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Dia 186 – 2019

sexta

Hora da Postagem

08h52min

Em Porto Alegre a umidade relativa dá uma boa recuada, oscilando entre 75 e 86%; a temperatura mínima tem quadro de estabilidade, com variação entre 1 eCelsius; o dia amanheceu com céu limpo e não há expectativa de chuva; a velocidade média do vento dá uma boa acelerada, com movimentações entre 21 e 26 km/h; a temperatura máxima permanece rigorosamente estável, na casa dos 10 a 12°. No momento desta publicação, 7°. Dados de aplicativos de clima para celular (Yahoo Tempo, Accu Weather, GoWeatherForecast, Tempo Agora, Radar Meteorológico).

Bom, então aconteceu que o dia de folga foi bastante corrido, porque me propus a lidar com duas empreitadas: trocar o chuveiro estragado e trocar a torneira da cozinha por uma elétrica, que há muito tempo havia comprado, mas que por preguiça não tinha a9nda providenciado a mudança.

Antes tudo isso, como havia escrito aqui, tive o atraso de as páginas do blogue não terem aberto no começo da manhã. Primeiro lidei com as imagens do quadro do tempo, e mais do que isso não poderia fazer. Quando já estava pronto para sair o site entrou no ar. Completei então a publicação e saí para comprar o chuveiro.

Minha intenção era comprá-lo no Zaffari. No meio do caminho, na Otto, parei numa ferragem e comprei fita isolante e fita veda rosca. Ao sair daquela loja lembrei que esqueci algumas coisas, mas eles também não tinham outras que eu queria. Pensei em ir na outra ferragem ali perto, mas acabei voltando para o carro e peguei o rumo do Zaffari.

Estava quase chegando quando lembrei que ali perto tem um Tumelero (e seus 35.000 itens) e fui para lá. No meio do caminho descobri que a nova avenida Pedro Américo Leal, recentemente inaugurada, tem mão única no sentido da Icaraí para a Diário de Notícias. E descobri da pior maneira, entrando na contramão. Quando finalmente cheguei no Tumelero (depois de fazer toda a volta no entorno do BarraShopping e retomando a Icaraí), encontrei tudo que queria, inclusive o chuveiro no mesmo modelo do que estragou, que na primeira ferragem não tinha.

Voltei para casa e troquei o chuveiro. Claro que não foi assim tão fácil. Tive problema com um parafuso do conector de porcelana que caiu no ralo do banheiro e depois ralei eu para encontrar outro que servisse no local. perdi um tempão naquele processo, mas no final deu certo.

Quando fui para a troca da torneira da cozinha, depois do almoço, foi que começou a verdadeira maratona.

A peça que saiu era dupla, com saídas de água quente e água fria. A de água quente, que deveria ser usada com junker, nunca o foi. Eu tinha certeza de ter em casa uma peça vedante da saída de água, mas não encontrei de jeito nenhum. Tive que me vestir para comprar.

Abre parêntese.

Sempre que chego da rua a primeira coisa que faço é trocar de roupa, para ficar mais à vontade. Geralmente a calça vai para baixo da pilha e a camiseta vai para o cesto de roupa suja do banheiro. Duas vezes tive que catar a camiseta no cesto, para poder sair. Não quis tirar outra da pilha a cada vez que descobri que teria que sair. As calças eu troquei todas as vezes, porque era mais fácil pegar a primeira da pilha.

Fecha parêntese.

Voltei ao Tumelero. Comprei uma flecha e uma tomada de 20 Amperes, junto com o vedante (na verdade foram dois vedantes de 25 e dois de 15; o de 25 foi o que serviu para vedar o cano da torneira que não seria mais usada). Voltei para casa.

Quando comecei o procedimento de troca percebi que precisaria de um outro adaptador para colocar a torneira. Ele teria que ter bitola 25 por fora e 15 por dentro. Mas como achei que seria muita coisa pegar o carro e voltar ao Tumelero para comprar só aquilo, me vesti do modo descrito acima e fui a pé até uma outra ferragem que eu achava que ainda havia perto de casa (por via das dúvidas, desci com a chave do carro), e havia.

Comprei o adaptador e voltei para casa. Antes disso, quando recém tinha verificado a necessidade daquela compra, recebi ao mesmo tempo mensagens da Lisiane pelo whats e uma ligação do nosso padrinho de casamento. Era horário do Sala de Redação, impróprio para conversas ao telefone, e além disso a mulher tem prioridade, então falei a ele que primeiro atenderia a ela, porque podia conversar pelo whats enquanto me arrumava.

Na primeira ida ao Tumelero havia comprado uma flecha de 20A de 2 pinos. Na segunda comprei uma de 3 pinos. Ao voltar desta última ferragem estava finalmente com tudo pronto para fazer a troca, correndo contra o tempo, porque mais tarde teria que sair para levar umas roupas para a Lisi, que estava se preparando para passar noite no velório de uma paciente falecida no começo da manhã.

Apanhei para conseguir colocar o quadro da tomada nova no lugar, porque a fiação de cobre é muito dura e o espaço para acomodá-la é pequeno, para nem falar na diferença de modelo das entradas para prender os fios do quadro da tomada que saiu para o que entrou.

Num primeiro momento a parte hidráulica funcionou e a elétrica não. A água não esquentava. E eu havia perdido um outro tempão procurando parafusos para colocar na ponta fêmea de 20A que eu tinha sobrando em casa, porque os fios da torneira são curtos e precisei montar uma extensão de uns 10 cm, aproveitando, afinal, a ponteira de 20A de 2 pinos.

Larguei tudo para levar as roupas que a Lisi precisava, mas quando voltei ainda tinha uma carta na manga, que tinha a ver com os fios de cobre que vinham da parede. Tirei de novo o quadro da tomada, juntei os fios vermelhos e azuis que vinham de cada lado da parede, enfiando as pontas de cada um nos lugares certos (na primeira tentativa havia colocado apenas um de cada, sem juntá-los, o que não fecha a corrente), apanhei de novo para colocar o quadro da tomada o lugar, mas desta vez valeu a pena.

Água quente na torneira da cozinha

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Foi um dia sem trégua, só parei para ajeitar a bagunça quando estava perto de 18h30, aproximadamente. E eu esqueci de dar retorno ao compadre.

Se quiser visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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