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	<title>Quem Vai Querer Saber?™ &#187; Desvarios</title>
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	<description>Um dia senti uma grande necessidade de escrever e não tinha para quem, então resolvi escrever para mim mesmo. Agora teimo em fazê-lo porque tenho alguns leitores. Gente que teve paciência para querer ler o blog onde o que não interessa não tem fundamento.</description>
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		<title>Em Gestação</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 14:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[TEMPO de PREPARAÇÃO Passei um pedaço da manhã escrevendo sobre uma ideia que ainda não decolou. O que escrevi ainda não pode ir para o blogue. A ideia não é nova, muito já se escreveu a respeito, o que muda é apenas o modo de escrever e as visões de mundo de quem escreve. Talvez apenas a [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/02/06/sem-prazo/">Em Gestação</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">TEMPO de PREPARAÇÃO</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><span style="color: #000080;">Passei um pedaço da manhã escrevendo sobre uma ideia que ainda não decolou. O que escrevi ainda não pode ir para o blogue. A ideia não é nova, muito já se escreveu a respeito, o que muda é apenas o modo de escrever e as visões de mundo de quem escreve.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Talvez apenas a visão de mundo já justificasse que a imaginação saísse da mente, chegasse ao papel e depois disso à telinha do computador.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ter ideias é fácil. Complicada é a sua expressão. Amarrar detalhes.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Tudo muito confuso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Lembro de uma cena do filme Apollo 13 em que o personagem de Gary Sinise, o astronauta Ken Mattingly, fez muitos e muitos cálculos a fim de ajudar os que estavam no espaço a voltarem à Terra.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Quando penso que o que escrevi está pronto para sair do papel e vir para o blogue, acontece um ritual: pego as folhas como se fossem a papelada mais importante do mundo e venho para o micro como se tivesse encontrado a solução de algum problema muito grave.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Assumo posição solene na cadeira.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Com o Windows carregado, conecto na internet. Minha página inicial do Explorer é a da ZH digital. Vejo as notícias. Abro aquelas manchetes que mais me chamaram a atenção. Verifico e-mails (<span style="color: #800000;">a maioria propaganda descartável</span>); bloqueio remetentes que possam ser disseminadores de vírus. Enquanto isso o Media Player vai tocando sempre a mesma música, uma música linda, aleatoriamente selecionada pelo próprio programa para ser a primeira a tocar quando ele abre, e eu gosto dela.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Summer Madness, de Kool &amp; The Gang.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Os quase cinco minutos em que ela toca são uma espécie de <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">prazo para abertura dos trabalhos</span>&#8220;</strong>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Quando ela termina, estou pronto.</span></p>
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		<title>Atonytous Gourmet</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2012/02/04/atonytous-gourmet/</link>
		<comments>http://niltonroberto.blog.br/2012/02/04/atonytous-gourmet/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 00:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[PARDAL na COZINHA  Cheguei em casa, hoje, vindo do plantão, com uma fome doentia. Também podia ter escrito &#8220;doentinha&#8220;. De qualquer maneira, ela precisava de uma medicação. Tinha passado a manhã inteira com uma grande preocupação: três filés de peixe guardados há três dias dentro de um pote na geladeira, para os quais precisava de [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/02/04/atonytous-gourmet/">Atonytous Gourmet</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>PARDAL na COZINHA</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"> </span><span style="color: #000080;">Cheguei em casa, hoje, vindo do plantão, com uma fome doentia. Também podia ter escrito <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">doentinha</span>&#8220;</strong>. De qualquer maneira, ela precisava de uma medicação.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Tinha passado a manhã inteira com uma grande preocupação: três filés de peixe guardados há três dias dentro de um pote na geladeira, para os quais precisava de alguma solução. E ela tinha que ser rápida, por várias razões. A primeira delas já mencionada, a fome que fazia meu estômago roncar de maneira descontrolada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Pensei que não queria perder tempo assando no forno convencional. Cozido de forma convencional também estava fora de questão. Queria fazer no microondas e me socorri do manual. Tive que juntar duas informações básicas, e é claro que só aí descobri que as instruções nele estão incompletas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Se eu quiser cozinhar o peixe, o manual me diz que tenho que usar potência alta. Legal, mas não diz por quanto tempo. Se eu quiser descongelar o peixe, o manual me dá o tempo, mas não dá a potência.