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Dia 249 – 2018

quinta

Hora da Postagem

10h35min

Temperatura máxima ainda em trajetória de alta; a chuva continua fora do quadro do tempo, com poucas nuvens no céu; umidade relativa em queda livre, com variação entre 43 e 80%; a temperatura mínima mantém rigorosa estabilidade, a 10°Celsius; o vento é praticamente inexistente, com rajadas de 1 km/h. Dados do site Tempo Agora.

Bom, o que acontece é que a vontade de ir ao banheiro na madrugada na imensa maioria das vezes me remete a um looping de sonho, que é aquele em que uma determinada situação fica se repetindo indefinidamente até eu finalmente me dar conta de que preciso levantar e ir ao banheiro.

Nesta madrugada um dos sonhos que se repetiam tinha a ver com a situação do final do século passado/início do atual em que, como na música Oceano, do Djavan, eu estava na condição de quem sabe lá o que é “não ter e ter que ter pra dar“. No sonho eu tinha crianças sob a minha responsabilidade, e nenhum dinheiro, apesar de ter um trabalho (situação bem parecida com a época do início do século). Eu dizia para as crianças do sonho que as coisas iriam melhorar mas ao mesmo tempo dizia que teríamos que nos mudar de onde estávamos. 

Em outra parte do sonho eu andava por um lugar que parecia a Esquina Democrática, no Centro de Porto Alegre. Falava com uma mulher adulta (que não conseguia visualizar o rosto direito, só sabia que era morena clara) sobre o problema da falta de dinheiro (ela me cobrando alguma coisa em função das crianças), e entrava em um lugar que parecia uma farmácia e comprava alguma coisa para ela comer.

E aí eu estava de novo falando com as crianças e assim por diante.

Depois havia uma situação no estacionamento atrás do colégio Parobé que não consigo lembrar o que foi, e depois houve o meu chefe me cobrando uma data e uma hora num papel (que parecia ter a ver com o lance no estacionamento) e eu botei uma data falsa e uma hora também, entregando-lhe o papel. Na minha frente estava sentado um colega que também parecia estar cobrando alguma coisa. Mostrei a ele num outro papel a data e a hora que havia escrito no papel levado pelo chefe. Ele olhou, amassou e botou no lixo.

E aí eu acordei.

Mais perto da hora de sair da cama de vez (quando também estava em looping), o sonho era de que eu estava num lugar como aqueles que aparecem nos filmes onde as pessoas se reúnem para um carteado “às ganhas“, botando dinheiro na mesa. Mas não havia cartas. Havia uma mesa decorada com o que pareciam ser vários bonsais e alguma comida. Havia uma sala de espera não sei para o quê com uma televisão onde passava um filme contando a história de um grupo de amigas que se reuniria na casa de uma delas, mas uma das amigas avisou que não poderia comparecer porque estava hospitalizada.

Voltei para a outra sala, onde estavam a comida e os bonsais, e a indicação do sonho foi que que meu amigo Sergio estava ali com a família toda (esposa, filho, nora, netos, mas eu não via os rostos de nenhum deles) olhando um pequeno tabuleiro de xadrez, uma peça rara, com cores amarela e laranja.

Voltei para a sala com a televisão.

Uma mulher velha queria sentar. Uma outra interveio falando uma coisa que me soou ininteligível, e como não entendi nada do que ela disse, soltei um how are you?, mas ela não me deu bola. Foi quando vi na televisão a cena do grupo de amigas saindo com flores e comida para ir ao hospital fazer a confraternização com a que estava lá. Lembro de ter comentado em voz alta, no sonho, que aquela era uma atitude legal por parte do grupo de amigas.

Voltei para a outra sala e vi que só havia um rapaz e uma moça e eu falei, também em voz alta, “ué, o Sergio já foi?“. Os bonsais e a comida haviam desaparecido da mesa. Brinquei com os dois, “cadê os sanduíches que estavam aqui? Tinha uns dessa altura”. Eu colocava a mão no ar sobre a mesa na provável altura dos bonsais e dava risada.

Saí dali e agora estava num quarto onde estava deitada uma mulher velha, negra, com cabelo parecido com o do Albert Einstein, todo espevitado. Havia uma televisão que começou a tocar um samba e eu falei “Paulinho da Viola“, e logo entrou a voz dele cantando “relíquia do folclore nacional, jóia rara que apresento, nesta paisagem em que me vejo perdido entre a paixão e o tormento…” e a mulher na cama disse “isso toca no horário da propaganda eleitoral“.

E aí eu acordei e levantei de vez.

Mesmo com uma sensação de nada a ver, depois que levantei a mulher na cama me fez lembrar da minha avó Eulália.

Isso tudo dito, agora pela manhã vou fazer elíptico , depois desta publicação. À noite tem o jogo do Grêmio, às 19 horas, para o qual a espera já está praticamente pronta, faltando apenas confirmar a escalação do time.

Este é o roteiro.

Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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