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	<title>Quem Vai Querer Saber?™ &#187; Relacionamentos</title>
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	<description>Um dia senti uma grande necessidade de escrever e não tinha para quem, então resolvi escrever para mim mesmo. Agora teimo em fazê-lo porque tenho alguns leitores. Gente que teve paciência para querer ler o blog onde o que não interessa não tem fundamento.</description>
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		<title>Terra à Vista</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 12:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[DEPENDE de VOCÊ Há uma entidade etérea e fugidia atrás da qual todas as pessoas andam. É a felicidade. Não há quem não acredite nela e não a persiga de alguma forma. Erram os que a procuram fora de si mesmos. O único caminho para a felicidade (se é que ambos existem) é o autoconhecimento. Na verdade, [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/11/felicidade-a-vista/">Terra à Vista</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>DEPENDE de VOCÊ</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Há uma entidade etérea e fugidia atrás da qual todas as pessoas andam. É a felicidade. Não há quem não acredite nela e não a persiga de alguma forma.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Erram os que a procuram fora de si mesmos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O único caminho para a felicidade (<span style="color: #800000;">se é que ambos existem</span>) é o autoconhecimento. Na verdade, dos três elementos (<span style="color: #800000;">o <em><span style="color: #0000ff;">autoconhecimento</span></em> como <em><span style="color: #0000ff;">caminho</span></em> para a<em><span style="color: #0000ff;"> felicidade</span></em></span>) ele é o único real. Quem conhece as próprias reações, controla os próprios pensamentos e portanto controla o que sente, tem uma maior tendência a não cometer os mesmos erros, não se deixar abater por acontecimentos normais da vida e até mesmo tende a se divertir mais na própria companhia.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O processo de se conhecer mais e melhor envolve uma predisposição para escutar mais, observar mais as reações das outras pessoas, e compará-las com as suas próprias, além de uma boa dose de determinação para alterar características pessoais que possam estar prejudicando seus relacionamentos pessoais em qualquer nível.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A simples melhora nas interações com outras pessoas já dá um ar de felicidade ao espaço que nos rodeia. O próprio ar de felicidade nos envolve, nos torna mais leves e por conseguinte mais interessantes.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É um esforço que só tem o custo de uma maior atenção com relação a nós mesmos e de uma firme vontade de fazer o que f0r necessário para nos conhecermos mais.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Como sempre digo, se <span style="color: #800000;"><em>uma</em></span> pessoa alguma vez conseguiu isso, então <span style="color: #800000;"><em>todas</em></span> podem fazê-lo.</span></p>
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		<title>É Uma Obrigação</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 11:57:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[NEGOCIAR ESPAÇO  Desde muito tempo penso que todo mundo deveria ter pelo menos um hobby. Alguma coisa que fosse de seu interesse pessoal, capaz de arrebatar sua atenção de maneira quase hipnótica. Algo a que se sentisse capaz de dedicar horas, mesmo que ninguém mais se interessasse por isso. Todo mundo deveria ter. Faz bem [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2012/01/10/20994/">É Uma Obrigação</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>NEGOCIAR ESPAÇO </strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Desde muito tempo penso que todo mundo deveria ter pelo menos <em><span style="color: #800000;">um</span></em> hobby. Alguma coisa que fosse de seu interesse pessoal, capaz de arrebatar sua atenção de maneira quase hipnótica. Algo a que se sentisse capaz de dedicar horas, mesmo que ninguém mais se interessasse por isso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Todo mundo deveria ter.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Faz bem para a alma. Faz bem para o processo de renovação pessoal por que todos deveriam ter direito de passar sem traumas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">No meu entender, os hobbies favorecem os relacionamentos e ajudam a aproximar as pessoas. Por mais paradoxal que seja, como pode uma coisa que você gosta de fazer mesmo sozinho aproximá-lo de alguém? Como pode isso não atrapalhar o relacionamento?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É tão simples, não entendo como tem gente que não entende.