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MAS TAMBÉM ALIVIADO

Verdade seja dita: eu já entendi que vou passar toda a minha vida neste planeta e vou morrer sem que se tenha chegado a qualquer conclusão a respeito do mistério dos discos voadores, ou dos OVNIs, melhor dizendo, pelo menos não para nós que somos o populacho que não está preparado para uma revelação tão importante, contundente e perturbadora. De minha parte, que nunca tive motivos para acreditar que a Terra seria o único planeta habitável contendo vida inteligente no Universo, já ficaria satisfeito de poder ter visto alguma nave espacial do tipo interplanetário. E não de muito perto.

Jamais tive intenção de me ver frente a frente com quaisquer espécies de tripulantes dessas naves.

O que se sabe (a meu ver extra oficialmente, porque nenhum governo oficialmente admite nada) é que existem mais de cinquenta espécies de viajantes do espaço, alguns deles catalogados por alguns governos (informação extra oficial), sendo os mais famosos, segundo a literatura ufológica, os do tipo reptiliano (retratados na extinta série “V”), e os greys, que são os pequenos seres cinzentos. Ao contrário do que se possa pensar (porque aqui julgamos tudo pela aparência), os greys são muito mais perigosos e agressivamente carentes de empatia que as demais espécies.

A imensa maioria dos relatos de abduções e experiências traumáticas de pessoas com extraterrestres se referem a homens pequenos e cinzas. São eles os que mais enfiam agulhas, usam aparelhos cortantes de vários tipos, sem se importa se estão ou não infligindo dores nas vítimas. Os reptilianos não são mencionados em quase nenhum desses casos. Em teoria, pela aparência, deveriam ser os mais assustadores.

O pensamento geral é o de que essas experiências são feitas para acompanhar a evolução da espécie humana, que teria sido criada por eles (os greys), o que, se fosse verdade, responderia aquela velha questão de por que os alienígenas nunca se apresentaram ao povo do planeta (isso falando em termos de que apenas os principais governos do mundo mantém contato oficial com outras formas de vida). A questão é que, no caso dos greys, eles não teriam muito que aprender conosco, a não ser, talvez, como ganhar um pouco mais de altura.


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