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EVOLUÇÃO no CONFORTO

Se eu conseguir colocar no ar mais um post na manhã de domingo (o que estou tentando fazer a partir de agora), quando saírem os do futebol vou terminar o dia com seis postagens, ou o equivalente a mais um dia adiantado (portanto, com três à frente da expectativa para esta altura do ano).

Antes de começar a escrever fiquei pensando sobre o que poderia abordar, que me rendesse pelo menos 12 linhas, o que fugiria do caráter oportunista, e me ocorreu que poderia mencionar que ontem fiz a leitura da ZH de domingo na versão digital em duas frentes diferentes, e acredito que a mudança tenha sido para melhor. Mais ainda, acredito que poderá ser adotada daqui para a frente.

Depois de escutar o Paredão do Guerrinha, fui para a esteira já sabendo que avançaria no horário do início da partida que queria acompanhar, pelo Gauchão, entre Juventude e Brasil. Desde sempre achei que seria um bom jogo, e foi, jogado na bola, com alguns lances mais bruscos e algum bate-boca entre jogadores, mas se não fosse assim não seria Gauchão. Arbitragem boa, que marcou dois pênaltis que aconteceram, um para cada lado, os dois batedores (Nena, pelo Brasil, e Walacer, pelo Juventude) converteram, e assim se construiu o empate.

Tendo avançado no horário do jogo e por ter que acompanhá-lo na frente da televisão, fiquei no PC da sala. Mesmo que mais me interessasse o resultado que o desenvolvimento da partida, tirei quase todo volume da televisão, deixando som suficiente para minha atenção ser chamada pelos lances mais importantes, quando, em geral, a voz do narrador aparece mais. Como tem acontecido nos últimos tempos, a narração foi do Luiz Augusto Alano (a quem avistei no Big Cristal, na sexta-feira) e os comentários foram do Batista.

Bueno.

Com o som da tv mais baixo, passei então a começar a leitura da ZH, e assim o fiz ao longo de toda a partida. Foi quando vi mais uma vez que durante os intervalos o som da emissora aumenta de um jeito absurdo. Bah, fica muito alto, mesmo a gente não mexendo no volume. Não tornei a abaixar porque depois quando começasse a partida não escutaria nada, até porque acabaria esquecendo de aumentar de novo.

Quando o jogo terminou foi que fiz a coisa diferente: migrei do PC para o Notebook e fui ler na mesa do café, em posição muito melhor que na do PC. Como sempre, há pontos altos e baixos em cada uma das situações. Por exemplo, no PC o teclado é muito melhor que no note, se eu tiver que conversar com alguém, ou se quiser publicar alguma coisa no blogue. Para jantar na frente do computador, como várias vezes acontece, o teclado do PC é melhor, porque posso colocar o prato de lado (mais espaço na mesa) ou posso mudar o teclado de posição.

 No Note a posição para leitura é melhor, se for só para ler, porque o teclado é ruim, não me acerto com ele, e a mesa tem menos espaço de largura que a do PC, portanto para jantar fica complicado, até porque preciso também de espaço para o mouse sem fio.

A experiência foi legal, e acredito que devo repeti-la sempre que for possível. Ler a ZH digital na mesa do café me facilita manter o mesmo nível de concentração de quando lia ali a versão impressa. É mais fácil manter a concentração do que na mesa do PC, simplesmente por causa da posição.

E com isso consegui fugir da característica oportunista que este post poderia ter.


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