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A maior prova de que não é o hobby que atrapalha o relacionamento é o fato de que as pessoas depois que se separam invariavelmente alegam que prezam <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">a minha liberdade</span>&#8220;</strong>. Isso se dá porque, em geral, não tiveram seus espaços respeitados por seus parceiros. Por espaço entenda-se seus momentos de introspecção. De ficarem a sós consigo mesmas, seus pensamentos, seus gostos pessoais.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A pessoa que não tem nenhuma atividade de gosto pessoal se sente sozinha mesmo na companhia de outra. Por não ter mais nada que lhe interesse (<span style="color: #800000;">nem mesmo a necessidade da outra pessoa de lidar com coisas que lhe fazem bem</span>), exige o tempo todo a atenção da outra pessoa. E não tem nada mais estressante num relacionamento, nada mais detonante, do que ter que abrir mão de alguma coisa da qual se gosta para ter que ficar o tempo todo atendendo a carência de outra pessoa. Provando que gosta dela, que é um cara (<span style="color: #800000;">ou uma guria</span>) legal, confiável, etc.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Isso se torna ainda mais insustentável quando, por uma série de razões, as pessoas não dispõem de muito tempo, não só para ficarem juntas, como para cuidarem de suas almas através de seus hobbies. Pior ainda se uma delas não tiver nenhum.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Como sempre, tudo passa pelo nível de diálogo do casal e por sua habilidade de negociar.</span></p>
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		<title>Perfeito Estranho</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2011/12/31/perfeito-estranho/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 14:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[SEM ESTRANHEZA E assim termina o ano. Tá, eu sei, não ando falando nada sobre o coração, perspectiva amorosa e &#8220;todas as demais coisas&#8221; (também conhecidas como etc). Faz algum tempo tomei a decisão de não misturar mais as coisas que coloco no blogue com o lado pessoal, ou vice versa, mas há algumas coisas [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/12/31/perfeito-estranho/">Perfeito Estranho</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">SEM ESTRANHEZA</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E assim termina o ano.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Tá, eu sei, não ando falando nada sobre o coração, perspectiva amorosa e <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">todas as demais coisas</span>&#8221; </strong>(<span style="color: #ff00ff;">também conhecidas como <span style="color: #800000;"><em>etc</em></span></span>).</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Faz algum tempo tomei a decisão de não misturar mais as coisas que coloco no blogue com o lado pessoal, ou vice versa, mas há algumas coisas que posso comentar, com base em minhas conversas com o Infiltrado e outras pessoas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em primeiro lugar, estava certa a minha mãe quando disse, a certa altura do ano, que é fácil gostar de mim. Eu não acho isso, mas, ao mesmo tempo, tenho recebido manifestações de pessoas (<span style="color: #800000;">mulheres, obviamente</span>) c0m quem converso desde a segunda metade do ano, de que estão felizes com 2011, ou agradecem a este ano o fato de terem me conhecido; que nossas conversas as ajudaram bastante; que <em>eu</em> lhes ensinei algumas coisas. Enfim.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em segundo lugar, estava certa a minha mãe quando na mesma oportunidade afirmou que eu sou estranho. Dada a minha natureza relativamente infiltrada na Humanidade, não vejo por que não concordar. O que também não posso deixar passar é o fato de que esta minha estranheza passa muito pela parte de que procuro ser do jeito que sou, do jeito que tiver que ser, sem me preocupar se isso vai agradar às pessoas, e é por aí que percebo que acabo sendo respeitado pela maioria delas. Inclusive percebo cumprimentos de colegas de trabalho que eu achava que até nem iam com a minha cara.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Duas conversas de ontem me deram mais uma vez essas noções, sendo que uma delas me fez ver o quanto deixo de perceber em mim mesmo simplesmente porque tenho um jeito de ser <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">estranho</span>&#8220;</strong>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em uma das conversas a pessoa me disse que estava há três meses saindo com alguém que conheceu no site do Badoo (<span style="color: #800000;">antes ela perguntou se <span style="color: #0000ff;"><em>eu</em></span> já havia conhecido alguém naquele site e só então me dei conta de que ainda não havia lhe mencionado a última namorada</span>) e que agora estava descobrindo que a pessoa não era o que parecia, era propaganda enganosa.