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">No meu caso, o peixe já estava descongelado.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Na impossibilidade de informações complementares, fiz alguns cálculos elementares, usando a potência do cozimento pelo tempo do descongelamento.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O bom de fazer as coisas só para mim é que não tem ninguém para reclamar quando as coisas não saem perfeitas, aliás, como já escrevi antes, a perfeição deve ser uma coisa muito chata.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Que os perfeitos protestem.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas voltando: o peixe estava acondicionado em <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">líquido de peixe</span>&#8220;</strong> (<span style="color: #800000;">não sei o nome técnico</span>) e resolvi transferir o líquido junto com os filés para o prato. Depois armei o que uma amiga definiu como <span style="color: #800000;"><em>uma bomba</em></span>: temperei com pouco sal, um pouco de pasta de alho, um pouco de queijo ralado light, um pouco de orégano.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E bota pra rodar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em tempo: uma outra parte boa de fazer as coisas só para mim reside no fato de que quando dão certo não importa que não haja ninguém junto para saber. Basta <em><span style="color: #800000;">eu</span></em> saber que fui capaz de fazer a coisa direito.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas não foi bem o caso. Eu explico.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Por pura babaquice (<span style="color: #800000;">que novidade</span>), ao colocar o líquido de peixe junto para cozinhar, eu não podia esperar que os filés ficassem crocantes.<br />
Na verdade, crocantes eles poderiam ficar se eu os queimasse no forno convencional. Por uma outra falta de conhecimento descobri que o ideal não é colocar pouco orégano, o ideal seria orégano nenhum. E, claro (<span style="color: #800000;">o que também poderia ajudar na crocância</span>), entendi, também, que o tempo mínimo de cozimento pode ser maior que os 13 minutos (<span style="color: #800000;">se bem que sem o líquido será preciso experimentar com cautela</span>) do descongelamento.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Como resultado final, saiu um peixe com a consistência de um ensopado e mais salgado do que eu tinha calculado, mas acho que o efeito orégano potencializou o gosto mais forte. Já fiz essa mesma coisa com salmão no forno convencional e ficou tri.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Desta vez era filé de pescada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Valeu porque resolveu o problema da fome sequelada.</span></p>
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		<title>Terra Arrasada</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2012/01/30/terra-arrasada/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 19:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[A VOLTA O que mais me assusta na atual campanha do Grêmio é aquilo que eu penso e já disse para colegas e amigos, e já escutei o Sérgio Boaz dizer na rádio: daqui a pouco alguém do clube vai bater na porta da casa do técnico Celso Roth. Caio Jr. é bom de entrevista, [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/30/terra-arrasada/">Terra Arrasada</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>A VOLTA</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O que mais me assusta na atual campanha do Grêmio é aquilo que eu penso e já disse para colegas e amigos, e já escutei o Sérgio Boaz dizer na rádio: daqui a pouco alguém do clube vai bater na porta da casa do técnico Celso Roth.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Caio Jr. é bom de entrevista, mas o time não podia perder duas de três partidas, já estando ameaçado de ficar fora do quadrangular do primeiro turno. Está com três pontos enquanto o Caxias é líder, com 9. Na quinta-feira estaremos chegando à metade do 1º turno.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Com o Celso já se sabe o que vai acontecer: ele tira os melhores jogadores do time, deixa medalhões (<span style="color: #800000;">Caio pelo menos tirou Douglas, ontem, que não estava jogando nada</span>), dá uma boa arrancada, mas não ganha nada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Caio Jr. é uma aposta, mas então, aposta por aposta, até Pícolli, técnico do Juventude, conseguiu anular o Grêmio, ontem, sem ter grandes jogadores, mas fazendo uma boa leitura tática da partida.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O Grêmio precisa acordar.</span></p>
