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Fui e Voltei

RESUMO da MANHÃ

Nos últimos tempos a maior quantidade de papelada que tem entrado aqui em casa é de notas de compras em supermercados. Um tipo de papel que não dá para colocar na impressora. Seguido de perto por outro tipo que também não dá , que são as embalagens de papelão fino de diversos produtos. Tem o lado bom, como sempre, que é o de eu não precisar comprar papel novo para escrever, e tem muito lado B de papel de descarte que ainda pode ir para a impressora. É minha modestíssima, quase nula, contribuição com a Natureza.

Por via de consequência, como são a maior quantidade do que entra, as notas e embalagens são também a maior quantidade do que sai.

Feita esta constatação, quero dizer que deu tudo certo com a ida ao Zaffari da Otto para fazer a renovação de fé. Minha aposta é de R$ 240,00 (são 10 volantes para os 12 sorteios do mês) e parece que estou chegando perto de uma nova premiação grande, porque no acumulado de junho eu tinha R$ 108,00 de prêmios a receber, maioria deles de 11 pontos, que rendem cada um R$ 4,00; havia alguns com 12 acertos, que dão R$ 8,00 de premiação. Ou seja, estive sempre muito perto de acertar alguma coisa maior. Para renovar a aposta tive que desembolsar apenas R$ 132,00. O valor que havia desta vez foi o maior dos reembolsos que recebi até hoje. Minha hora está chegando.

As diferenças do que se encontra de produtos no Big em relação ao que se encontra no Zaffari, que na maior parte das vezes me faz pensar em sair daquele e passar neste são as mesmas que quase me levaram a sair deste e ir para aquele. Como quase sempre acontece, havia rabanetes no Zaffari, mas os molhos estavam tão feios que faltou coragem de pegar. Não chegavam nem perto das lindezas de molhos que havia em Nova Petrópolis, na semana passada, de onde trouxe um que ainda há bastante.

Faltou dizer que ontem fechei o acordo para renovação do seguro da Preta. Veio um rapaz da seguradora fazer vistoria no veículo. Já vai dar para pegar estrada de novo com cobertura. Isso talvez eu faça na semana que vem, na folga de terça-feira. Acontece que fiquei um pouco desgostoso com a questão do ágio cobrado nas cartas de crédito de consórcio contempladas, pelo menos aqui em Porto Alegre. Me surgiu uma ideia que pensei em discutir com o amigo da imobiliária de NP.

Ele está se empenhando para me ajudar e não estou a fim de fazer com que ele desperdice seu tempo, então vou fazer uma sugestão que se for aceita vai ficar bom para todo mundo. Depois que falar com ele e tiver alguma posição definida eu conto.

Para finalizar, fazia horas que vinha pensando em retomar os rascunhos sem a necessidade ou ajuda de leituras que me inspirassem, antes. Até nem sei se consigo voltar a fazê-lo com regularidade. Estou fazendo agora, mas não posso afirmar nada. Já pensei que todos os livros que ando lendo são fontes de inspiração para a criação de textos. Na maioria das vezes não escrevo por preguiça, mesmo.

Toda vez que eu olho para o lixinho ao lado da mesa do PC, quando ali coloco papel de descarte, penso que vou escrever mais. Só que não rola. É muita preguiça.

P.S.: este texto foi totalmente produzido em papel de notas de supermercados.


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