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Dia 109 – 2011

Horário de Postagem

09:28

Amanhecer de céu parciamente nublado e temperatura alarmante: 13ºC às 6:27.

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SURPRESA

Fazia já alguns dias que eu vinha achando o Santa meio barulhento.

Achava que era devido ao fato de que na última vez que troquei a parte do meio, do cano da surdina, o pessoal tinha colocado uma peça um pouco curta e depois tinham dado uma esticadanos parafusos, na hora de apertar; achei que com as trepidações normais das andanças os parafusos estivessem cedendo e o ruído maior seria porque o escapamento estava saindo por alguma emenda.

Então, quando fui pegar o carro no mecânico, questionei o fato com o Jeferson, que me disse que o carro estava sem surdina. A conclusão dele foi de que a ponta do cano, que é onde fica a surdina, foi roubada. Aí eu enlouqueci. Quer dizer, entã0, que o bandido está valorizando meu carro mais do que eu?

Infelizmente, tenho que deixar as coisas como estão pelo menos até junho, quando sair em férias. Mas já decidi que quando chegar lá vou gastar uma grana que não pretendia gastar com ele, mas o Santa está merecendo que sejam tomadas algumas providências a mais do que só mantê-lo mecanicamente em condições. Quanto à parte do barulho, não está tão alto que incomode, ou atrapalhe a música, portanto vou levando assim até onde der (no mínimo e no máximo – até sair em férias). 

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QUEM VAI QUERER SABER?

*Escrevi que ontem seria sem esteira, para mim, por ter ido a pé até o mecânico, para fazer uma consulta antes de ir até a área da Azenha para comprar uma bateria nova (que depois descobri que não precisava). Só que, além de outros pequenos trechos a pé (alguns deles carregando a bateria nova), quando fui à tarde buscar o Santa também fui a pé. Cada caminhada de casa até a oficina não levou menos que 45 minutos, ou seja, teria sido melhor fazer esteira, que seria apenas uma hora.

**Enquanto tentava resolver o problema do Santa, ontem, no estacionamento da Procergs, houve um momento em que precisei chamar um guincho, e não tinha mais créditos no celular. Chamei meu amigo Sergio até à portaria e usei o celular dele para chamar o socorro. Pouco depois disso ele descobriu que havia um cabo cortado rente ao contato, ao lado da bateria. Junto a nós estava o colega Geraldo Richter, que encostou o cabo no contato enquanto o Sergio virava a chave e o motor pegou. Então usei o celular dele novamente para cancelar o guincho. Fizemos uma conex~]ao emergencial do cabo ao contato, para que eu pudesse ir com o carro até o mecânico.

***Para trocar a bateria foi preciso pedir ao pessoal da manutenção da Procergs um desengripante de parafusos, porque estava difícil desatarrachar a porca de um dos contatos. Seria necessário ir comprar um Jimo Penetril (que foi o que me emprestaram) para fazer o trabalho. E ainda foi preciso deslocar um colega do referido setor para vir até à portaria trazer o produto, porque eu estava de bermuda e não podia adentrar as dependências da empresa com aquela roupa. O pessoal foi muito prestativo.


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  1. picida ribeiro #
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    Retornando e me preparando para ler seus posts. Já gostei do que vi rs



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