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		<title>Em Baixa</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2012/01/16/21058/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 14:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[ SOB INVESTIGAÇÃO Sentado à mesa o sono bate. Fecho os olhos e chego mesmo a sonhar. A única coisa que ainda conseguiria fazer, mesmo com todos os sons que vêm da rua, entre cantos de pássaros e a serra elétrica da Concrisa, seria dormir. O problema é que depois, à noite, em meio ao silêncio, [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/16/21058/">Em Baixa</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong> SOB INVESTIGAÇÃO</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Sentado à mesa o sono bate.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Fecho os olhos e chego mesmo a sonhar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A única coisa que ainda conseguiria fazer, mesmo com todos os sons que vêm da rua, entre cantos de pássaros e a serra elétrica da Concrisa, seria dormir.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O problema é que depois, à noite, em meio ao silêncio, posso perder o sono. Dormir agora seria bom, mas antes disso me vem aquele pensamento de que dormir durante o dia é um enorme desperdício. Ao mesmo tempo, estar acordado não me ajuda sequer a ter uma boa ideia para escrever. Aliás, diga-se de passagem, por falar em ideia, me veio à mente, de maneira insistente, uma coisa que o Dyer diz em um de seus livros, de que basta que uma pessoa tenha uma ideia qualquer, para que então qualquer outra pessoa possa formulá-la. Tive a compreensão disso no Natal, quando parte da família esteve reunida.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Houve um momento, na hora da ceia, em que uma ideia para uma piada me passou pela cabeça, com base no que estava sendo falado num determinado instante, ao mesmo tempo veio o pensamento de que se eu a mencionasse a maioria das pessoas não entenderia e eu teria que explicar, então achei melhor ficar quieto. Quase no mesmo momento, sentada à minha frente, do outro lado da mesa, minha sobrinha mais velha teve a mesma ideia que eu, só que ela falou, e todos entenderam a piada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E eu na mesma hora pensei, o Dyer tinha razão.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É a mesma razão que tem Robert T. Kiyosaki quando diz, na página 104 de<span style="color: #3366ff;"> <strong><span style="color: #ff00ff;">Pai Rico, Pai Pobre</span></strong></span>, que <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">são o medo e a falta de autoconfiança os grandes empecilhos à manifestação do gênio pessoal</span>&#8220;</strong>. O que me leva a pensar sobre o que faz, apesar de tudo que fiz e ainda faço na vida, com que meu gênio pessoal ainda não tenha se manifestado (<span style="color: #800000;">ao menos não como eu imagino que deveria</span>).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Fico me perguntando, então, do que eu ainda tenho medo, e o que causa minha falta de autoconfiança. Não pode ser a rejeição. Se fosse isso eu não escreveria um blogue, pelo menos não nos moldes em que o <span style="color: #800000;"><strong>Quem Vai Querer Saber</strong></span> é proposto.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Tá louco.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas como concordo com o Dyer quando ele diz que o conhecimento é o antídoto para banir o medo e a dúvida, sei que tudo que eu escrever aqui será passível de rejeição. Ainda segundo o Dyer, pelo menos 50% das pessoas vai discordar de pelo menos 50% do que eu escrever. Meu conhecimento disso faz com que eu não tenha dúvidas quanto a continuar escrevendo, nem medo de expor ideias ou contar fatos do meu dia a dia.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Talvez um certo grau de exigência comigo mesmo esteja inibindo meu gênio pessoal, ou até mesmo impedindo que eu reconheça que ele já pode estar se manifestando.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Eu realmente não sei o que acontece com relação a isso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas sei que todas essas reflexões ajudam a desovar um monte de papel.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">*</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #800000;">P.S.</span></strong>: uma outra coisa que eu sei é que o sono inibe minha vontade de ler. Sei que quando abaixar a cabeça sobre os livros os olhos vão começar a pesar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Também sei que quando ligar o computador para transcrever os rascunhos dificilmente vou conseguir desligá-lo, não totalmente por causa da internet, mas porque falta escanear quase <span style="color: #800000;">1.000</span> fotos de quando os filhos eram pequenos, além das que já foram, e tenho expectativa de terminar esta função ainda <em><span style="color: #800000;">nesta </span></em>vida.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Quero dar um pen drive com todas elas para cada filho, para que eles tenham em mãos a vida documentada em imagens. Ao ritmo de enquanto dura a minha paciência por cada dia, a coisa vai longe só com as fotos que estão comigo, tem uma quantidade igual ou maior na casa dos meus pais. É uma coisa descomunal. Leva tempo, paciência, rouba espaço de outras coisas, como a leitura. Ao tempo de cerca de um minuto para visualizar, cortar, escanear, colocar a data e salvar na pasta destino, seria uma tarefa até rápida se eu ficasse, mesmo, tipo uma hora por dia sem parar, mas nunca acontece assim. Tem várias coisas que interferem. Conversas na internet, busca de música, vídeos de OVNIs, cópias de músicas da pasta master para os pen drives, tarefas de casa, tudo isso dificulta.