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Considerando que não pode fazer mais do que cinco meses que conheço essa pessoa, já tendo deixado de sair com ela pelo menos uma vez, por uma circunstância <span style="color: #800000;">&#8220;estranha&#8221;</span>, minha, deduzo que o meu jeito demorado de fazer as coisas acontecerem, de conversar bastante a fim de tentar conhecer as pessoas, e deixar que me conheçam (<span style="color: #800000;">como eu disse a ela, tenho um jeito que às vezes parece não muito amistoso, mas, em compensação, comigo todo mundo sabe exatamente o que está comprando</span>), é o certo, e azar (<span style="color: #800000;">como também já aconteceu</span>) de quem tiver muita pressa em me conhecer pessoalmente. Quanto maior a pressa, mais arisco eu fico, a não ser em casos excepcionais, mas assim, ó, <em><span style="color: #800000;">muito</span></em>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em uma segunda conversa, uma pessoa imp0rtante me disse que eu sou perfeito com todas as pessoas, porque, para todas elas, eu primeiro mostro que <em><span style="color: #800000;">me </span></em>amo, que gosto da <em><span style="color: #800000;">minha </span></em>companhia, em primeiro lugar eu <em><span style="color: #800000;">me</span></em> agrado, pensando sempre na <em><span style="color: #800000;">minha</span></em> felicidade, passando uma noção do tipo <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">me amem, mas é assim que eu sou</span>&#8220;</strong>, o que as força a também olharem para dentro de si mesmas, que é uma coisa que nem todas gostam de fazer.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Bom, eu nunca parei para pensar neste tipo de coisas, porque, mesmo que seja o que a pessoa falou, cá comigo não há nada premeditado, simplesmente é assim que sou <span style="color: #800000;">agora</span> (<span style="color: #3366ff;">agora faz tempo</span>), porque nem sempre fui assim, como já mencionei antes.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Vou bater sempre numa mesma tecla até todos cansarem: se <em><span style="color: #800000;">uma</span></em> pessoa conseguiu se modificar a um tal ponto, neste mundo, então qualquer pessoa pode, é uma questão única e exclusiva de vontade.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Como diz a letra daquele samba de Natal:<strong> &#8220;<span style="color: #800000;">basta querer, e a gente pode tudo mudar</span>&#8220;</strong>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">-</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong>UM FELIZ 2012 a TODOS!!!!</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
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		<title>Aceitação&#8230;</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2011/12/23/aceitacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 12:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;CUSTA CARO Vamos combinar que é preciso ter os pés no chão. Se uma pessoa tem por lema pessoal (e eu tenho) &#8220;ser e deixar ser&#8220;, é inconcebível que para ter alguma coisa com alguém ela espere que este alguém mude algumas de suas características pessoais. Mudanças pessoais não podem ser impostas, nem encomendadas, elas [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/12/23/aceitacao/">Aceitação&#8230;</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">&#8230;CUSTA CARO</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Vamos combinar que é preciso ter os pés no chão.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Se uma pessoa tem por lema pessoal <span style="color: #800000;"><span style="color: #000080;">(</span>e eu tenho</span>) <strong>&#8220;<span style="color: #ff00ff;">ser e deixar ser</span>&#8220;</strong>, é inconcebível que para ter alguma coisa com alguém ela espere que este alguém mude algumas de suas características pessoais.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mudanças pessoais não podem ser impostas, nem encomendadas, elas têm que brotar de alguma inquietação interna.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Foi o que aconteceu comigo: num dia qualquer comecei a pensar sobre coisas que me incomdavam (<span style="color: #800000;">não saber dizer <span style="color: #ff00ff;"><em>não</em></span> era uma delas</span>) e prejudicavam em termos pessoais e tratei de modificá-las por minha própria conta e risco. Não foi necessário que uma outra pessoa me obrigasse a fazê-las.