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Dia 258 – 2017

 

sábado

Horário da Postagem

11h41min

A chuva seguiu por todo o dia de ontem, atravessou a madrugada e passou um pedaço da manhã se manifestando, mas no momento desta publicação deu uma trégua e o sol já anda se bobeando; a umidade relativa segue em alta, com variação entre 72 e 81%; a temperatura mínima permanece rigorosamente estável na casa dos 17°Celsius; o vento recua levemente, se movimentando a 22 km/h; a temperatura máxima também se mantém rigorosamente estável. Dados do site Tempo Agora.

Bom, então aconteceu que a leitura completa da edição impressa da ZH de final de semana consumiu 3h e 25min encerrando-se pouco antes das 10h30 da manhã de sábado. Claro que uma parte da operação até podia ter ficado para a manhã de domingo, mas ao encerrar tudo hoje fiquei com mais tempo para me ocupar com outras coisas, ainda mais com o jogo do Grêmio rolando daqui a algumas poucas horas (para o qual já tenho a espera quase pronta desde o início da semana).

Da leitura do jornal pesquei dois assuntos que me chamaram atenção, mais a título de curiosidade do que qualquer outra coisa: um da coluna do Mário Corso e outro da coluna do Leandro Karnal.

Na primeira, me custa crer que haja pessoas neste mundo que não usam vassouras por achar que isso coloca em dúvida a sua masculinidade. Se uma vassoura faz a pessoa se sentir em dúvida, provavelmente ela já não tem dúvida nenhuma, ou o que fica em dúvida é a sanidade mental da pessoa. Na coluna do Karnal concordei com vários argumentos que podem fazer com que a pessoa saiba que está velha, mas acho que a inclusão do uso de relógio de pulso a lista é no mínimo duvidosa, se não exagerada.

Tirando a parte de que a imensa maioria dos brasileiros não tem dinheiro para usar um Rolex, sou da opinião de que relógio de pulso chega a ser questão de segurança quando se vive num meio violento como os das grandes cidades. Em Porto Alegre não há relógios públicos há vários anos. Se a pessoa anda na rua e vai olhar o celular para saber a hora, corre o risco de ter que entregá-lo a alguém que ainda pede, mesmo que de forma ameaçadora, ou tê-lo arrancado das mãos por alguém que às vezes surge do nada e corre como uma lebre. Se está dirigindo, nem todos os carros têm relógio.

E outra: há muitas e muitas lojas vendendo relógios de pulso em todos os shoppings e todas as cidades têm algum tipo de relojoaria. Ou seja, usar relógio de pulso não é (talvez não ainda) um comportamento assim tão ultrapassado.

Dito isso, o roteiro da tarde já está dado. Estamos com visita em casa, a afilhada da Lisi, que tem 9 anos, que me adotou como dindo honorário. A chuva está atrapalhando um pouco os planos delas.

Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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