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas me propus a fazer e vou fazer. Pelo menos toda esta agitação afasta o sono. Mas que eu gostaria de poder ler mais, não resta dúvida. Preciso de dias maiores que 24 horas, ou empreitadas pessoais menores, ou férias, ou, melhor, aposentadoria.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O que fazer não vai faltar, absolutamente. Toda a minha preparação está valendo.</span></p>
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		<title>Qualquer Coisa</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2012/01/08/qualquer-coisa/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 11:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[A HIPÓTESE Supondo que acontecesse comigo. Alguém ligando e pedindo que eu escrevesse alguma coisa sobre qualquer coisa, tema livre. Uma barbada. Mas não vale escrever sobre falta de ideias. Bom, aí complica. É que é um recurso dos mais manjados. Começa-se dizendo que precisa escrever mas não sabe sobre o quê, e aí acaba-se escrevendo sobre [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/08/qualquer-coisa/">Qualquer Coisa</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><span style="color: #800000;">A HIPÓTESE</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Supondo que acontecesse comigo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Alguém ligando e pedindo que eu escrevesse alguma coisa sobre qualquer coisa, tema livre.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Uma barbada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas não vale escrever sobre falta de ideias.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Bom, aí complica.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É que é um recurso dos mais manjados. Começa-se dizendo que precisa escrever mas não sabe sobre o quê, e aí acaba-se escrevendo sobre qualquer coisa, porque as ideias acabam surgindo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas não é esta a ideia?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Quase esqueci que a ideia era a de um pedido para que eu escrevesse alguma coisa sobre qualquer coisa.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ilusão minha ou a lembrança não faciitou em nada?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Digamos que um pedido nesse sentido me fosse realmente feito. Tratando-se de um esforço não remunerado e vivendo num regime democrático eu teria duas opções <em><span style="color: #ff00ff;">básicas</span></em> (<span style="color: #993300;">preciso explicar por que são <em><span style="color: #ff00ff;">básicas</span> </em>e por que a condição está sublinhada?</span>): aceitar ou não.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Caso não aceitasse, não precisaria mais me preocupar com a elaboração de um texto. Teria que me preocupar </span><em><span style="color: #800000;">apenas</span></em> <span style="color: #000080;">em elaborar uma desculpa que</span> <em><span style="color: #800000;">me</span></em> <span style="color: #000080;">convencesse a não me preocupar com a perda de um oportunidade não só de escrever, mas com a de amealhar algum prestígio como ecritor, para nem falar que assim estaria fechando as portas para algum eventual novo convite.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Se aceitasse, não precisaria me preocupar com tantas coisas, seria mais econômico pensar apenas na elaboração de um texto que falasse alguma coisa sobre qualquer coisa.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas espere: se eu me ligar <em><span style="color: #800000;">agora</span></em>, tenho tempo de me dar conta de que meu prestígio como escritor estará, sim, em jogo, porque não é fácil escrever sobre qualquer coisa, ainda mais quando qualquer coisa não se sabe o que é.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O risco é igual.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Há o risco da crítica, mas ele está presente até quando se tem um assunto definido. E se eu tivesse algum problema com a crítica, não escreveria nada, nem premeditado, muito menos improvisado. Geralmente quem critica não escreve, isso já diz muito.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O convite para escrever (</span><span style="color: #800000;">deixando bem claro que estou viajando em cima de uma <em><span style="color: #ff00ff;">hipótese hipotética</span></em></span><span style="color: #000080;">) seria uma prova do tamanho do prestígio de quem consegue enganar bem como escritor.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Seria mais um desafio que, naturalmente, seria aceito.</span></p>
