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Dia 166 – 2019

sábado

Horário da Postagem

10h44min

Em Porto Alegre segue a guerra de braço: o céu continua amanhecendo com nebulosidade e os aplicativos de meteorologia continuam não apontando precipitações; a velocidade média do vento enfraquece bastante, com movimentações entre 1 e 6 km/h; a expectativa de temperatura máxima não se altera, na casa dos 27 a 28°; a umidade relativa também apresenta recuo, oscilando entre 76 e 90%; a temperatura mínima permanece rigorosamente estável na casa dos 16 a 19°Celsius. No momento desta publicação, 23°. Dados de aplicativos de clima para celular (Yahoo Tempo, Accu Weather, GoWeatherForecast, Tempo Agora, Radar Meteorológico).

Terminada a leitura da versão impressa da ZH de final de semana, agora chega o momento mais difícil, que é o da montagem desta postagem. Com o início da redação do texto por volta de 9h10min, prevejo a publicação do post mais uma vez em torno de 11 horas, tendo na edição de fotos e montagem do quadro do tempo a parte mais demorada.

Escrevo que é a parte mais difícil porque em meio à preparação do post haverá interrupções por conta de ligações de clientes. Durante a leitura do jornal foram duas. Houve uma antes do início da redação e uma antes do início da digitalização (até agora). Como sempre, vale lembrar que só foi possível terminar a leitura no horário mencionado porque uma parte do jornal já havia sido lida no dia anterior na versão digital disponibilizada antecipadamente para assinantes.

Depois desta publicação, há a montagem da espera para os resultados dos jogos de hoje da Copa América que ocorrerão à tarde e á noite.

A Zero Hora de final de semana sempre dá margem a muitos pensamentos e questionamentos, em relação ao que escrevem seus colunistas. Quisera eu ter tempo para lidar com tudo de informação que me chega e faz pensar. Por outro lado, se for pensar nisso, fica bem claro, para mim, que depressão é uma doença que jamais terei, porque o que não me falta são assuntos que me interessem, e sempre que leio sobre maneiras de escapas daquela doença são mencionadas atitudes do tipo “vença a inércia para sair da cama e faça alguma coisa“, ou “descubra interesse por alguma coisa“, entre outros.

Como não é do meu perfil esticar as manhãs de folga na cama, perdendo parte do meu dia deitado, e sempre tenho alguma coisa para fazer que seja do meu interesse (a começar pela postagem no blogue), que exerço sempre que posso, ficar deprimido passa longe da minha conta.

 Em compensação, aceito que tenho alguns sintomas de TOC (transtorno obsessivo compulsivo, para quem não conhece), mas é aquilo, quando se tem consciência da doença meio caminho está andado para combatê-la pelo menos (também já admitindo a incapacidade pessoal de vencê-la totalmente), o que muitas vezes passa por uma mudança de hábitos, e mudança de hábitos todo mundo sabe que demoram, mas são possíveis de serem feitas.

Resumindo, então, meu ponto de vista: ter TOC ainda parece melhor do que ter depressão.

Se quiser visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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