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Para Suar Mais

NÓS TEMOS a FORÇA

Já escrevi aqui que quando estou fazendo exercício, seja na esteira, seja no elíptico, é quando me vêm algumas boas ideias, e eu às vezes me esqueço disso, e talvez por isso passe muito tempo sem fazer nada, apesar de saber que os exercícios fazem bem para a minha saúde de maneira geral.

Esta semana fiz elíptico na terça e esteira na quinta, e percebi claramente durante o exercício que há um aumento do que poderia ser chamado de adrenalina espiritual. Fazendo exercício me sinto muito forte, não invencível, mas forte no sentido de que faço planos e sinto ter capacidade pessoal para levá-los todos adiante, em especial os planos financeiros, e apesar de estar num momento delicado com relação a isso, quase equivalente ao do começo do século até a metade da década passada, se de lá para cá consegui uma recuperação não há nada que me impeça de aplicar novamente a mesma disciplina pessoal para recuperar de novo, mesmo que minha situação esteja diferente do ponto de vista do estado civil.

Estar casado é bem diferente de quando vivia sozinho podendo apertar o cinto sem dar satisfação a ninguém, mas não chega a ser uma situação tão diferente a ponto de provocar irresponsabilidades de minha parte.

O ponto a que quero chegar, aqui, é da valorização do exercício físico como motivador da concepção de planos e da obtenção de força espiritual para desenvolvê-los e levá-los adiante. Mais um motivo para voltar a me exercitar com mais regularidade.

De qualquer maneira, cumpre dizer que continuo exercendo a atribuição de pequeno investidor. Depois de alguns meses estou retomando um sistema de administração racional dos cartões de crédito e é possível que nos próximos haja retomada da atribuição de pequeno poupador, sem precisar cortar os eventuais passeios, mesmo que seja preciso fazer deslocamentos na região metropolitana e um pouco mais além.

Conforme se sabe, para se ter algumas coisas é preciso abrir-se mão de outras, mas, ao mesmo tempo, com relação aos cartões de crédito (e isso eu acho que toda pessoa deveria saber) é mais do que proverbial e necessário lançar mão dos prazos de utilização, ou seja, administrá-los com base nos melhores dias para utilização (entenda-se, saber esperar) e comprando apenas o que seja ou necessário ou por satisfação pessoal, dentro daquele critério.

Isso garante que a pessoa possa continuar comprando sem se enterrar em dívidas. A estratégia está disponível para todas as pessoas.


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