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		<title>A Tese</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 16:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[Pt. 3 Deus é um cara maneiro. Tem ombros largos. A Ele são creditados não só a criação do nosso mundo, mas a de todo Universo, bem como a administração, somente no nosso planeta, das vidas de (hoje) 7 bilhões de pessoas. Talvez por ser coisa demais para apenas uma entidade (se bem que somos levados [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/07/a-tese-3/">A Tese</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Pt. 3</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><span style="color: #000080;">Deus é um cara maneiro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Tem ombros largos. A Ele são creditados não só a criação do nosso mundo, mas a de todo Universo, bem como a administração, somente no nosso planeta, das vidas de (<span style="color: #800000;">hoje</span>) 7 bilhões de pessoas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Talvez por ser coisa demais para apenas uma entidade (<span style="color: #800000;">se bem que somos levados a acreditar, às vezes, que o mesmo deus é três</span>) é que tantas pessoas morrem nas estradas, nas guerras, acidentes naturais, etc (<span style="color: #800000;">também conhecido como<strong> &#8220;<span style="color: #0000ff;">todas as demais coisas</span>&#8220;</strong></span>).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Agora imaginemos Deus administrando as <em><span style="color: #800000;">nossas</span></em> vidas e as vidas das demais pessoas em todo o Universo (<span style="color: #800000;">porque, vamos combinar, se fosse para colocar a vida num minúsculo planeta da Via Lactea, não seria necessário criar um espaço tão grande</span>). Se soubesse que teria que administrar tantas e tantas vidas (<span style="color: #800000;">incontável número de vidas</span>), talvez Deus possa ter pensado que seria impossível criá-las todas no mesmo momento, cuidar para que seu desenvolvimento fosse homogêneo e ainda cuidar para que os vários planetas habitados nunca soubessem das existências uns dos outros.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Toda esta teoria alivia as cabeças, os corações e as almas dos céticos, mas a mim não há nada que convença (<span style="color: #800000;">nada mesmo</span>), nenhuma explicação lógica vai me fazer acreditar que todas as civilizações do Universo estão em um mesmo estágio de desenvolvimento, em especial o tecnológico. Não tem como.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A arrogância ou o medo não nos faz admitir, mas é impossível que não existam outras civilizações bem mais adiantadas que a nossa, com conhecimentos científicos bem maiores que os nossos e com expectativas de vida maiores do que as nossas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Assim como é impossível não haver civilizações mais atrasadas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Planetas estão ainda se desenvolvendo, como a Terra, alguns podem ainda estar bem atrasados e outros mais adiantados. Para algumas civilizações podem não mais existir as restrições que nós ainda não conseguimos superar para viajar pelo espaço. Podemos estar (<span style="color: #800000;">e não tenho a menor dúvida de que <em><span style="color: #0000ff;">estamos</span></em></span>) sendo visitados por estes povos mais adiantados há milhões de anos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E nós continuamos a dizer que não e que não.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Então tá.</span></p>
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		<title>A Tese</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 16:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[Pt. 2 Cientistas confirmam que uma explosão extinguiu os dinossauros, há quase 70 milhões de anos. Cool. Legal. Supondo que algum asteróide tenha se chocado com a Terra com uma força tão grande a ponto de acabar com toda a vida &#8220;conhecida&#8220;. Tenho uma ou duas dúvidas. Fósseis de dinossauros são encontrados em todo mundo, [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/07/a-tese-2/">A Tese</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">Pt. 2</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Cientistas confirmam que uma explosão extinguiu os dinossauros, há quase 70 milhões de anos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Cool. Legal.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Supondo que algum asteróide tenha se chocado com a Terra com uma força tão grande a ponto de acabar com toda a vida <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">conhecida</span>&#8220;</strong>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Tenho uma ou duas dúvidas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Fósseis de dinossauros são encontrados em todo mundo, inclusive no fundo do mar, de onde se extrai muito petróleo. Bueno. Se são encontrados ossos e evidências de que os dinos andavam por toda parte, devo supor, então, que o asteróide que se chocou com o planeta era tão imenso, o choque foi tão grande que causou a separação dos continentes, mas não destruiu o planeta, apenas a vida que havia nele? Mais fácil supor que a separação não se deu no exato momento do impacto do astro com a superfície, para nem falar em danos à atmosfera ou redução de tamanho do objeto pelo atrito com ela.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Um afastamento gradual de gigantescos blocos de terra poderia explicar como ossos de um mesmo antigo animal podem aparecer ao longo das várias regiões do planeta. </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ou elas já existiam e alguém fora da Terra se deu conta de que por causa disso as espécies não evoluiriam da mesma maneira, nem estava gostando da velocidade lenta com que a evolução da vida no planeta vinha se desenvolvendo e decidiu apressar as coisas, liquidando com tudo através de uma explosão dirigida e recomeçando tudo de novo.</span></p>
