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Dia 230 – 2018

sábado

Hora da Postagem

11h24min

Umidade relativa ainda em trajetória de queda, com variação entre 41 e 77%; a temperatura mínima permanece rigorosamente estável, na casa dos 12°Celsius; o vento é quase nenhum, estimado em 5 km/h; a temperatura máxima continua em alta, e há tendência de que assim se mantenha ao longo do final de semana; o céu amanheceu limpo, e a chuva continua ausente do quadro do tempo. Dados do site Tempo Agora.

Bom, então aconteceu que na manhã de sexta houve mais uma reunião de negociação do dissídio da Procergs entre a comissão de trabalhadores e o pessoal do GAE, que são os representantes do Governo do Estado, e por causa disso houve uma paralisação de meia-hora, de manhã, para recepcionar aqueles negociadores. Nada agressivo, apenas umas vaias e um apitaço.

Como sempre, não esperei pela liberação de ninguém; chegou a hora e eu simplesmente desci. Tinha bastante gente lá embaixo.

Também aconteceu ontem que fomos ao supermercado, depois do trabalho, e na hora em que começamos a voltar para o carro, no momento em que fui pegar a chave da Marau no bolso de sempre, na calça, ela não estava. No mesmo instante em que me questionei sobre o fato de não estar com ela pensei que isso já havia acontecido antes, nos tempos do Santa: provavelmente a deixara no carro.

Claro que o fato de estar sem a chave fez com que a Lisi se assustasse comigo, mas eu, ao contrário, me tranquilizei. Estávamos no Zaffari da Getúlio; o carro estava no estacionamento superior. Minha lógica me disse que dificilmente o ladrão andaria lá por cima para roubar, para nem falar em sair com o carro e passar pela cancela sem um cartão válido, ou seja, validado no caixa com alguma compra. Está certo que se pode apertar o botão que libera o cartão estando a pé, mas para sair tem que estar validado no caixa (desconheço se há limite de isenção para pouco tempo dentro da loja, ou se a pessoa não encontrou o que procurava e não passou no caixa; temos que questionar isso).

Quando cheguei no carro a chave estava na ignição. O carro estava aberto. A mochila estava no banco de trás, assim como o estojo da Canon com a Canon. Só não foi pior do que na vez com o Santa porque naquela vez a chave ficou virada, com a luz do painel acesa. Quem olhasse de fora poderia muito bem ter entrado no carro e talvez até saído com ele. E aquela vez foi no estacionamento do Big do BarraShopping.

Depois, mais tarde, no começo da noite, tínhamos que sair, e me dei conta de que o celular não estava em casa. Ligamos para ele e caía na caixa postal. Eu não tinha certeza sobre se ele estava comigo quando estávamos no supermercado. Quando chegamos em casa não pensei no celular. Depois que almoçamos a Lisi deitou e dormiu; eu fiquei olhando filmes. Mais tarde, quase na hora de sair, me dei conta de que não havia escutado nenhum dos toques de notificações de mensagens (Whats, GZH, 365 Scores), e uma procura por todos os lugares da casa onde poderia estar não deu em nada.

Então descemos para procurar na Marau, e a Lisi o encontrou caído embaixo do banco do motorista. Só depois disso foi que pudemos sair de casa tranquilos. Eu já estava pensando que também teria que comprar um aparelho celular novo.

Para hoje, no começo de noite, vamos a Guaíba para um jantar de despedida de uma das irmãs da Lisiane, que está de mudança para Bento Gonçalves. Lá vou acompanhar o jogo do Grêmio das 19 horas pelo Brasileirão, cuja espera ainda tenho que terminar de montar.

Este é o roteiro.

Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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