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Dia 365 – 2018

segunda

Horário Brasileiro de Verão

09h42min

No último dia do ano é comum e praticamente inevitável o momento de se fazer um balanço de tudo que aconteceu de bom e de ruim, o que a gente fez de bom e de ruim ao longo dos 364 dias anteriores (porque no último o normal é só antever coisas boas, deixando o que é ruim para trás).

Sempre se pensa o que faríamos ou não faríamos de novo, e não adiante pensar diferente, todo mundo tem coisas que certamente faria e certamente não faria de novo. Todo mundo, sem exceção, tem agradecimentos e arrependimentos, alegrias e tristezas, erros e acertos, não há como escapar.

De tudo que me aconteceu no ano que termina, o principal fato foi o meu casamento com a Lisiane, depois de 24 anos de vida de solteiro. Casamento é, sim, um terreno pantanoso, com altos e baixos, com erros e acertos, e tudo mais. Nunca se acerta sempre, mas também nunca se erra sempre. Para quem ao longo desses anos perdeu a referência de vida a dois, como eu (e pior, que nunca tive uma segunda família a qual pertencer e portanto enxergar também como minha responsabilidade), a transição foi, tem sido e ainda será um pouco complicada, mas dá para chegar lá.

Eu agradeço à Lisiane, do fundo do meu coração, por fazer parte da minha vida, e por toda paciência (que eu nunca sei de onde ela tira) para me aturar. Se houvesse máquina do tempo, algumas coisas teriam acontecido de modo diferente (ou não teriam acontecido), a maioria delas culpa minha, porém uma não mudaria nada: eu certamente casaria de novo com ela.

Disso não tenho a menor dúvida.

FELIZ ANO NOVO a TODOS!!!!.


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