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Proatividade

E UMA BRINCADEIRA

Eu gosto de planejar.

Ao mesmo tempo em que gosto de coisas improvisadas, gosto de coisas mapeadas, gosto de antecipar necessidades, eliminar preocupações antes que se tornem realidade. Mas isso só posso fazer no que diz respeito a mim mesmo. Prefiro preencher meu tempo lidando com os bastidores da montagem de um post para o Quem Vai Querer Saber do que simplesmente não fazer nada sem raciocinar, na frente do Facebook. Aliás, nos últimos dias o meu tem permanecido fechado na maior parte do tempo.

Agora estou empenhado na brincadeira de medir quanto tempo vai levar para acontecer de eu repetir um mesmo conjunto de calça e camiseta. Estou tomando como referência a data de 1° de março de 2017, em que ficou documentado por fotos a roupa que eu estava usando. Pensei só na questão da roupa, porque provavelmente por causa da calça vou usar o mesmo calçado, se depois de alguns anos ele ainda estiver em uso.

Sim, você leu bem: anos.

Este é o tempo mínimo que vai levar para que aconteça de novo de eu usar a mesma calça com a mesma camiseta usados em 1° de março de 2017 (repito a data para fixá-la bem): alguns anos. Deixo publicada aqui uma foto para que depois, algum dia, se possa confirmar a expectativa.

Mas isso não se enquadra no conceito de coisa mapeada. A ideia veio depois.

Mais ou menos mapeada está a circunstância de eu ter uma casa em Nova Petrópolis; o mesmo se dá com a de ter uma segunda casa em Porto Alegre. Estão mais ou menos mapeadas porque não tenho certeza de quando nem como será. Há os consórcios em andamento e o processo de acúmulo de verba para quando chegar a hora, mas como será, não sei.

E assim são várias circunstâncias da minha vida: há um mapeamento geral sobre como algumas coisas poderão acontecer, mas a maioria delas acontecerá não sei se de improviso, mas com decisão quase imediata, quando chegar a hora. Foi assim quando troquei de carro, no final de novembro. Não havia nada mapeado, mas de repente, em questão de uma semana, a Preta saiu de cena e entrou a Marau.

Só isso já é, para mim, o suficiente para afirmar que nem tudo tem a ver com rotina. E reitero: rotina é uma coisa que eu gosto como sinônimo de uma vida tranquila.

P.S.: a camiseta da foto já está em uso há quase 10 anos.


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