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Adaptado

RECUAR PARA AVANÇAR

Passado o momento de rebeldia do Santa, no começo do ano, duas constatações: primeiro, que ainda há coisas a fazer, para que ele fique efetivamente 100%. Segundo, que os gastos com manutenção que aconteceram no mês passado não ocorrendo em Fevereiro faz com que já comece o movimento de recuperação da minha conta bancária.

Daqui a pouco a nova surdina estará paga. Logo em seguida a bateria, logo depois os pneus, e aí já sei que vou procurar uma outra loja que não o Big, para parcelar o outro jogo de pneus em mais vezes no cartão de crédito, do que apenas três.

A principal diferença, entretanto, e de acordo com o que havia me dito o dono da mecânica em que foi feita a troca do carburador, foi que a mudança no consumo já ficou bastante evidente. Com o carburador anterior o Santa bebia muito mais. Reabastecimentos que entes chegavam aos 20 litros agora não chegam a 15, com a mesma quilometragem rodada. Na questão da troca do carburador o carro está se pagando.

Na questão de planos de longo prazo, como alguns poucos que tenho, é muito importante se fazer correções de rumo quando se tornam necessárias, por uma questão de sobrevivência do próprio plano, às vezes. No caso dos problema do Santa no começo do ano, para minha felicidade eu além de ter um bom saldo na conta corrente ainda podia contar com uma entrada importante no final do mês de Janeiro.

Isso efetivamente aconteceu, porém para o final de Fevereiro não haverá nenhuma entrada extra, embora o montante de saídas já seja menor e tenda a diminuir ainda mais em Março. Significa dizer que mesmo com o recuo no volume de saídas o não avanço no de entradas acabará me levando a entrar no vermelho no cheque especial, e é aí que entra a correção de rumo do momento.

Da metade de Fevereiro em diante, em datas um pouco afastadas umas das outras, alguns débitos em conta vão avançar no cheque especial. Será nesses dias que o dinheiro da poupança vai fazer o caminho inverso, será transferido de modo que complete o tanto que adentrar o cheque especial e mantenha aquele valor intacto.

Como a tendência de saída de valores tende a diminuir de forma bem espaçada, estas transferências deverão também ficar mais espaçadas, pelo menos até Abril, quando eu sair em férias, e aí vai se inverter de novo a mão das movimentações financeiras, porque o juro do cheque especial me cobra muito mais do que paga a poupança e não vale a pena me pegar ao pensamento de não querer mexer na poupança.

Em tal circunstância será imperativo mexer no investimento.


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