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		<title>A Tese</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 15:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[Pt. 1 Desde criança, acho que desde 1968, algo assim, quando a Neugebauer lançou o bombom Love Me, me interesso por histórias de discos-voadores e visitantes extraterrestres. Já contei essa história aqui. O bombom foi lançado durante a apresentação de um filme que não era de classe B, era C ou D, intitulado &#8220;A Invasão dos Discos [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/07/a-tese/">A Tese</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #800000;">Pt. 1</span></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Desde criança, acho que desde 1968, algo assim, quando a Neugebauer lançou o bombom Love Me, me interesso por histórias de discos-voadores e visitantes extraterrestres.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Já contei essa história aqui.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O bombom foi lançado durante a apresentação de um filme que não era de classe B, era C ou D, intitulado<strong> &#8220;<span style="color: #008000;">A Invasão dos Discos Voadores</span>&#8220;</strong>, e eu lembro que, criança, ainda não habituado ao conceito de<strong> &#8220;<span style="color: #800000;">cinema</span>&#8220;</strong> em termos de atores, maquiagem e trilha sonora, fiquei apavorado. Só que a partir dali surgiu um interesse incontrolável sobre o tema. E depois andei vendo algumas coisas no céu, mas ainda acho pouco.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Sou um cara azarado.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Vira e mexe me deparo com a grade de programação da tv anunciando no Discovery Channel o programa <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">Histórias de Ovnis</span>&#8220;</strong>. Foi um dos que gravei na quinta à noite.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Meu azar é que toda vez que assisto um desses programas, aquele que estou assistindo, em especial, é focado na história de Roswell.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Isso me leva a pensar se não se trata de alguma conspiração extraterrestre para reforçar a opinião de quem acha que naves especiais e seres de outros planetas não existem, portanto não estariam aqui, o que lhes facilitaria a estratégia de dominação do mundo, dominação esta da qual os controles remotos dos aparelhos eletrônicos e as canetas Bic fariam parte, aliás, é com uma delas que estou escrevendo este rascunho.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas voltando a Roswell.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Para quem não sabe, então, em 1947 alguma coisa caiu do espaço no Estado norte americano do Novo México. Um fazendeiro local chegou aos destroços e ao comprovar, pelos restos que encontrou, que se tratava de algum tipo de engenho mecânico, tratou de avisar a base da Força Aérea americana que havia na região. Os militares chegaram, tomaram conta da área, recolheram materiais, e a partir dali começou uma das maiores farsas da História moderna.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Vamos abrir um parêntese.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Depoimento do filho de um dos oficiais encarregados de recolher as amostras do metal encontradas no local da suposta queda: naquele dia o pai chegou em casa, à noite, agitado. A mulher e o filho, àquela altura com cerca de 9 anos, dormiam. O homem os acordou e fez com que fossem à cozinha.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Lá, espalhados pelo chão, havia pedaços de um material que parecia tão fino quanto uma folha de alumínio, mas que era impossível de dobrar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Um outro militar aposentado, alta patente, testemunhou que havia materiais de aparência metálica que podiam ser amassados mas que depois retornavam à forma original.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Fechando parênteses.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">No dia seguinte a Força Aérea divulgou um comunicado (<span style="color: #800000;">oficial, portanto</span>) informando que um disco voador havia caído na região.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E no dia seguinte foi lançado outro comunicado (<span style="color: #800000;">portanto oficial</span>) de que o material encontrado fazia parte de um balão meteorológico que havia caído.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Esta é uma versão resumida do caso Roswell.