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Dia 324 – 2012

segunda

Horário brasileiro de Verão

10:52

O dia começou com cara de nublado, bem mormacento. Há previsão de 6 mm de chuva, com temperatura podendo chegar aos 32º. No momento do início desta postagem, 24ºC.

Bueno, então fiz o que tinha que fazer, hoje cedo, que era levar o Santa ao mecânico. A partir de hoje estou abrindo uma exceção à minha regra pessoal de não ter amizade com nenhuma ex. É uma concessão a que apenas a Ana Paula tem direito. Os motivos do término do namoro são assunto de economia interna.

Antes que eu esqueça, para não deixar todo mundo louco de curiosidade, como disse minha filha (entenda-se, ela), vou contar o que aconteceu de inacreditável, no sábado.

Recapitulando, depois de tudo que havia acontecido de manhã cedo, naquele dia, cheguei no Nacional por volta de 11:30; deixei o Santa no estacionamento e fui até a José de Alencar procurar onde tirar xerox; voltei ao supermercado e fui almoçar no restaurante; saí de lá e atravessei a José para pegar um T5, para ir ao hospital, onde permaneci até 19hs.

Quando saí de lá peguei um T5 de volta ao Nacional, não quis entrar na loja e fui direto para o carro. Quando cheguei nele vi que havia um papel enfiado na porta do motorista. Puxei-o para fora e estava escrito Senhor proprietário, favor entrar em contato com o chefe da segurança…” e aí não li mais nada. Olhei para o painel e não vi a frente do rádio, nem o pen drive. Meu Deus, depois de tudo que já aconteceu fui roubado no supermercado, pensei.

Mas voltei a ler o bilhete. E estava escrito …pois seu carro estava com a porta aberta e retiramos alguns pertences, por segurança. Não acreditei. Com o documento do carro e a CNH entrei na loja, me identifiquei para um segurança e recuperei as minhas coisas. Mas não resisti e perguntei a que horas o fato tinha acontecido, e a resposta me surpreendeu: 11:30.

Ou seja, eu mal havia cometido a bocabertice de abandonar o carro aberto. Quando voltei para almoçar as minhas coisas já estavam em segurança.

Para completar, já que me vi obrigado a entrar na loja, fui olhar o óculos escuro que eu não tivera coragem de perguntar o preço no começo da tarde. Quase R$ 400,00, em 10 x pelo Banricompras. Experimentei, ficou bom, vou levar.

Na hora de passar o cartão, limite de crédito excedido. Duas vezes. Não deu para comprar. Mas fiquei com pé atrás, eu tinha certeza de que daria. Em casa, mais tarde, olhei pela internet e me dei conta de que não, não daria, por causa dos três pacotes de fraldas geriátricas que eu havia comprado para a vó, um dia antes.

Pelo menos a causa era justa.

Tenho que publicar este texto antes de almoçar, porque o mecânico disse que vai ligar até 13:3o. Aí terei que sair voando para pegar o carro (muito provavelmente terei que tirar dinheiro de novo, para pagar) e depois correr para o hospital.

Eu volto amanhã.


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