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Dia 263

10:09

Para um 20 de Setembro nada mais natural que céu parcialmente nublado, embora com predominância de sol. O termômetro de parede mostra temperatura em elevação, com 20,7ºC.

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EU, HEIN, NEM PENSAR

Nilson Souza em sua coluna de sábado em ZH descreveu exatamente a razão pela qual não me interesso em ver os programas gratuitos dos partidos e candidatos às próximas eleições. Se fosse para eu sentar à frente da televisão e ficar sabendo quais os projetos que os candidatos com alguma chance de vencerem o pleito teriam para desenvolver ao longo do andato, acho que o faria com o maior prazer.

Meu problema ideológico começa quando em vez disso eles pensam que podem me ganhar falando exclusivamente sobre os podres um do outro, sendo que cada um tem os seus. A parte da corrupção e de tudo que está errado já basta a imprensa todos os dias levantar e expor. No horário eleitoral gratuito eu gostaria de saber o que cada candidato pretende efetivamente fazer para ajudar a começar a tentar minimizar alguns problemas básicos, como saúde, educação, emprego, moradia, melhoria na distribuição de renda dos brasileiros.

Mesmo que depois não consigam levar adiante ou que tentem mas não dê certo, gostaria de ver pela frente alguma ideia inovadora, que pudesse incentivar a que eu votasse diferentemente do que pretendo, mas tanto em quem votarei quanto em quem não votarei de jeito nenhum não apresentam nada de novo, e aí é no âmbito nacional, no estadual, municipal, etc. Optam sempre pelo caminho da agressão pessoal e tudo isso se sabe que depois de alguns anos morrem todos abraçados numa próxima eleição. 

Ainda lembro direitinho que em 1989 um então candidato à Presidência arrasou seu opositor descolando um podre do passado, que o levou a ganhar a eleição. Anos depois, os dois aparecem juntos em campanha, sendo que aquele que venceu em 89 foi corrido do poder e o que perdeu está hoje no final do segundo mandato no cargo da eleição perdida naquela oportunidade. 

  Perder meu tempo olhando o horário político? Conta outra.

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TODO CUIDADO é POUCO

Embora não me movimente no ambiente literário e nem educacional sou um dos que se preocupam com o futuro da leitura e portanto com o futuro dos jovens que virão por aí. 

Ler sempre me fascinou, desde que aprendi o be-a-bá. Cresci, adolesci e cheguei à idade adulta com livros nas mãos, dos mais variados assuntos. Meus filhos cresceram me vendo assim, e tenho certeza de que isso influenciou muito a filha para que ela se voltasse para a carreira que está pensando em seguir, que exige muita leitura. Algo me diz que os filhos dela vão gostar de ler, também. Já o filho não tomou o mesmo gosto, embora gostasse muito de escrever, o que, pelo atual ritmo de vida que leva, já não deve estar fazendo muito. Não só o ritmo de vida, mas o ambiente em que ele está vivendo atualmente, com as pessoas com que convive, não favorece, mas não quero entrar neste mérito e já nem está mais aqui quem falou. 

Hoje em dia tudo está na internet, mas ler um livro, uma ou duas páginas que seja, antes de dormir, em quase todos os dias, para mim é coisa fundamental. Na verdade, depois da troca da mobília da sala onde está o micro, ficou mais fácil eu ler durante o dia e, coisa que eu mesmo acrditava não ser possível, até já consigo ler mesmo com a música do Media Player tocando bem baixinho.

Leitura é uma coisa básica, por isso me alinho aos que se preocupam com a preservação do hábito. Vamos ler, pessoal, vamos ler muito.     

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PODIA SER MELHOR

Depois de vários meses em que estive com os meios para tomar uma atitude, finalmente ontem me enchi de coragem e fiz uma atualização no sistema operacional do micro aqui de casa, passando do Windows XP para o Windows 7 Ultimate.

Num primeiro momento, não gostei da novidade. Não me pareceu tão mais leve nem tão mais rápido que 0 XP, ao contário do que já tinha lido e ouvido falar, inclusive de pessoas próximas. Na verdade, até agora parece igual. Ficou mais complicado acertar as minhas configurações pessoais, minhas preferências, que antes até o XP eram fáceis de acessar, bastando um simples clique no desktop para que as opções aparecessem à minha frente. Ontem até cheguei a elas, mas não sei como, foi ao acaso, e depois não houve mais jeito de isso acontecer.

Uma outra coisa que estou achando bem estranha é o fato de que agora preciso dar um comado para conectar à internet, que antes não era preciso. Era abrir o Explorer e a conexão acontecia automaticamente. Agora, não, parece até o tempo da conexão discada. Está certo que a conexão se estabelece se maiores problemas, mas ter que dar um comando para isso me parece um retrocesso. 

Na esteira da mudança do sistema operacional, aproveitei para experimentar o Explorer 9 Beta, disponibilizado no site da Microsoft. Horrível, não gostei. Achei com muitos erros de performance, além de o menu básico de ferramentas ter ficado bem complicado. Na hora de desinstalar o bicho, surpresa, não constava na lista do painel de controle, mas uma consulta ao Google ajudou bastante e no final a  desinstalação é bem simples, retornando anturalmente ao Explorer 8. 

Outra ferramenta que resolvi experimentar, também não gostei e decidi voltar atrás, foi o MSN 2011. Também é Beta, também só funciona no Windows 7. Não dá, muito ruim. Não digo que chegaria ao ponto de voltar para o XP, mas vai demorar para me acostumar com o 7. Outra coisa de que também não gostei foi o Media Player. A versão 11, que funcionava no XP, era muito mais funcional, mais simples de lidar e de localizar os arquivos na biblioteca para fazer quaisquer alterações em nomes de músicas. Complicaram esta parte. 

Mas, enfim, a necessidade de acompanhar a evolução das ferramentas causa esses dissabores. Não se pode fugir muito da evolução. Um dia ela nos pega.    


1 Comments Add Yours ↓

  1. picida ribeiro #
    1

    Lembro me bem da noite do tal debate, onde o meu candidato suava em bicas, com seu opositor jogando baixo expondo historias pessoais de maneira distorcida.
    Ve-los juntos hoje, é de causar desconsolo, descrença em tudo.

    * “Eu, Hein, nem pensar” o inicio de uma das minhas musicas preferidas de musicos talentosos e gauchos dos melhores: Kleiton e Kledir Sou fá mesmo! Saudades deles
    O que a midia fez, tirou espaço de talentos para encaixar cada porcaria..



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