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Dia 156 – 2018

terça

Hora da Postagem

10h12min

O dia amanhece com forte nebulosidade, mas a expectativa de chuva é pequena; a temperatura máxima tem quadro de estabilidade; a mínima segue avançando no caminho da civilização do deslocamento para cima, com 12°Celsius; o vento também continua avançando, com rajadas de até 27 km/h; umidade relativa em aceleração, variando de 74 a 82%Dados do site Tempo Agora.

Bom, então aconteceu que no final da tarde de segunda tivemos que dar um pulinho a Guaíba para ajudar a resolver um problema veicular de pane seca. Antes de sairmos, me dei conta de que era dia 4 e eu tinha contas que deveriam ser pagas ainda ontem. Fui alertado sobre isso ao ver uma mensagem no celular na respeito de um boleto que venceria hoje.

Com este eu mais ou menos sabia que não precisaria me preocupar, mas por via das dúvidas fui olhar na minha papelada e o encontrei ali, devidamente agendado. Mas havia outra conta, do cartão de crédito do banco, que vencera no final de semana e precisaria ser paga ontem, só que o boleto ainda não havia chegado. Então, o que eu fiz?

Entrei no site do banco, copiei a linha do código de barras, procurei o valor e fiz o pagamento. Depois disso, saímos.

Na volta de Guaíba demos uma passada em Eldorado do Sul, na casa da prima da Lisi que foi é nossa madrinha de casamento. Ela tem dois filhos, um menino e uma menina, gêmeos de cinco anos de idade. Com eles eu percebo que nunca perdi o jeito para lidar com crianças. Um pouco tímidos e certamente desconfiados no começo do conhecimento, aos poucos foram se soltando e ontem foi o dia em que descontraíram totalmente.

Crianças têm uma inocência que solta a imaginação, e eu sempre fui de soltar a imaginação junto com elas. Foi assim com meus filhos, com os sobrinhos com quem convivi um pouco mais, e com qualquer outra criança com que tive contato. Crianças têm que poder confiar nos adultos que as rodeiam. Aqueles dois têm adoração pela Lisiane, e ontem ficou claro que gostam muito de mim. Eu os fiz rir, ri com eles, inventamos histórias com os legos com que estavam brincando, falei sobre tempos em que o Lego não existia (mas não acho que tenham conseguido imaginar o que seja um mundo sem legos).

Uma outra parte boa da história? A gente vem embora e as crianças ficam por lá, o que é muito bom para a próxima vez em que nos encontrarmos. Já tive minha cota de convívio com pequenos em base diária, e como já escrevi antes, é duto ter que ser o deus e o diabo ao mesmo tempo.

Ao chegarmos em casa, uma surpresa para mim: o boleto de pagamento do cartão de crédito do banco estava na caixa de correio. Até aí tudo bem, deve ter chegado ontem mesmo ao longo do dia e eu não tinha olhado ali. A surpresa foi que, ao abrir o envelope, me deparei com um valor a pagar menor do que o que eu havia visto no site do banco, e o pior é que o valor impresso no boleto em nenhum momento aparecia no site.

Com isso ficará ainda mais evidente que eu manipulo alguns números do código de barras para fazer pagamentos, e eu manipulo mesmo, especialmente os que estão fora do prazo, só para não ter que ter o trabalho de ir ao banco. Que me cobrem os juros, depois, não tem problema. Sempre dá certo, e eu não vou ao banco.

No horário do Sala de Redação vou montar a espera para o jogo do Inter de hoje à noite.

Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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