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É por causa disso que sempre afirmo e repito que <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">aceitar uma pessoa como ela é não quer dizer que tenha que ficar junto</span>&#8220;</strong>. A menos, claro, que a pessoa descubra e reconheça que alguma coisa precisa ser mudada. É uma escolha que qualquer um pode fazer, já que a grande maioria de nós sempre terá liberdade para isso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas dentro da minha cabeça é um absurdo, é inimaginável a ideia de que <em><span style="color: #800000;">eu</span></em> cobre mudanças, em qualquer pessoa. Acho que só faria isso com algum filho, mas também sei que, pelo modo como foram criados, eles <em><span style="color: #800000;">nunca</span></em> farão algo ou assumirão maneiras de agir que os prejudiquem tanto a ponto de eu ter que interferir. Azar, se o filho decidiu fumar aos 18 anos, <em><span style="color: #800000;">ele</span></em> será o único verdadeiramente prejudicado com isso, e não é deste tipo de mudança que estou falando aqui.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Falo de mudanças pessoais, comportamentais, que eu não tenho e jamais terei intenção e muito menos a pretensão de obrigar alguém a fazer, como condição para que fiquemos juntos, porque isso não combina comigo. Como escrevi num trecho de uma das minhas novelas, às vezes para manter algum nível de convivência é preciso se afastar. Às vezes até uma amizade pode continuar, se for à distância.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas tentar mudar a natureza pessoal de alguém, nem pensar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ou a pessoa se toca sozinha a partir da observação de seus resultados pessoais, ou poderá estar correndo o risco da condenação ao ostracismo sentimental, espiritual, pessoal, enfim.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Não tem saída.</span></p>
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		<title>Inimigo Oculto</title>
		<link>http://niltonroberto.blog.br/2011/12/03/inimigo-oculto/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 11:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[TÃO EVIDENTE Vou de novo bater na mesma tecla. Não chega a se tornar uma coisa cansativa porque, na verdade, há ideias que só vingam por conta da insistência na repetição. Com desistência, sem desafio à resistência, nenhuma mudança é possível. E o sr humano é especialista em resistir. Como diz o Infiltrado, as pessoas [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/12/03/inimigo-oculto/">Inimigo Oculto</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">TÃO EVIDENTE</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Vou de novo bater na mesma tecla.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Não chega a se tornar uma coisa cansativa porque, na verdade, há ideias que só vingam por conta da insistência na repetição. Com desistência, sem desafio à resistência, nenhuma mudança é possível. E o sr humano é especialista em resistir.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Como diz o Infiltrado, as pessoas se sentem mais seguras mantendo a mesma linha de pensamento, mesmo que isso lhes traga ou prolongue o sofrimento. Pensar como sempre pensou traz uma ilusão de segurança, a pessoa já tem ideia de como as coisas vão transcorrer, sabe como vai reagir, mesmo sofrendo. Para algumas é mais seguro do que tentar experimentar uma reação desconhecida. Mesmo que seja uma reação pessoal, o desconhecido assusta.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A mesma tecla é a do ciúme.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É uma doença. Felizmente pode ter cura, mas requer um esforço pessoal, uma determinação de buscar a felicidade de outra maneira que não seja colocando-a sob responsabilidade de uma outra pessoa. Uma determinação que a grande maioria dos seres humanos não têm.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A felicidade pessoal o autoamor, também é um conceito que assusta, porque implica a pessoa olhar para dentro de mesma e procurar em sua própria personalidade e jeito de ser uma coisa que sempre procurou fora. Se o vivente não acreditar que pode prover a própria felicidade, não vai poder fazer muita coisa. Vai continuar sendo vítima da própria insegurança e vai continuar sendo mais fácil continuar procurando fora.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Vai encontrar quem faça este papel? Claro que vai, porque sempre haverá quem num primeiro momento não enxergue a gravidade do problema. A questão é que a própria infelicidade pessoal da pessoa ciumenta vai se encarregar de detonar o relacionamento, porque, para começar, ela vai se enciumar da felicidade pessoal do outro.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Por causa da baixa autoestima (<span style="color: #800000;">entenda-se também como falta de autoamor</span>), o ciumento entende a felicidade pessoal do parceiro como um indício de que ele já não o ama; um sinal de que ele já se interessou por outra pessoa; de que não precisa mais dele tanto quanto ele precisa do reforço de afirmação dos sentimentos da pessoa de quem ele tanto <em><span style="color: #800000;">precisa</span></em>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Concordo com o Infiltrado quando ele diz que felizmente o ser humano tem o livre arbítrio para<em><span style="color: #800000;"> escolher</span></em> não se envolver com quem sofre da doença do ciúme. A isso eu acrescento o detalhe de que a felicidade pessoal de uma pessoa passa longe do processo de cura do ciumento, justamente porque este não se ama o suficiente e porque vai interpretar o estado de felicidade pessoal do outro como uma ameaça.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Sem uma mudança no processo mental que o faça se sentir bem consigo mesmo, o ciumento será um caso perdido.</span></p>
