, jogando com uma perna só, desde a marcação do gol de empate. Passou mais tempo no campo adversário, obrigando Ospina a fazer várias intervenções, mas faltou pontaria nas finalizações. A decisão vai para os pênaltis.

Na cobrança de tiros livres a Colômbia começa.

Falcão Garcia bate e converte (1); Harry Kane bate e converte (1); Cuadrado bate e converte (2); Rashford bate e converte (2); Muriel bate e converte (3); Henderson bate e Ospina defende no canto esquerdo; Uribe bate e acerta a trave; Trippier bate e converte (3); Bacca bate e Pickford defende no meio do gol; Dier bate e converte (4).

 A Inglaterra se classifica para enfrentar a Suécia.


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