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Dia 216 – 2018

sábado

Hora da Postagem

11h42min

A umidade relativa segue em alta, variando de 7082%; temperatura mínima dobra, chegando a razoáveis 14°Celsius; o vento passa por uma disparada, aumentando muito de intensidade em comparação com o dia anterior, chegando a 18 km/h; a temperatura máxima passa por considerável recuo, ficando próxima da mínima, mas ainda em níveis aceitáveis; a chuva volta ao quadro do tempo, com nebulosidade parcial sobre a cidade. Dados do site Tempo Agora.

Bom, então acontece que de uns tempos para cá a salinha de lanches do setor além de uma mesinha, um frigobar e um forno de micro-ondas ganhou também uma televisão, acredito que de 26″, que fica 24 horas ligada bem baixinho. Nos dias normais de trabalho, quando todo um povo está no setor e o falatório é grande, fica impossível escutá-la. Mas nos finais de semana, quando estou sozinho, o volume dela atrapalha a leitura do jornal. Então eu quis desligá-la, mas isso só tirou a imagem da tela. O áudio continuou.

Já estava conformado com aquele zumbido “surdo” na retaguarda quando a manutenção programada da rede elétrica derrubou tudo, menos o PC em que eu trabalho. Ao ser restabelecida a energia, quase tudo voltou ao normal, e a televisãozinha ficou entre as coisas que não voltaram.

Question solved.

Esqueci de comentar, no post de ontem, mas aconteceu que na tarde de quinta-feira, quando estava pendurando roupas lavadas, minha atenção foi chamada para uma peça de roupa que estava engatada numa saliência do varal externo, que está há vários anos sem uso, logo abaixo da janela da área de serviço. Toda a roupa é secada dentro de casa, ou nas cordas atravessadas na área de serviço, ou nos varais de chão (antes havia apenas um, na sala, agora há um também no camarim da Lisiane).

Imediatamente entendi que a peça de roupa só poderia ter vindo do andar de cima, do apartamento onde ninguém tem o menor respeito por quem mora no de baixo, e por isso mesmo decidi que ali ficaria, pendurada na saliência do varal. Depois, à noite, mostrei-a para a Lisiane e demos muita risada imaginando meios de como o vizinho poderia resgatar a peça sem ter que bater na nossa porta para pedir.

Ontem quando saímos do trabalho fomos ao Barra/Big, onde almoçamos e fizemos algumas compras, e quando chegamos em casa, além de pacotes de compras feitas pela internet (e na chegada nos avisaram apenas de um pacote) havia um recado na portaria para que devolvêssemos a camisa que estava caída no nosso varal. Como assim, devolvermos?

A Lisi, que recebeu o recado, disse que não, que a peça ficara onde estava até ela poder reclamar para o vizinho que a mulher dele não sabe andar de salto alto sem incomodar os de baixo, que o filho dele brinca até tarde com uma bolinha que fica toda hora caindo no chão e que ainda tem a furadeira, que  ataca a qualquer hora de qualquer dia.

Depois que entramos em casa o interfone tocou e era a portaria avisando que haviam chegado mais dois pacotes. Nossa conclusão foi de que haviam usado uma estratégia que não deu certo: sabedores do mau relacionamento entre os vizinhos, num primeiro momento nos avisaram de um pacote, chamando depois para pegar os outros dois, e com a descida a peça de roupa seria levada. Quebraram a cara, porque não tínhamos a menor intenção de atender a ordem desaforada do vizinho.

Foi ele quem deixou cair a peça no nosso varal; ela estava do lado de fora (ele podia muito bem amarrar uma corda num clips de papel e tentar uma pescaria), portanto não tínhamos que devolver nada.

Passava das 21 horas quando o interfone tocou de novo, e desta vez era o próprio vizinho falando que deixara uma camisa cair e pedindo que deixássemos na portaria, terminando a conversa com um boa noite, obrigado. Hoje pela manhã até deixamos a roupa, mas pena que eu não tinha mais o laço do presente que ganhei de aniversário de uma colega. Teria colocado a peça num saco de supermercado e amarrado com um top.

O deboche ficaria de bom tamanho.

Dito isso, por conta de mais assinaturas e escaneio de documentos para o pedido de empréstimo comecei a leitura da versão impressa da ZH com quase meia-hora de atraso. Depois uma colega da Sala de Controle veio ao setor e tive minha atenção chamada para o fato de que havia esquecido de me logar na central, e depois bombaram as ligações de call back. Mas consegui finalizar e agora escrevo este rascunho. Tenho que finalizar a montagem da espera para o jogo do Grêmio de hoje, pelo Brasileirão.

Por enquanto era isso.    

Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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