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		<title>Para Cada Novidade&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 19:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;UMA GRANDE DIFICULDADE Perguntei ao Infiltrado se depois de tantos anos de convívio com humanos ele tinha feito alguma grande descoberta, se tinha desenvolvido alguma teoria a respeito de alguma coisa a eles relacionada. Ele me respondeu que não é grande formulador de teorias, mas que tem uma. Depois de muito observar, analisar, e teorizar, ele [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/11/22/para-cada-novidade/">Para Cada Novidade&#8230;</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>&#8230;UMA GRANDE DIFICULDADE</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Perguntei ao Infiltrado se depois de tantos anos de convívio com humanos ele tinha feito alguma grande descoberta, se tinha desenvolvido alguma teoria a respeito de alguma coisa a eles relacionada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ele me respondeu que não é grande formulador de teorias, mas que tem uma.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Depois de muito observar, analisar, e <em><span style="color: #800000;">teorizar</span></em>, ele chegou à conclusão de que a Humanidade em geral é maciçamente contra mudanças de qualquer ordem, mas, especialmente, contra mudanças de pensamento. Segundo ele, qualquer nova ideia, novo conceito ou nova ordem que se choque com o que as pessoas estão habituadas a <em><span style="color: #800000;">pensar</span></em>, por mais prática e funcional que seja, e pior ainda se for revolucionária, mesmo trazendo benefícios como economia de energia e neurônios, é rejeitada quase que incondicionalmente.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O ser humano gosta de se apegar ao que pensa e sente, se recusa a pensar em alguma nova ideia, mesmo que isso lhe traga maior felicidade ou paz de espírito.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Diante dessa conclusão, fiquei pensando sobre mim mesmo, já que até prova em contrário faço parte da Humanidade. Observei ao Infiltrado que ele se referiu apenas às mudanças boas, e quanto às ruins?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O Infiltrado disse que mudanças ruins podem acontecer ou ser implementadas quando envolvem muito dinheiro (<span style="color: #800000;">que alguém embolsa</span>) ou quando a pessoa não soube administrar a própria vida pessoal e/ou financeira. Este último pode ser o único caso em que mudanças de pensamento sejam bem aceitas: as de caráter pessoal e/ou financeiro, quando são para reverter uma fase ruim da vida.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Fora isso, toda e qualquer teoria vai causar muita polêmica e o surgimento de inúmeras teorias paralelas, todas discutindo a inicial, sem chegar a conclusão alguma, mas mantendo muita gente ocupada.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Exemplos disso são as eternas discussões sobre as Teorias Especial e Geral da Relatividade, elaboradas pelo gênio Albert Einstein. Muitas pessoas fazem experimentos e testes, tentando comprová-las ou desmenti-las. O que ninguém parece atentar é o fato de que Einstein também podia ser um infiltrado. Ele não era deste planeta.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Como exemplo de uma mudança ruim que logo seria esquecida, a nova ferramenta de abertura de incidentes, na Procergs. Nem tão nova, porque está em uso há mais de um ano. É tão ruim que até hoje a gente ainda se quebra para utilizá-la. Típico exemplo do que pode ter sido implantado com envolvimento de dinheiro. E que seria logo esquecida se se decidisse voltar ao modelo anterior, que funcionava muito bem.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Para terminar, o Infiltrado insiste em que o ser humano gosta de sofrer. Para as pessoas comuns, conviver com a dor interior é normal, porque é algo que conhecem. Não precisam pensar em pensar de um jeito diferente. Sofre-se e fica-se à espera de que o tempo ou algum milagre resolva o problema.