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Passados 64 anos do acontecido, com a grande maioria das testemunhas e investigadores já falecidos, não é preciso ser nenhum vidente para afirmar que nunca vai se saber ao certo o que aconteceu lá.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas pela eternidade a fora permanecerão as dúvidas, que é o que me leva a escrever sobre o assunto. Junto com algumas delas, tenho algumas outras certezas. Mas essas certezas nasceram de crenças, e crenças todo mundo sabe que são apenas isso, coisas em que a gente acredita. Nenhuma das minhas dúvidas tem solução aparente (<span style="color: #800000;">se é que existe alguma, simples ou não</span>).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Por exemplo, eu gostaria de saber por que o governo norte americano se deu o trabalho de elaborar um relatório de <em><span style="color: #800000;">900 páginas</span></em> para explicar um balão meteorológico. Depois, quando surgiram os relatos de corpos encontrados na área da queda, o relatório para explicar os <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">bonecos de teste</span>&#8221; </strong>tinha 300, sendo que bonecos de teste começaram a ser usados apenas a partir de 1953.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Talvez o governo não quisesse admitir que fazia testes usando macacos até então. Pareceria desumano. Mas e o balão meteorológico? Por que divulgar um dia antes que um disco voador havia caído?</span></p>
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		<title>Só Para Constar</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 10:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[DESFAZENDO-ME de 2011 Quem não tem o talento de um Luis Fernando Veríssimo, por exemplo (e é o meu caso), escreve o que pode, do jeito que pode. Quando não tenho nada autobiográfico para escrever me socorre a ZH digital, que é a minha principal fonte de informação, e aí faço algum comentário em cima de [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/01/so-para-constar/">Só Para Constar</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">DESFAZENDO-ME de 2011</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong></strong><span style="color: #000080;">Quem não tem o talento de um Luis Fernando Veríssimo, por exemplo (<span style="color: #800000;">e é o meu caso</span>), escreve o que pode, do jeito que pode.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Quando não tenho nada autobiográfico para escrever me socorre a ZH digital, que é a minha principal fonte de informação, e aí faço algum comentário em cima de alguma notícia.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">N0ite dessas estava pensando em mim no ano de 2001, em uma época como esta, final de ano. Não tenho grandes lembranças. Mas ainda assim algumas coisas é possível comparar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Dez anos atrás eu não pensava, sequer cogitava a hipótese de usar aparelho ortodôntico. P</span><span style="color: #000080;">agava aluguel, na Antonio Joaquim Mesquita, Zona Norte. Lá, tive duas vizinhas que tornaram duas grandes amigas, não só minhas, mas entre elas. Era um prédio com apenas quatro apartamentos e ocupantes de três dos quatro tinham amizades entre si. Hoje moro num prédio com 32 apartamentos e mal conheço meus vizinhos de andar. É possível explicar por uma sutil circunstância, éramos todos os três divorciados passávamos a maior parte do tempo avulsos. Isso facilitava a amizade e convívio, sendo que minha vizinha de andar também criava os filhos sozinha, o que ajudava na discussão de problemas dos filhos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Naquela época, então, eu pagava aluguel, lutava para manter as prestações deste apartamento (<span style="color: #800000;">que hoje pago com alguma facilidade apesar de caríssimo</span>) e ainda tinha inventado de comprar aquele Voyage, que foi um carro muito bom, mesmo. Dez anos depois, portanto, não pago mais aluguel e passo um certo trabalho com o Sr. Santa, que é também um carro bom, já me proporcionou belas viagens, sozinho ou acompanhado &#8211; e que agora está isento de pagar IPVA.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Na televisão, minhas noites eram embaladas por seriados como Dawson&#8217;s Creek, Ally McBeal, O Desafio, Arquivo-X, E.R., Nova York Contra o Crime e outros que não lembro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Todos viraram apenas lembranças, porém, além das minhas próprias antigas gravações, boa parte deles pode ser encontrada em lojas como a Fnac e a Saraiva, em caixas de dvds separadas por temporadas. </span><span style="color: #000080;">Atualmente meus embalos são outros tantos seriados, e hoje em dia leio bem mais do que há dez anos, e também escuto muito mais música.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Minha vida se tornou muito mais fácil e mais tranquila, dez anos depois. O que não mudou foi o fato de ter chegado ao final de 2011 tão avulso quanto estava ao final de 2001. Uma pequena diferença é que ali eu estava havia dois anos sem ter nada com ninguém (<span style="color: #800000;">o que, como se sabe, só voltou a acontecer no final de 2007</span>). Agora não, faz apenas quatro meses que estou avulso (<span style="color: #800000;">mas parece que faz muito mais, de tão para trás que a coisa ficou</span>).