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Dia 186 – 2018

quinta

Horário da Postagem

10h31min

O vento continua com suas rajadas baixando a sensação térmica, mas pelo menos mantém quadro de estabilidade, a 15 km/h; umidade relativa volta a mostrar tendência de alta, com variação de 79 a 84%; o céu amanheceu com forte nebulosidade, e a chuva permanece no quadro do tempo; temperatura máxima mostra ligeiro e bem vindo avanço; a mínima também dá uma recuperada, o que anima um pouco, passando a 11°Celsius. Dados do site Tempo Agora.

Bom, então hoje me ocorreu o pensamento de como a gente faz coisa sem pensar a partir de uma noticia ruim.

Mas antes de falar nisso quero dizer que ontem aconteceu que aproveitei que não houve transmissão em vídeo do Sala de Redação para continuar a montagem da cômoda que vai para o quarto de casal. Para me livrar de peças que estavam muito espalhadas, terminei a parte das gavetas. Ainda estou tentando entender o desenho que deveria (mas nunca consegue) explicar como funciona a operação.

Menos mal que na montagem anterior, dos nichos, eu entendi o poder de uma furadeira e uma broca fina para madeira. Ideal para fazer todos os furos que deveriam (mas nunca) acompanham as peças, furos que também não aparecem no desenho.

Hoje talvez dê continuidade, mas ainda não sei como será, uma vez que à tarde tenho que sair para providenciar a troca de óleo da Marau.

Voltando à frase inicial: ano passado, quando saiu o diagnóstico de diabetes, uma das primeiras coisas que fiz foi procurar produtos dietéticos nas prateleiras dos supermercados, porque agora “só podia comer coisa doce sem açúcar“. Então eu me atirei em diversos produtos, algumas coisas que até nem gostava, porque “isso é o que diabético come“. Não pensei muito no que estava fazendo, só no fato de que não poderia comer coisa com açúcar. Esqueci completamente, por exemplo, que eu nunca fui muito de doces. Que o único doce que eu efetivamente ingeria era Pepsi-Cola normal. No mais, eventualmente um pé de moleque, algum pedaço de torta, docinhos em festas de aniversário. No verão, sorvete normal.

Sempre me preocupei em comer produtos light para evitar coisas salgadas demais, etc. Mas não me preocupava muito com doces, porque, repito, nunca fui muito de doces. Mas eu mandava ver muita Pepsi-Cola normal.

Depois me dei conta de que um diagnóstico de diabetes não obriga ninguém a começar a comer coisas doces sem açúcar. O diagnóstico só aponta o fato de que é preciso diminuir o açúcar, e eu só precisava trocar a Pepsi normal pela Zero, e hoje até bebo muito mais desta, todos os dias. Tem doces que eu adoro comer, do tipo paçoca de amendoim com zero açúcar. Mariola zero, sorvete zero. Há frutas em calda com zero adição de açúcar. Chocolates com maior teor de cacau. Tudo coisa boa. E segui bebendo Pepsi.

Resultado: glicose lá embaixo, em índices normais, e nem preciso de medicação. Eu larguei por conta e depois a médica concordou.

Sejamos justos: contribuiu muito a retomada dos exercícios na esteira e no elíptico, além da consequente manutenção do peso. Mas num primeiro momento a desorientação foi grande, eu parei de pensar, e não precisava.

Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.

 


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