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Na MÃO GRANDE

Quando a bola começa a rolar o Inter sai da zona do desconforto, descendo o Sport, que de manhã levou 3×0 as Chapecoense. Já é motivo de alívio na respiração, mas a responsabilidade é segurar o Botafogo até o apito final, o que é tarefa complicada a partir dos últimos resultados do Fogão, que defende a possibilidade de chegar a uma vaga na Libertadores. Precisa vencer se não quiser ser ameaçado pelo Grêmio.

Antes do jogo do Luso Brasileiro, Coritiba e Figueirense empataram em 0x0, o que manteve o Figueira na 18ª posição. A briga, portanto, passa a envolver o Inter, o Sport e o Figueirense.

O jogo é lá e cá, mas até os 12 minutos nenhum dos dois times levou qualquer perigo à área adversária. Nenhum dos dois goleiros trabalhou até então. Depois de alguns minutos em que tentou intimidar o Fogão, o Inter diminuiu o ritmo. Não tem penetração. O jogo é muito truncado, com muitas faltas para ambos os lados. O árbitro deixa os dois times baterem à vontade, e se esconde atrás dos cartões por reclamação.

O Botafogo também chacoalha muito, na frente, mas até o momento sem efetividade. Tem suas iniciativas bem bloqueadas pela defesa colorada. Na metade do primeiro tempo o Fogão tem um jogador amarelado por reclamação e o Inter não tem nenhum. Esperava-se que Anselmo não levasse muito tempo para receber uma advertência colorida, mas até agora está indo bem.

Ao final do tempo de jogo a torcida botafoguense pedia a entrada de Sassá, que é um cara que incomoda muito mais do que o tal de Vinicius Tanque, que não joga nada. Só tem tamanho. A rigor, as duas equipes conseguiram segurar o empate até o intervalo.

O técnico Jair Ventura reforça se time na volta do intervalo, tirando Dudu Cearense e Vinicius Tanque, colocando Rodrigo Pimpão e Sassá. Não resta dúvida de que seu time vai melhorar bastante com as mudanças. Celso Roth não muda nada no Inter. A mudança ele promoveu aos 10 minutos, com a entrada de Eduardo Sasha e a saída de Valdívia, que não estava jogando menos do que Gustavo Ferrareis.

O segundo tempo tem muito mais movimentação que o primeiro, pois o tempo passando e o empate é ruim para ambos. O Bota está perdendo posição para o Corinthians, que virou o jogo em cima do Santa Cruz, e o Inter saiu do Z-4, mas segue com pontuação de rebaixado.

Aos 30 Celso Roth saca Alex e coloca Seijas. Celso por último colocaria Anderson, certamente não tentando dar velocidade ao time. Parecia mais um conformismo com o resultado de empate. Antes da alteração o lateral Ceará caiu, aparentemente sentindo um mal estar, e a mudança mudou; entrou Geferson.

Infelizmente pata o Inter, o árbitro errou e assinalou um pênalti por toque de mão em uma queda dentro da área, que não havia como o zagueiro colorado evitar tocar na bola, do jeito como caiu. A cobrança bem sucedida de Sassá impede que o Grêmio entre no G-6 mesmo derrotando o Atlético-PR, amanhã.


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