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Feliz

UMA VEZ é POUCO

Também não há placa indicando o limite de município entre Feliz e Linha Nova. A gente vai indo, vai indo, se encantando com morros e casas ao longo da estrada (no meu caso, vou me encantando com a paisagem e me apavorando com a coragem das pessoas, de terem lindas casas na beira da estrada sem uma cerca, ou coisa parecida), e quando vê a zona rural se mistura com a urbana e o vivente se descobre dentro da cidade.

E dentro da cidade a comparação mínima que dá para fazer é de que Feliz está tão preparada para quanto Nova Petrópolis, por exemplo, na questão do turismo. Passava das 13 horas e havia muito comércio aberto.

Quem já esteve lá por causa dos festivais de chopp não vê novidade, mas eu nunca estive, então, para variar, gostei da limpeza da cidade; Feliz tem prédios de apartamentos, não muito altos, mas tem, o que em outras cidades não vi; achei algumas ruas um pouco mal sinalizadas para quem é de fora (por exemplo, houve um momento em que entrei na contramão numa rua e antes disso quase passei por cima de um tiozinho que não se ligou que eu era um estranho no ninho; ele sobreviveu e eu também).

Depois de algumas voltas, retornando a um ponto por onde havia antes passado, o único restaurante que chamou a atenção e animou a entrar f0i o Peixes do Porto, e a sorte foi tanta que havia uma vaga bem na frente, bem à vista, para deixar o carro. Muito bom ambiente, ótimo atendimento, comida maravilhosa. Uma vez em Feliz, não deixe de comer lá. Aceita todos os cartões. Naquele dia, buffet livre R$ 15,00; a quilo R$ 24,00. Chamou a atenção a salada de couve desfiada com cebola. Na segunda passada eu liquidei com o que ainda restava na bandeja.

Saindo dali, caminhando em busca do comércio, ficou de fora a filial da Paludo, falou mais alto a preferência por uma loja local, onde comprei duas camisetas Feliz07.10.14 (2). Antes disso, achei uma óptica e relojoaria onde um tiozinho fez um trabalho especial (por eu ser gremista) nas hastes e parafusos do meu óculos escuros, que estavam capengasFeliz07.10.14. E eu por pouco não comprei mais um relógio de pulso muito lindo que estava numa vitrine (da mesma marca dos que já tenho) e não trouxe também um modelo de relógio louco, que marca as horas ao contrário. Foi ali que pela primeira vez eu entendi uma coisa, porque uma das meninas atendentes perguntou se eu era dali mesmo da Feliz. Entendi que as próprias de lá se referem à cidade desta maneira. Muito legal.

Desiludido com o marasmo de Linha Nova, o retorno à área de Nova Petrópolis se deu pela estrada que levava a Vale Real (a mesma que em 2009 eu havia pego indo na direção de Bento Gonçalves, no Carnaval, em que choveu de montão e eu não quis pagar o pedágio para ir a Caxias; acho que na época já estava desativado, mas eu não sabia disso há um relato aqui no blogue sobre aquela aventura), e aí mais uma vez me encantei e me apavorei ao mesmo tempo com a paisagem e as casas. Não entrei na área urbana de Vale Real porque o INSS ainda não começou a me pagar.

Chegando na praça do pedágio desativado, então era escolher, Galópolis e Caxias para a esquerda, Nova Petrópolis para a direita.

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