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Dia 100 – 2013

quarta

Horário da Postagem

07:46

A temperatura caiu dois graus, em relação ao amanhecer de ontem: 16ºC às 6:24, na curva do Hipódromo, mas a meteorologia propugna que a máxima deva ser maior, chegando aos 28. Sem chuva, o que o sol parece corroborar, mesmo com nuvens se movimentando no horizonte.

Talvez eu ontem não devesse ter andado na esteira, porque ainda sentia os efeitos físicos da segunda-feira, mas, como hoje não vou poder, então decidi desafiar o corpo.

Fiz do jeito como havia combinado com o Vinicius, se manhã: não os primeiros 15 minutos, mas até as primeiras quatro músicas, andei na velocidade 5.5. Depois, as outras quatro fiz na 6.0, e no final baixei de novo para 5.5.

Como em quase tudo que faço em casa, andar na esteira tem um pouco de brincadeira, para variar. O tempo de caminhada é de uma hora, mas antes tem o alongamento, e toda uma prepa~ração, como a roupa que colocarei depois do banho, que já fica no banheiro, e tals, e enquanto vou fazendo essas coisas já deixo tocando as músicas da pasta de caminhada. Ainda antes de começar dou uma pisada na balança, o que sempre reforça a necessidade de ter forças para caminhar.

Quando começo a andar em geral uma música está pela metade, então dou início ao exercício colocando as mãos nos braços da esteira, onde está o potenciômetro, e fico cuidando o tempo, a distância, as calorias, as pulsações, até que termine aquela primeira música. Quando ela acaba, solto as mãos e passo a andar como se estivesse na rua, pelas próximas quatro músicas. Enquanto elas rolam não olho para o monitor. Meus olhos se dirigem para a janela e/ou para o relógio de parede que fica na minha frente (e que não é o digital; este, fica perto do janelão, aquele fica mais próximo à cozinha).

Quando acaba a quarta música, volto a me segurar nos braços da esteira e faço toda a monitoração de novo, até acabar a quinta música, repetindo o procedimento anterior nas quatro seguintes. Dependendo das durações de cada uma, ao final das primeiras quatro músicas podem ter transcorrido tanto apenas 15 como podem ter passado 30 minutos. Ao final das outras quatro pode acontecer quase o mesmo, mas aí eu fico controlando o tempo no relógio de parede. Esta alternância entre monitorar e não monitorar os dados da atividade, mais os tempos variáveis de duração das músicas, acabam fazendo com que a hora de exercício passe depressa e eu me divirta tanto com a caminhada quanto com as músicas.

A parte mais complicada é eu ter que acelerar a esteira para efetivamente queimar calorias, mas reconheço que entro em conflito, porque, na real, meu objetivo primordial não é estético, é cardíaco, de prevenção deste tipo de problema. A parte estética da história é apenas um complemento.

Hoje tenho que ir ao Itati dar uma olhada na casa, porque os pais viajaram de novo, ontem. Mais uma semaninha fora. Combinei de ir lá na quarta e na sexta, mas na sexta não vou poder, a menos que vá mais tarde, mas não sei, não. Hoje ainda vou direto. Na sexta tenho horário com dentista, às 13:30 (a Dra. Orto me encaminhou para avaliação com vistas ao possível uso de uma placa de bruxismo). É em Petrópolis, caminho para chegar no Itati, mas como será ruim de estacionar, estava pensando em ir de bus e deixar o Santa no estacionamento do CAFF. Mas se fizer isso vai também ficar ruim de ir ao Itati. Posso ir de carro até Petrópolis, contando com algum estacionamento pago, mas algo me diz que esta poderá ser mais uma daquelas vezes em que a gente precisa de algo que nunca usa e quando precisa não encontra.

Acho que vou manter o plano original e talvez dê uma passada no sábado, que vou estar de folga. A pior das hipóteses seria não ir hoje e ir amanhã. Mas indo hoje já mato dois coelhos, porque terei que ir ao Big, de qualquer maneira. Faço as duas coisas no mesmo dia.

Bueno.

Ontem à noite consegui dormir mais cedo, porque os filmes do Universal foram reprises. Antes, no ID, vi dois programas que ainda não havia visto e um que já, mas só fui lembrar na metade.

Como hoje não farei esteira, talvez dê uma dormidinha, de tarde depois de almoçar (mais correto será dizer uma cochilada), porque a noite será de ficar acordado até bem tarde, por causa do jogo do Grêmio. Também hoje não vou escrever mais nada, suponho, mas mais por causa do cochilo. Ontem não resisti e passei de novo um pedaço da tarde lidando com música.

Até queria escrever mais, mas não rolou.


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