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AUTORRECICLADO

O processo pessoal de abolir a compulsão para acúmulo de papelada não me parece estar sendo tão dolorido quanto pensei que seria. Depois que passei o estoque (digamos assim) do guarda-roupa do quarto 2 para o balcão da estante da sala (acabando também com as trouxas de roupa lavada que ficavam ali guardadas para dobra, o que passou a ser feito diretamente quando a roupa seca sai da corda), assumindo o compromisso de nada mais colocar além do que já estava, tenho conseguido colocar papeis direto no saco do lixo seco sem maiores traumas.

No dia de ontem até fui ao balcão e separei algumas embalagens de produtos encaixotados que estavam guardadas e as trouxe na mochila para uso em anotações de trabalho e também para os rascunhos dos posts do blogue. Como escrevi logo no começo da utilização deste tipo de expediente, posso afirmar que foi uma grande sacada. O descarte de papelada agora tem se tornado muito rápido.

Há todo um processo de mudança de hábitos acontecendo, e o que eu acho legal é que mais uma vez estou conseguindo fazê-lo sem a necessidade de ajuda especializada. Cumpre ressaltar, entretanto, que se não fosse a insistência da Lisiane sobre a necessidade de mudança nada disso estaria acontecendo, ao menos não na velocidade em que está. Ela não é especialista, mas não resta dúvida de que foi a catalisadora das mudanças.

A minha parte foi a de vencer a natural resistência a sair da zona de conforto (ou seria zona de loucura?)

P.S.: No posto de hoje do Diário faltou dizer que ontem chegou o rolo com os 36 m² de piso vinílico a ser colocado nos quartos. Foi preciso pedir ajuda a um dos amigos da guarita para coloca-lo no elevador. O troço pesa 50,5 kg. Os materiais começam a chegar.


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