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Quase Tudo Certo

TARDE de SEXTA

Final do Sala de Redação.

Ainda estou no finalzinho do almoço. A volta para casa foi quase tão rápida quanto pareceu que seria. Ao meio dia escutei notícia sobre problema com um caminhão, que estava complicando o trânsito na curva do Museu Iberê Camargo. Quando saí do estacionamento do CAFF até estava preparado para pegar tranqueira naquele ponto. Mas não aconteceu. Tive tanta sorte que até as sinaleiras do cruzamento com a Diário de Notícias, ao lado do BarraShopping, estavam abertas para mim.

Consegui escapar de um Gol cinza que estava lerdo na minha frente fazendo manobra que também me livrou de outros três carros e entrei na Icaraí com a frente livre até a sinaleira da Campos Velho. E ao chegar ali fiquei de primeiro na fila para entrar na Campos, na pista da esquerda.

Quando o sinal abriu eu tinha também a Campos livre à minha frente. Imprimi velocidade até o limite de 60, que é o daquela via, e tudo indicava que chegaria cedo em casa, até o momento da curva da baixada. Faltando uma quadra para eu pegar a Xavier da Cunha e logo chegar em casa, havia tranqueira. Inacreditável. E a bronca estava depois da sinaleira da Xavier.

Eu bem localizado na pista da direita e quase embaixo do semáforo um bocó da esquerda cortou a minha frente para também entrar à direita. Àquela altura boa parte do pessoal estava entrando na Xavier para escapar do engarrafamento. A ideia era seguir pela Dona Zulmira até chegar na Florinha ou retornar à Campos Velho mais adiante, já no lombão. E eu querendo só vir para casa.

Cumpre ressaltar que todas as minhas manobras foram sinalizadas e em nenhum momento andei a mais que 60, e a câmera automotiva ligada registrando tudo, especialmente as barbeiragens alheias à minha frente. Nada melhor do que dirigir calçado.


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