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Dia 04 – 2019

sexta

Horário Brasileiro de Verão

10h20min

Em Porto Alegre a temperatura mínima continuou estável, na casa dos 22°Celsius; com direito a entrada de ar gelado pela janela; a velocidade do vento oscila entre 7 e 10 km/h; a chuva já estava rolando desde a noite passada (na verdade antes, mas minha referência é o período da chegada de viagem em diante), e segue na expectativa da meteorologia; a temperatura máxima tem expectativa de ficar um pouco mais baixa; a umidade relativa se mantém em alta, com variação entre 88 e 91%. Dados de aplicativos de clima para celular.

Bom, então aconteceu que no meio do feriadão acabamos tendo um problema que só não é improvável porque tentativas de furto de utilitários como a Ecosport começam justamente pela parte mais frágil, que é a porta do porta-malas. Certamente deve ter acontecido uma tentativa, porque por duas noites a Marau teve que dormir a rua, uma vez que já haviam três carros no pátio da casa onde ficamos hospedados (que foi a mesma das férias de novembro).

Mesmo com todo movimento de pessoas e veículos indo e vindo o tempo todo (a casa fica a duas quadras do mar e os comércios da rua ficaram 24 horas abertos, portanto o local nunca ficava deserto), alguém, em algum momento, tentou forçar a abertura do porta-malas, o que estrago o mecanismo de trava. Com o carro parado a porta até travava. Ao movimentá-lo ela abria.

O estrago muito provavelmente aconteceu na noite da virada, provavelmente no início da manhã. Na madrugada de ontem tentaram arrombar a porta da padaria que opera no andar térreo da casa.

No dia 1° a Lisi tentou sair com o carro e descobriu que o porta-malas não fechava. Retornando à casa, eu e os outros homens tentamos resolver o problema, e foi quando vimos que a trava pegava, com o carro parado. Ele assim ficou por todo o restante do dia, mas na quarta-feira tentamos dar uma volta e descobrimos que não parava fechada. Precisou a Lisiane sentar no porta malas e ficar segurando a porta enquanto procurávamos algum chaveiro que mexesse em veículo, ou algum mecânico que lidasse com fechaduras.

Encontramos duas referências, mas nenhuma das pessoas se encontrava presente no local. No final da tarde retornamos ao primeiro local, onde o chaveiro agora estava, e ele mexeu, abriu a parte interna da porta, mas não houve jeito de consertar. Não pagamos sequer o tempo que ele levou para chegar àquela conclusão. Voltamos para a casa ainda na emergência.

Queríamos retornar a POA ainda naquela noite, por uma questão de logística, mas não foi possível. O namorado da irmã mais nova da Lisi fez uma amarração com uma corda de nylon que garantiu que pudéssemos empreender uma viagem desde que o porta-malas fosse carregado por dentro, com o rebatimento dos bancos traseiros. Ficamos com a responsabilidade de voltar ontem, com a nossa bagagem e duas crianças com as bagagens delas.

Foi tranquilo, apesar de tudo.

A Lisi conseguiu telefonar de Santa Catarina para a SuperAuto da Cavalhada (onde a Marau foi comprada), e agendou para hoje o conserto (que inclui a troca do maquinário da fechadura). Então, depois que sair do trabalho, vou direto para lá. Por conta de uma tentativa de furto vamos gastar com o conserto mais do que gastamos com combustível de idade e volta, o que significa dizer que tirando este tipo de contratempo (que faz parte, embora tenha sido a primeira vez que precisamos ter que lidar com isso), não é difícil viajar.

Se quiser visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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