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Dia 162 – 2011

Hora da Postagem

15:58

Mais um dia parcialmente nublado, mas com a chuva um pouco distante. A temperatura seguiu estável, com 16,3ºC.

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DIA dos NAMORADOS

É amanhã e fazia um bom tempo que não passava por um ao lado de alguém.

Nem precisei dizer a ela que estou pouca prática nesse negócio, porque ela sabe. Para ser bem sincero, sem querer exagerar, desde 1999 não tinha que me preocupar com isso. Também já sei que ela acha que não tenho que me preocupar. Apesar de também já termos chegado a um acordo sobre a matéria, até porque no ritmo em que estamos ainda estamos na fase de conhecimento (mesmo já tendo batido meu recorde nos últimos anos), com pouco mais de seis meses de namoro. Ainda estamos aprendendo a nos conhecer. 

Mesmo assim, não por aquela questão de ter que reforçar o relacionamento, nem pela questão comercial abordada na ZH de hoje, já pensei num presente para dar a ela, que eu sei que ela não vai querer, mas não faz mal, quando menos esperar vai ganhar e num primeiro momento pode ser que não chegue nem a sentir que ganhou.

Apesar do (repito) pouco tempo de namoro, já há algumas coisas que dá para saber, e isso está mais ou menos manifestado no texto que preparei para publicar amanhã e que trata de como me sinto neste momento, com relação a ela e ao relacionamento. Como se trata apenas da minha versão de um sentimento, porque só posso falar por mim, ele pode conter algum exagero, mas isso também faz parte. De qualquer maneira, não vai passar despercebido. 

Tive que deixar o texto pronto porque amanhã não sei como vai ser para postar alguma coisa, já que estou sem carro e teremos alguns deslocamentos de ônibus para fazer, e também haverá um churrasco de recepção à minha irmã que volta do Maranhão depois de dois meses (e que cinza alguma de vulsão nenhum impediria de voltar), na casa dos meus pais, e eu desde sempre já tinha ideia de que seria complicado criar e muito mais ainda escrever qualquer coisa no meio do tumulto. Amanhã, basta entrar aqui e liberar o texto.

Ana Lúcia vai ter que segurar a curiosidade até amanhã.

3

VAI BOMBAR

Uma notícia bem pequenininha publicada na ZH de hoje dando conta de que em breve o Banrisul estará disponibilizando compras em sites internacionais através do Banricompras, a fim de facilitar a vida de quem não tem cartão de crédito internacional já me agitou o suficiente para voltar a ter esperanças de incrementar a minha discoteca com trilhas de filmes que nunca foram lançadas no Brasil.

Até já andei pesquisando.

Melhor do que isso só se as temporadas de seriados que ainda não saíram aqui mas que já são vendidas nos EUA viessem de lá com legendas em Português. Aí seria uma lavagem. Mas só o fato de poder comprar trilhas sonoras no site da Amazon já é motivo de muitos festejos de minha parte.

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EU ESTAVA CERTO

Meu levantamento estatístico deu certo, como eu tinha pensado, mas não mudei meus números gerais, como talvez devesse ter feito.

Vejamos: o 04 e o 21 saíram de novo (quem lembra? Era de 81,25% o índice, e tornaram a aparecer); dos quatro números com 75% (02, 09, 19 e 22) apenas o 09 não apareceu no sorteio seguinte; os dois com 68,75% (13 e 20) apareceram; e dos dois com menos vezes (05 e 17) apareceu um, o 05. 

Minhas apostas da Lotofácil contemplam todos estes números, tanto que no sorteio 642 (o primeiro depois do levantamento) saí com 12 pontos em dois dos volantes. A questão, então, é acertar os outros números, mas só pelo demontrativo acima já se sabe bem qual deve ser a numeração básica a constar na aposta.

1

COMO um CERTO SABONETE

Li uma matéria da ZH do sábado da semana passada sobre a felicidade na tal da terceira idade.

Não adianta, não sei como fazer para não tirar onda com esta determinação. O mesmo jornal trazia uma matéria sobre a reclusão voluntária do cidadão João Gilberto (80 anos), chamado de pai da Bossa Nova. Das 10 dicas para a felicidade na terceira idade achei que 9 são bastante interessantes, mas, como sempre, fui avesso à sugestão de que para ser feliz é obritatoriamente necessário a pessoa fazer parte de clubes disso e daquilo, como se passar boa parte do tempo fora de casa cercado de outras pessoas (e seus problemas e maus hábitos) fosse de alguma utilidade real.

Volto a dizer, isso só serve para quem não consegue conviver bem consigo mesmo. Do meu ponto de vista, nenhuma felicidade é possível em qualquer idade da vida quando a pessoa não consegue conviver bem consigo mesma. Por isso eu não estranho a reclusão do João Gilberto. Acho uma coisa natural, apesar de a outra matéria deixar bem claro que isso se dá muito mais por causa da intensa timidez da qual ele sofre. Não seria o meu caso, porque de tímido nunca tive e provavelmente nunca terei nada.

Já sei que quando chegar na terceira idade vou me satisfazer com nove entre dez dicas sobre como levar uma vida melhor. 


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