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas se tiverem que mudar o jeito de pensar, fazer um esforço pessoal para admitir a responsabilidade pelo que sentem, mudando conscientemente a maneira de encarar a maneira como os sentimentos surgem, a grande maioria das pessoas mais uma vez escolhe se agarrar ao pensamento antigo de que não têm controle sobre o que sentem. Agarram-se ao que já conhecem e assim não precisam pensar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Segundo o Infiltrado, a pessoa que tem a coragem de mudar a maneira de pensar para eliminação do sofrimento não precisaria viver escondida atrás da ilusão de não querer mais se envolver com ninguém. Se esconde dessa maneira porque teme sofrer, e daqui a pouco sofre porque vive na solidão.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Segundo ele, só essa ideia já é a demonstração de que vale a pena desafiar o apego a maneiras antigas de pensar, e eu tendo a concordar.</span></p>
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		<title>Indo Longe Devagar</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 13:41:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[MUITA CALMA NESSA HORA  Outro dia escrevi que depois que um relacionamento termina não se deve nunca começar outro com a primeira nova pessoa que se conhece, virtual ou pessoalmente. Na ocasião recomendei que se converse bastante, que se conheça muitas pessoas, para ter contato com muitas ideias diferentes, antes de decidir se envolver mais [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/11/20/indo-longe-devagar/">Indo Longe Devagar</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;">MUITA CALMA NESSA HORA</span> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Outro dia escrevi que depois que um relacionamento termina não se deve <em><span style="color: #800000;">nunca</span></em> começar outro com a primeira nova pessoa que se conhece, virtual ou pessoalmente.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Na ocasião recomendei que se converse bastante, que se conheça muitas pessoas, para ter contato com muitas ideias diferentes, antes de decidir se envolver mais uma vez.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">(<em><span style="color: #800000;">Recomendei</span></em> é ótimo.)</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Não tenho a pretensão de ser orientador de ninguém. Talvez, na melhor das hipóteses, quando convidado a fazê-lo, posso mostrar algumas alternativas de encaminhamentos, baseado em minha experiência pessoal.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas também sei que não daria nenhuma dica que eu mesmo não faria. Por exemplo, depois do final do último namoro, há três meses, dei uma renovada na minha lista de contatos do MSN. Foi um procedimento básico num momento de transição. Conversei com bastante gente, conheci <em><span style="color: #800000;">duas </span></em>pessoas pessoalmente, mas, digamos assim, na primeira geração de novos conhecimentos dificilmente encontraria alguém com quem quisesse ter alguma coisa, embora a recíproca pudesse não ser verdadeira.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Depois aconteceu uma segunda e muito rápida geração de conhecimentos. Foi muito rápida porque conversei pouco tempo com algumas poucas pessoas e não conheci nenhuma pessoalmente.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E agora acontece uma terceira geração de conversações, onde <em><span style="color: #800000;">eu</span></em> estou mais preparado para ser encontrado. Mais preparado para encontrar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">E não duvido nada de que talvez as duas coisas já possam estar acontecendo.</span></p>
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		<title>À Distância&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 20:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;NÃO TEM GRAÇA  Ele não deveria ter que ficar. Ela não deveria ter que partir. Almas gêmeas vivendo em mundos diferentes, realidades distantes, infeliz e definitivamente excludentes. Não é só nos filmes que isso acontece, mas é ali que muitas vezes nos deparamos com situações semelhantes a muitas que acontecem na vida real. O Infiltrado [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/11/16/20219/">À Distância&#8230;</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>&#8230;NÃO TEM GRAÇA</strong> </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Ele não deveria ter que ficar. Ela não deveria ter que partir.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Almas gêmeas vivendo em mundos diferentes, realidades distantes, infeliz e definitivamente excludentes.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Não é só nos filmes que isso acontece, mas é ali que muitas vezes nos deparamos com situações semelhantes a muitas que acontecem na vida real.