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Dia 354 – 2018

quarta

Hora Brasileira de Verão

08h58min

A temperatura máxima continua no andar de cima do termômetro; a mínima permanece rigorosamente estável, estacionada nos 19°Celsius; a umidade relativa também se mantém estável, variando de 46 a 78%; a chuva que ficou de fora da expectativa de ontem para hoje volta a frequentar a previsão dos portoalegrenses; o ar se movimentou com rajadas geladas durante a madrugada, e para hoje pode se deslocar a 20 km/h. Dados do site Tempo Agora.

QUADRO do TEMPO

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Bom, então aconteceu que ao chegar em casa depois da compensação de ontem a primeira coisa que fiz, como sempre, foi tirar as lentes de contato. Mas alguma coisa me distraiu, porque logo depois do Sala de Redação, quando estava para sair de novo de casa, quem disse que eu conseguia encontrar a lente do olho esquerdo? E eu procurei no banheiro, procurei na mesa do PC (que foi onde fiz a retirada), procurei inutilmente no estojo (às vezes acontece de ela ficar grudada no fundo), e nada.

Até que me deu um estalo e lembrei de verificar no lugar mais óbvio de todos: o olho esquerdo. E ali estava ela. No lugar. Não sei o que aconteceu, mas me distraiu; tirei apenas a lente do olho direito e não me liguei que a outra havia ficado. Nem percebi a diferença.

Também ontem aconteceu que quando estava descendo o viaduto da Conceição, na saída do túnel, passei por cima de umas madeiras que estavam na pista, e pouco depois escutei um barulho embaixo do carro, mas como não senti nada de diferente com ele, deixei assim. Nem me liguei que o pneu dianteiro direito pareceu meio baixo quando chegamos em casa (e eu havia pedido para calibrar, no começo da tarde, no posto).

E então agora pela manhã aconteceu o pior pesadelo de quem sai de casa de manhã cedo: pneu arriado, quando chegamos no estacionamento.

Nessas horas eu não costumo esquentar a cabeça. Tem um borracheiro 24 horas bem perto de casa, e experiências anteriores comprovaram que com um pouco de paciência seria possível levar o carro com o pneu no estado em que estava até lá. E foi o que fiz, mesmo depois de um dos seguranças da portaria do condomínio ter dado pitaco dizendo eu não chegaria. Eu sabia que chegaria.

Como disse a Lisi, todo o trabalho que a gente tem para trocar um pneu e com as ferramentas certas (e eu acrescentaria, sabendo o que fazer), é coisa de cinco minutos. Tudo indica que ao passar por cima das madeiras no viaduto, uma delas ficou grudada no pneu por um prego, e este se soltou com o virar da roda; a madeira bateu no assoalho da Marau (foi o barulho que escutei) e levou com ela o prego furão de pneu. De saldo ficou o buraco por onde o ar passou a noite vazando.

Mesmo com este pequeno contratempo (que é a razão de eu costumeiramente sair de casa sempre um pouco mais cedo) consegui registrar ponto antes das 7h, evitando o atraso. A Lisi entra às 9h, não teve problemas. Em caso de atraso eu poderia ter trocado a folga de amanhã para hoje e faria compensação, cumprindo horário normal amanhã. Mas não foi necessário.

Despesa total do buraco no pneu com o chamado espaguete de borracha: 20 reais. Borracheiro 24 horas na Campos Velho entre a Santa Flora e a Florinha.

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A NOITE de SONO

Ativado no efetivo momento de dormir.

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