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Dia 59 – 2018

quarta

Hora da Postagem

10h24min

O céu amanheceu com nebulosidade esparsa, e a chuva insiste em aparecer na previsão; a umidade relativa permanece em alta, com variação entre 52 e 76%; o vento não sofre variação de intensidade, mantendo-se nos mesmos 14 km/h do dia anterior; temperatura máxima estável em alta rigorosamente estacionada; a mínima também se mantém rigorosamente estacionada, com 21°Celsius. Dados do site Tempo Agora.

Bom, então acontece que eu poderia escrever sobre uma sucessão de trapalhadas (incluindo a colocação de dinheiro fora) por mim protagonizada no dia de ontem, a começar pelo fato de eu ter preferido deixar a mochila em casa para não carregar peso. Minha prioridade era fazer a renovação de fé, na lotérica. Decidir ir ao BarraShopping, e antes dei uma passada no Jajá Baterias. Quando estacionei no Barra lembrei de levar comigo o controle remoto do portão dos carros, do condomínio, que há dias vinha apresentando sinais de fraqueza.

Passei na loja onde costumo trocar as baterias dos relógios de pulso (quando não compro novos relógios) e pedi pela troca da bateria do controle, avisando que daria uma chegada na lotérica e voltaria em seguida. A lotérica estava vazia, mas então lembrei que os volantes para aposta tinham ficado no carro. Desci ao estacionamento e quando cheguei no carro lembrei que os volantes estavam na mochila – e a mochila tinha ficado em casa.

 Como havia achado R$ 20 (que no dia anterior haviam sido dados como perdidos) na console do carro, imaginei que a troca da bateria não custaria mais do que aquilo e subi de volta até a lotérica (que agora tinha fila, claro) para sacar meu FGTS. Depois fui retirar o controle, e pela troca me cobraram R$ 20 (que seria exatamente o que eu teria no bolso se não tivesse sacado o FGTS). Saindo dali resolvi passar na loja do Big para comprar algumas coisas, mas não achei nada do que eu queria.

Mais fácil pagar os R$ 5 do estacionamento (porque ainda não eram 11 horas) e cair fora.

  Então voltei para casa, e para minha surpresa o controle continuou não acionando o portão. O zelador estava lá embaixo, na guarita, fazendo a mão. Eu subi, peguei os volantes na mochila, e na descida questionei o zelador sobre se alguém mais havia se queixado dos controles remotos e aí eu soube que fazia alguns dias que a central estava estragada e tinha ido para conserto. Ou seja, R$ 20 postos fora numa desnecessária troca de bateria.

Depois disso fui até o Zaffari da Otto, onde renovei a fé (não sem ter uma pequena DR com a moça do caixa da lotérica, que não levou fé nos valores que eu estava apostando, como se eu fosse mais um dos que têm cara de quem não sabe preencher volante de loteria), fiz umas compras (incluindo um novo relógio de parede) e depois voltei para casa.

À tarde a Lisi me falou de uns avisos da NET que estava recebendo sobre um iminente corte de sinal por conta de uma fatura em aberto. Até então eu só havia recebido uma, opor e-mail, com data de vencimento em 08.03. Telefonamos e só então soubemos que havia uma pendência com data de 20.02. (uma fatura que eu nunca recebi). Solicitei a emissão imediata de uma segunda via e fiz o pagamento pela internet também de forma imediata. Durante o processo tentei reabastecer os cartuchos de tinta da impressora, mas alguma coisa não está funcionando bem.

De toda maneira, enquanto houver tinta preta está valendo.

Hoje a Lisi tem compromissos ao longo do dia, e como estou de folga ela levou a Marau. Depois desta publicação vou para o elíptico e depois vida que segue. Estamos ainda fazendo experiências com relação à decoração da casa, e algumas delas já estão mostrando que será melhor esperar pela chegada dos novos móveis. É ruim pelo desconforto momentâneo, e até por algumas inadaptações.

Tudo isso faz parte.

A NOITE de SONO

Ativado no efetivo momento de dormir.

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Para visualizar as fotos do quadro do tempo acesse o quadro Quem Vai Querer Saber™, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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