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O Infiltrado diz que a culpa desse tipo de situação é exclusiva dos envolvidos. Ele não para para pensar muito na questão da injustiça de o Universo ter colocado juntas pessoas de realidades diferentes. Ele diz que se as pessoas sabem que por suas circunstâncias de vida em algum momento terão que se separar, para começar, sequer deveriam se permitir tem um envolvimento amoroso.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Eu compreendo o que ele quer dizer.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Nos primórdios da internet, quando eu me deslumbrava com o fato de conhecer pessoas de outros Estados, e eventualmente pintava algum arremedo de romance, a primeira coisa que pensava era que jamais deixaria meu emprego no Estado para tentar a vida fora do RS, ainda mais sem ter uma formação em nível superior, ou especializada, que me permitisse ganhar o que eu ganhava na época.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Não pensava nem se seria justo ou injusto a outra pessoa largar a vida que tinha em outro Estado para vir para cá viver comigo. O que eu não teria coragem de fazer não exigiria da outra pessoa, sequer cogitaria.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"> </span><span style="color: #000080;"> </span><span style="color: #000080;">Portanto, só este pensamento já me fazia não deixar decolar nenhum relacionamento além das fronteiras do Estado. Se aplica também a pessoas que estão dentro do RS, mas longe demais da Capital. Demais, neste caso, é além da região metropolitana.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O Infiltrado pensa como eu, sobre o controle dos sentimentos. Então, quando vejo uma cena como a do episódio de Sanctuary gravado ontem, onde duas pessoas que se amam (<span style="color: #800000;">ou assim julgam</span>) não ficam juntas por viverem em realidades diferentes, e pior, distantes, penso que ou não era amor, ou  amor não vence todos os obstáculos, como diz a lenda, ou as pessoas foram sem noção, por permitirem que o sentimento se desenvolvesse.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Eu não deixaria.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Com tanta gente vivendo tão mais perto?</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Acho loucura.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É coisa de quem <em><span style="color: #800000;">não quer</span></em> se envolver de verdade. Quando acontece, é só para se poder mostrar que pode.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Por muito menos já não se troca o certo pelo duvidoso.</span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
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		<title>Sim ou Não</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 16:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[ EIS a QUESTÃO Algo me diz que não é tão importante assim saber o nome do que eventualmente possa estar acontecendo. A definição não é mais importante do que o sentimento e nem tudo precisa ser explicado para fazer sentido. O Infiltrado diz que se a pessoa gosta de dar atenção a alguém, recebe e [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/11/14/sim-ou-nao/">Sim ou Não</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"> EIS a QUESTÃO</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Algo me diz que não é tão importante assim saber o nome do que eventualmente possa estar acontecendo. A definição não é mais importante do que o sentimento e nem tudo precisa ser explicado para fazer sentido.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O Infiltrado diz que se a pessoa gosta de dar atenção a alguém, recebe e gosta de receber atenção desse alguém, se não houver nenhuma sensação de desconforto com o que está acontecendo, saber o nome não é relevante.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Em sua opinião, sentimentos são para ser sentidos, e não explicados. Para ele é mais interessante saber entender as causa da <span style="color: #800000;"><em>falta </em></span>de sentimentos, quando acontece. Na verdade, para ele, tudo se resume à questão do<em> <span style="color: #800000;">pensamento</span></em>.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">A falta de sentimentos se explica pela presença de pensamentos que impedem que o sentimento (<span style="color: #800000;">ou o que quer que esteja acontecendo</span>) entre em uma situação de conforto. Apesar de a pessoa dar e receber atenção, e gostar disso, ainda existem <span style="color: #800000;"><em>pensamentos</em></span> de desconforto em relação à situação.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Já a presença de sentimentos se explica pela <span style="color: #800000;"><em>ausência </em></span>de pensamentos que impeçam que o sentimento (<span style="color: #800000;">ou o que quer que esteja acontecendo</span>) entre em uma situação desconforto. O ato de dar e receber atenção, e gostar disso, gera pensamentos de conforto com a situação.