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Dia 333 – 2018

quinta

Horário Brasileiro de Verão

11h19min

Em Porto Alegre as rajadas de vento se movimentando a 19 km/h; o céu amanheceu ensolarado com nuvens no horizonte da cidade, mas a meteorologia diz que em algum momento ao longo do dia haverá chuva; a umidade relativa aparece em ascenção, com variação entre 61 e 80%a temperatura mínima favorece o aparecimento da chuva, ficando na marca dos 21°Celsius; a máxima fica relativamente amena para a época. Dados do site Tempo Agora.

Bom, voltando um pouco à normalidade, posso dizer que finalmente dirigi na subida da Serra do Rio do Rastro, mas a coisa ainda não está completa, porque falta descer.

Lá em cima, no Parque de Aparados da Serra, para não voltar pelo mesmo caminho (no caso, descer a Serra), já que estávamos bem perto da divisa com o RS, achamos por bem voltar por São José dos Ausentes, e foi aí que a aventura realmente começou.

Durante três horas ou quatro horas, ficamos andando por entre morros em estradas de chão naquela situação que podemos chamar de perdidos, repetindo caminhos um ou duas vezes, até que numa dessas repetições paramos em uma casa para pegar informação (com um senhor que já havia nos visto passar, mas não tínhamos parado), e a dica dele foi a mais básica de todas: em qualquer bifurcação, pegar sempre às direitas.

Foi o que fizemos, com alguns enganos, claro (esta viagem ficou caracterizada por muitos caminhos errados que fizemos, para quaisquer lados que fôssemos, mesmo com ajuda do GPS), mas a dica valeu.

Detalhe: durante o tempo em que estivemos perdidos por entre morros, não havia posto de gasolina, nem lugar para comprar água, nem comida, que dirá banheiros. Mas como se tratava de lugares desertos onde só se via vacas pastando (e em nem todos os pontos), a improvisação foi o recurso válido da hora.

Naquele dia, no total, foram cerca de 16 horas e meia rodando. Depois que conseguimos reencontrar a civilização paramos em Bom Jesus para almoçar, pouco depois das 14 horas (tínhamos começado a andar por volta de 5h30 da manhã). Durante o tempo que estivemos perdidos não me preocupei muito porque tínhamos meio tanque de combustível, e em estrada de terra o carro anda praticamente sozinho.

Em Bom Jesus colocamos Etanol (sempre peço para encher, mas mesmo assim o ponteiro não chegou à marca de total do tanque), que consome mais, mas deu bem para chegarmos em Porto Alegre, mesmo com o GPS nos trazendo por uma caminho que achei meio longo, mas a ideia é de que ele sempre procura fazer pelo mais curto e desimpedido.

Vai saber.

De toda maneira, fica o registro de que muito provavelmente por conta do ICMS menor sobre tudo, a vida pé mais barata em SC, a gasolina é mais barata. O RS é um lixo em termos de estradas, apesar de ter pedágios caros, porque não se tem retorno (apesar de que a RS 239 é muito boa). Em SC se paga R$ 2,70, e as estradas são muito melhores.

O RS não sabe se aproveitar do turismo litorâneo.

Se quiser visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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