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Dia 173 – 2016

terça

Hora da Publicação

10:47

Com temperatura mínima de C e ventos de 35 km/h o dia começa com a volta de neblina.

21.06.2016 (2)-crop

Bueno.

Para hoje a circunstância de sono funcionou um pouquinho melhor, apesar de ter demorado de montão para começar a dormir. Foi por isso que o Sleep Better me cravou míseros 73% de aproveitamento de sono. Mesmo tendo ido deitar no horário de sempre, antes de 23:30, só peguei no sono depois de 2:30. Fora outros períodos em que acordei no meio da madrugada e também demorei a voltar a adormecer.

Todas as coisas de sempre ficam passando pela cabeça nessas horas, a maioria delas coisas boas (e talvez por isso eu as alimente  no pensamento), mas a principal razão da falta de sono, sem sombra de dúvida, foi a esticada até depois das 9, na manhã anterior. Isso é uma coisa que não tem jeito, é assim desde sempre. Por isso eu posso afirmar, com a maior certeza, que no dia em que parar de trabalhar de vez não existe a menor possibilidade de eu vir a trocar o dia pela noite.

Isso só poderá acontecer se eu algum dia bater com a cabeça em algum lugar e decidir começar a fazer um grande mal a mim mesmo.

Para começar, qualquer coisa que for ficar fazendo até bem tarde da noite (e especialmente ao longo de toda uma madrugada), significa aumento no gasto com energia elétrica. Também é preciso respeitar o horário de silêncio (considerando que siga morando em apartamento, mas na questão da música e do silêncio geral da madrugada até mesmo numa casa corre-se o risco de incomodar os vizinhos). E a pior das consequências: perder uma parte do dia dormindo, com o barulho do dia, nunca repõe adequadamente o que seria o sono da noite.

O fato de ser uma pessoa de hábitos às vezes faz com que pessoas me coloquem o rótulo de metódico. Do meu ponto de vista, método é uma coisa, hábito é outra. Pessoas têm o hábito de colocar rótulos em outras, especialmente quando essas outras demonstram ser capazes de exercer uma autodisciplina que para o rotulador é impossível, porque ele não tem um método de fazer as coisas se tornarem hábitos. Sendo assim, eu acho que posso assumir que, sim, sou metódico. E no meu método não consta a troca do dia pela noite, de jeito nenhum.

Isso dito, hoje consegui sair da cama às 8:10, mas estava acordado desde 6:28 quando os despertadores de pulso tocaram. Não que eu não quisesse ter dormido de novo, eu quis, mas o sono não veio. Por um lado foi bom. Hoje passo o dia na briga para evitar a bobeira de sono, e à noite capoto, depois do N.C.I.S.

Haveria dois jogos para acompanhar. O Palmeiras na Série A, e o Brasil na série B. Olhando a coisa pela lógica: o Palmeiras é líder, um ponto à frente do Grêmio, que é o terceiro. Joga em casa contra o América-MG, um dos frequentadores do rebaixamento. Alguma dúvida sobre a inutilidade da secação? Eu não tenho.

No mesmo horário, 21:30, o Brasil entra em campo tentando mais uma vez a recuperação na tabela. O Brasil é um time velho e cansado. A luta é para se manter na Segundona, para o ano que vem. Vou acompanhar este jogo até a hora do começo do filme e depois nos intervalos. Mas quando o filme terminar, desligo a tv e vou dormir. Qualquer dos dois jogos só valeria a pena acompanhar até o final se não tivesse que levantar para viajar, no dia seguinte.

Diga-se de passagem, a preparação de alguns detalhes da viagem, junto com outras atividades comuns do dia a dia serão a minha estratégia para driblar a bobeira de sono que certamente sobrevirá ao longo da tarde.

E este é meu roteiro de terça.


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