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O que eu mais lamento, no período de dez anos?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Que naquela época eu ainda não tivesse despertado para a ideia de ter um blogue. Eles já existiam, em 2001, mas eu não me ligava, não dava bola.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Se tivesse aberto um naquela época, muito provavelmente também teria me indignado com o pouco espaço que o Terra me daria e teria feito o mesmo que fiz em 2008, só que talvez em 2002: teria migrado para uma estrutura como a da Median (<span style="color: #800000;">empresa de um dos meus primos</span>) e teria desde então o mesmo registro que tenho hoje. Aliás, o mesmo, não, ele seria bem maior. O que ficou registrado no Terra está lá, não puxei para cá. A rigor, minhas recordações começam de 2008 para cá.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E de lá para cá se passaram exatamente <strong><span style="color: #800000;">1.339</span></strong> dias, e em <em><span style="color: #800000;">todos</span></em> eles aconteceu pelo menos uma postagem. Quantas pessoas podem dizer que possuem um registro pessoal de seus últimos 1.300 e tantos dias?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Grande coisa.</span></p>
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		<title>Fogo Inimigo</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2011/12/29/fogo-inimigo/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 14:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desvarios]]></category>

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		<description><![CDATA[EXTINTOR de IDEIAS Ao começar a ler mais uma vez o capítulo do livro Seu Eu Sagrado, do Dyer, em que ele fala sobre o banimento da dúvida, mais uma vez me questiono sobre o por que de nos últimos tempos vir justamente me sentindo em dúvida a respeito de uma coisa que desde criança sempre me [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/12/29/fogo-inimigo/">Fogo Inimigo</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>EXTINTOR de IDEIAS</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ao começar a ler mais uma vez o capítulo do livro <span style="color: #800000;">Seu Eu Sagrado</span>, do Dyer, em que ele fala sobre o banimento da dúvida, mais uma vez me questiono sobre o por que de nos últimos tempos vir justamente me sentindo em dúvida a respeito de uma coisa que desde criança sempre me soube capaz de fazer.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Falo de escrever.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em algum momento alguma coisa aconteceu (<span style="color: #800000;">e não pode fazer tanto tempo assim</span>) que me fez (<span style="color: #800000;">e ainda faz</span>) desacreditar desta minha capacidade.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Uma coisa eu sei que me incomoda: logo eu, que acompanho muitos e muitos filmes e que não gosto de histórias de época, percebo que tenho imensas dificuldades para conseguir adaptar uma ideia que tenho às tecnologias de internet e telefone celular. Simplesmente não consigo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Penso numa história vivida sem essas modernidades e enquanto isso duvido que ela poderia ter grandes atrativos. Hoje em dia sei que conseguiria viver sem telefone celular. Definitivamente não conseguiria viver sem internet (<span style="color: #800000;">muito especialmente na hora de pagar as contas, aliás, hoje já paguei uma e li que os bancos atendem o público hoje e só reabrem em 2012</span>), porque ela é a maior das facilidades já inventadas pelo homem (<span style="color: #800000;">tá, digamos que seja a segunda, a primeira foi a roda</span>).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas na hora de escrever sobre uma aventura ou um romance, essas coisas fogem da minha capacidade de criação.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Seria preciso, mesmo, eu ter alguma dúvida sobre isso?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Sei que esses questionamentos não surgem do nada na minha cabeça,<em><span style="color: #800000;"> eu</span></em> coloco as dúvidas lá. <em><span style="color: #800000;">Eu </span></em>é que fico pensando na minha incapacidade literária de inclusão digital dos meus personagens. Será que preciso <em><span style="color: #800000;">ver</span></em> mais? <em><span style="color: #800000;">Ler</span></em> mais? <em><span style="color: #800000;">Ouvir</span></em> mais?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A dúvida persiste.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Sei que começo a escrever e daqui a pouco já estou cheio de questionamentos sobre como esta ou aquela situação poderia se desenvolver, com esta ou aquela tecnologia, e com que rapidez as coisas poderiam acontecer, e se forem assim tão rápidas, de que serviria escrever sobre elas?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E é por aí que termino não escrevendo nada.</span></p>
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