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Dia 158 – 2014

sábado

Horário da Postagem

16:47

O dia começou com nebulosidade, que ora parece que vai dissipar, ora retoma a força. Há previsão de 2 mm de chuva, e a estimativa de temperatura é de que alcance os 24ºC, o que os 17 às 6:21 na curva do Hipódromo pareceram corroborar.

Em mais um capítulo na queda de braço entre mim e os pen drives problemáticos, desta vez parece que eles venceram a parada. Ao inventar de formatar o pen pequeno que funcionava no carro a fim de incluir músicas que estavam no pen do P65, terminei também com a vida útil dele, que virou uma cópia fiel do outro pen pequeno que já vinha dando problema. Agora, nenhum dos dois funciona no carro, mas o que antes ali funcionava aparentemente ainda opera nos aparelhos de som de casa. O mais estranho é que são todos da mesma marca.

Por ter ficado sem música na vinda para o trabalho foi que soube do acidente que matou o ex-jogador Fernando Lúcio da Costa, o Fernandão, multicampeão pelo Internacional na década passada. Queda de helicóptero. Fernandão sobreviveu ao acidente, mas por ter acontecido em local de difícil acesso, e pelo resgate ter levado duas horas para chegar aonde ele estava, o ex-atleta não resistiu aos ferimentos. Respirava com dificuldade, chegou a ser levado a uma unidade hospitalar, mas infelizmente veio a falecer.

Eu gostava do Fernandão, como jogador e como pessoa. Morreu aos 36 anos, uma pena.

Com relação aos pen drives, fiz uma pequena lista no saite da própria Digimer com base em dispositivos de várias marcas com avaliação alta, e vou começar do zero, ou seja, comprar um novo, talvez dois.

Estive meio desligado, com tantos problemas que aconteceram com o blogue, que nem tinha visto que depois de seis anos de existência na hospedagem da empresa do meu primo o Quem Vai Querer Saber ultrapassou a marca das 100.000 visitas. Mas também é preciso admitir que em seis anos não quer dizer muita coisa.

A decisão de passar na Digimer para comprar outros dois pen drives acabou se revelando boa e má, ao mesmo tempo. Boa porque comprei dois da marca Sandisk e um deles não só foi reconhecido pelo PC aqui de casa como já copiou o conteúdo do pen do P65 e ele mesmo está servindo de original para a cópia no outro pen da mesma marca.

Também foi boa porque consegui fala com a mesma menina que fez a troca dos pens defeituosos, e ela insistiu que eu voltasse lá com a peça e a nota, para eles mandarem para o fabricante, porque eles poderiam testar e quem sabe me mandar um novo. Mostrei a ela que estava comprando outros, mas ela insistiu. Disse que de repente poderia ser algum lote defeituoso, e o fato de ela ter mencionado isso reforçou uma suspeita que eu tenho. E também foi bom porque na loja os dois dispositivos foram parcelados em 6 vezes sem entrada e sem juros, o que no saite não era feito em mais que duas vezes.

Então tá.

A parte ruim foi que no Big peguei uma fila miseravelmente lenta no caixa rápido. Quase uma hora de fila. Antes disso, depois que saí da Digimer, fui à Saraiva dar uma especulada e descolei a informação de que as duas temporadas do MacGyver que ainda estou esperando saíram ontem da transportadoras. Grandes chances de chegarem na loja na segunda-feira, que é dia em que terei que fazer renovação de fé.

Não faria hoje de jeito nenhum, porque, além de estar sem os volantes a fila na lotérica do Barra estava quilométrica, um negócio proibitivo. Sem chance.

Depois de sair do Big , quase 14:30, vim para casa e finalmente almicei. Estou me amarrando para andar na esteira, o que não precisaria fazer, hoje, mas por enquanto estou com vontade. Botei amendoim para torrar tão logo cheguei em casa e lembrei que precisava terminar  a publicação deste post, então fiquei fazendo isso e lidando com os pen drives enquanto o amendoim terminava de torrar.

Hoje não tenho filmes para acompanhar na tv, e se quiser posso olhar mais algum amistoso entre seleções, como o de ontem à noite, entre Croácia e Austrália, 1 x 0 para a Croácia, que é um bom time e é a adversária do Brasil na estreia na Copa. Mas a Austrália não joga nada e a dificuldade foi grande. O Brasil tem chances, se bem que contra a Sérvia pariu uma bigorna para fazer um gol (mesmo que depois tenha sido garfeado pelo assistente que deu um impedimento inexistente num segundo gol brasileiro).

É o que a casa oferece, há que se ter esperança.


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