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Seguindo esta lógica, se você está se sentindo envolvido ou está se envolvendo com alguém, mas tem sentimentos de desconforto com a situação, comece a mudar seus pensamentos e mude de rumo. Se está se envolvendo ou está envolvido e tem sentimentos de conforto, deixe rolar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O que pode acontecer de pior também é uma questão a ser respondida que pode ajudar. Em realidade, esta questão tem caráter universal. Serve para tudo na vida.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É uma das maiores lições que o Infiltrado poderia dar e que estou empenhado em ajudar a difundir.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #800000;"><strong>Quem vai querer saber o que pode me acontecer de pior se eu fizer isso?</strong> </span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"> </span></p>
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		<title>Com Desafio é Melhor</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 00:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilton Roberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[ CAUTELOSO Depois de ler a matéria da ZH e publicar um comentário no blog recebi um pitaco do Infiltrado, que me disse que a escrita é um dos instrumentos que ele utiliza para se conhecer melhor. Disse que se conhece muito por causa de algumas decisões que tem que tomar e por uma série de escolhas que [...]<p><a href="http://niltonroberto.blog.br/2011/11/13/com-desafio-e-melhor/">Com Desafio é Melhor</a> is a post from: <a href="http://niltonroberto.blog.br">Quem Vai Querer Saber?™</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><span style="color: #800000;"> CAUTELOSO</span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Depois de ler a matéria da ZH e publicar um comentário no blog recebi um pitaco do Infiltrado, que me disse que a escrita é <em><span style="color: #800000;">um dos</span></em> instrumentos que ele utiliza para se conhecer melhor.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Disse que se conhece muito por causa de algumas decisões que tem que tomar e por uma série</span><span style="color: #000080;"> de escolhas que eventualmente faz. Que não tem critério definido sobre o que quer para si, enquanto está neste planeta, e que segue seus instintos com relação ao que <em><span style="color: #800000;">não</span></em> quer. Com base nisso ele vai eliminando inconvenientes, até chegar numa condição que ele chama de <strong>&#8220;<span style="color: #800000;">confortável</span>&#8220;</strong> para o que se lhe surge pela frente.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Enquanto sente a sensação de desconforto em qualquer situação, se pergunta o que pode acontecer <em><span style="color: #800000;">de pior</span></em> se seguir por esta ou aquela linha, ou o que pode acontecer de pior se <em><span style="color: #800000;">não</span> </em>seguir por esta ou aquela linha. Segundo ele isso é particularmente importante quando se trata de decidir sobre possíveis interações com humanas.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Por não ser deste planeta o Infiltrado tem uma natureza diferente, e isso acaba fazendo com que algumas humanas se interessem por ele muito rapidamente, o que lhe traz alguns problemas, porque ele não pode e nem quer ter alguma coisa com todas ao mesmo tempo, e então em alguns momentos se vê obrigado a fugir até de possíveis amizades, porque não é assim que será visto. É nessas horas que o Infiltrado confirma o quanto foi bom ter aprendido a saber calar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">É uma situação da qual ele não tem controle, </span><span style="color: #000080;">assim como não pode controlar a falta de interesse que outras humanas demonstram em relação a ele, que até gostaria de ter alguma interação maior com elas, pelo desafio que representam. O Infiltrado geralmente aceita o desafio do que é difícil. Quando é assim ele se sente confortável. Desconforto costuma acontecer quando não há desafio. Ele gosta de lutar, porque assim poderá estabelecer estratégias.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">O Infiltrado se aperfeiçoa como pessoa pelo desafio.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Todas as vezes que o desafio se apresenta ele tem a chance de lutar, e quase sempre da luta emerge uma interação rica e forte, mesmo que não dure muito. E às vezes não dura muito porque, possuidor de uma natureza extraterrestre, e portanto diferente, quase não existe nenhuma humana preparada para receber o que o Infiltrado gostaria de poder oferecer.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000080;">Mas sempre existe a possibilidade de ele, em algum momento, encontrar (<span style="color: #800000;"><em>ou ser encontrado por</em></span>) uma infiltrada.</span></p>
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